Tag: controle de passagens sem planilha

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Rondônia: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Rondônia: guia para viações

    Rondônia se organiza ao longo da BR-364, que corta o estado de Vilhena, no sul, a Porto Velho, no norte. As viações intermunicipais atendem Pimenta Bueno, Cacoal, Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Jaru, Ariquemes e Candeias do Jamari, além de Rolim de Moura, Guajará-Mirim e cidades da BR-429 e da BR-425. Com uma malha extensa e muitas agências, a gestão em planilhas fica difícil de manter atualizada.

    Veja como uma viação rondoniense pode migrar para um sistema.

    Onde a planilha falha

    Os problemas mais comuns são caixa que não fecha, relatórios das agências que chegam atrasados, tabelas diferentes em cada ponto e falta de visão da ocupação por trecho. Em uma linha que cruza o estado inteiro, essa falta de informação custa caro.

    AGERO e o cadastro

    O transporte intermunicipal de Rondônia é regulado pela AGERO, a agência de regulação dos serviços públicos delegados do estado. O cadastro do sistema parte das linhas, seções, horários e tarifas autorizados, conferidos com a documentação oficial.

    Porto Velho e Ji-Paraná

    A rodoviária de Porto Velho e a de Ji-Paraná são os principais pontos de venda. Com estoque único, a poltrona vendida em uma delas é bloqueada nas demais e no site.

    A BR-364 como eixo

    Quase todas as linhas usam a BR-364, com embarques e desembarques em muitas cidades. A venda por trecho permite revender lugares liberados no caminho e aumenta a ocupação.

    Agronegócio e trabalho

    Vilhena, Cacoal e Rolim de Moura têm economia ligada à agropecuária, com movimento de trabalhadores ao longo do ano. Os dados de venda mostram picos e permitem ajustar a frota.

    Guajará-Mirim e a fronteira

    Guajará-Mirim fica em frente a Guayaramerín, na Bolívia, e atrai compradores e moradores. Registrar documentos corretamente na venda evita problemas no embarque.

    Agências pelo interior

    Muitas cidades têm vendas por agências. No sistema, elas usam a mesma tabela, e as comissões são calculadas por regra.

    Implantação em etapas

    • Cadastrar linhas e seções conforme a AGERO.
    • Registrar a frota e a configuração de assentos.
    • Começar por uma linha curta, como Porto Velho–Candeias do Jamari.
    • Levar as rodoviárias de Porto Velho e Ji-Paraná.
    • Integrar as agências do sul e da Zona da Mata rondoniense.
    • Abrir a venda pela internet e abandonar as planilhas.

    Escolha do período

    Evite a virada perto de feriados prolongados e férias. Um mês de movimento normal facilita o aprendizado.

    Dados para revisar

    Padronize nomes de distritos, linhas vicinais e paradas, confira tarifas por seção e remova horários extintos.

    Treinamento e suporte

    Treinamentos nas rodoviárias e sessões remotas para agências distantes preparam a equipe. Suporte direto nas primeiras semanas evita o retorno ao papel.

    Encomendas

    O despacho de encomendas ao longo da BR-364 é comum. No sistema, cada volume fica ligado à viagem e pode ser localizado.

    Gratuidades

    Idosos e pessoas com deficiência têm vagas garantidas por lei; no sistema, elas são registradas no bilhete e contadas em cada ônibus.

    Caixa e relatórios

    O caixa fecha por turno, e relatórios de ocupação, receita e agências ficam disponíveis sem montagem manual.

    Remarcação sem poltrona presa

    Quando o passageiro muda a data, a troca no sistema libera o lugar anterior e registra a diferença de tarifa.

    Ariquemes e o centro do estado

    Ariquemes e Jaru ficam no trecho central da BR-364 e têm movimento constante de passageiros para Porto Velho. Os dados por seção mostram onde concentrar a oferta.

    BR-429 e o vale do Guaporé

    Linhas pela BR-429 atendem São Francisco do Guaporé, Costa Marques e cidades do vale. São viagens com poucos horários, em que cada lugar vendido faz diferença.

    Contingência de conexão

    Em agências com internet instável, um procedimento definido antes da virada garante que as vendas sejam registradas e sincronizadas, sem voltar ao papel.

    Picos de segunda e sexta

    Trabalhadores, estudantes e pacientes que buscam atendimento em Porto Velho viajam principalmente no início e no fim da semana. Os relatórios mostram esses picos.

    Feiras e eventos

    Feiras agropecuárias, como as exposições de Vilhena, Ji-Paraná e Cacoal, aumentam a demanda. Comparar com anos anteriores ajuda a programar extras.

    Comparação com o ano anterior

    Com o histórico guardado no sistema, a empresa compara cada mês com o mesmo período do ano anterior e planeja a frota com mais segurança, sem depender de memória ou de arquivos espalhados em computadores diferentes.

    BP-e e a SEFIN-RO

    Cada passagem intermunicipal emitida em Rondônia é um BP-e. A Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia (SEFIN-RO) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada evita retrabalho.

    Para ver todos os estados e o passo a passo, consulte o guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist rondoniense

    • Cadastro conforme a AGERO.
    • Estoque único entre Porto Velho, Ji-Paraná e as agências.
    • Venda por trecho na BR-364.
    • Documentos registrados para Guajará-Mirim.
    • Distritos e vicinais com nomes padronizados.
    • Virada longe de feriados prolongados.

    Vexado: deixando a planilha em Rondônia

    O Vexado oferece às viações rondonienses venda e emissão de passagens num único sistema. Rodoviárias, agências e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    A operação ao longo da BR-364 passa a ser acompanhada com relatórios de ocupação, caixa e comissões.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal em Rondônia?

    A AGERO.

    Qual a principal rodovia do estado?

    A BR-364, de Vilhena a Porto Velho.

    Como aproveitar linhas com muitas paradas?

    Vendendo cada seção separadamente, para que o lugar liberado em Ariquemes ou Jaru seja revendido.

    Qual cidade fica na fronteira com a Bolívia?

    Guajará-Mirim, em frente a Guayaramerín.

    Quem autoriza o BP-e em Rondônia?

    A SEFIN-RO credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação na Paraíba: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação na Paraíba: guia para viações

    Na Paraíba, as viações intermunicipais ligam João Pessoa a Campina Grande, Patos, Sousa, Cajazeiras, Guarabira, Monteiro, Pombal e muitas outras cidades do brejo, do cariri e do sertão. A BR-230 atravessa o estado de leste a oeste e organiza boa parte dessas linhas. Empresas que cresceram ao longo dessa rodovia costumam ter muitas agências e horários, e ainda assim fazem a gestão em planilhas.

    A seguir, um caminho para uma viação paraibana trocar o controle manual por um sistema.

    Quando a planilha começa a custar caro

    O custo aparece em várias frentes: tempo gasto conferindo relatórios de agências, diferenças de caixa sem explicação, poltronas vendidas em duplicidade e decisões tomadas com base em impressões, e não em números. Em uma operação extensa como a da BR-230, esses problemas se acumulam rápido.

    DER-PB e a base de cadastro

    O transporte intermunicipal na Paraíba é gerido pelo DER-PB. As linhas, seções, horários e tarifas autorizados pelo departamento devem ser a base do cadastro, conferidos um a um antes da implantação.

    João Pessoa e Campina Grande

    As rodoviárias de João Pessoa e de Campina Grande são os principais pontos de venda. Com estoque único, a poltrona vendida em uma delas é bloqueada na outra, nas agências e no site no mesmo instante.

    O Maior São João do Mundo

    O São João de Campina Grande atrai visitantes de todo o país e mexe com a demanda de várias linhas durante semanas. Planilhas não acompanham esse ritmo. No sistema, a ocupação de cada horário é vista em tempo real, e os extras podem ser decididos com dias de antecedência.

    Sertão e a BR-230

    Patos, Sousa e Cajazeiras ficam no sertão, servidos por linhas longas que passam por muitas cidades. A venda por trecho aproveita melhor cada poltrona, e o controle por seção garante a tarifa correta.

    Brejo e cariri

    No brejo, cidades como Bananeiras e Areia recebem turistas em festivais e no inverno, e no cariri a demanda é marcada por feiras e festas locais. Conhecer essas variações pelos dados ajuda a ajustar a grade.

    Agências espalhadas pelo estado

    Muitas vendas no interior passam por agências. No sistema, elas vendem com a mesma tabela das rodoviárias, e as comissões são calculadas automaticamente, sem consolidação no fim do mês.

    Roteiro de implantação

    • Cadastrar linhas e seções conforme o DER-PB.
    • Incluir a frota com o layout interno de cada ônibus.
    • Fazer um piloto em uma linha do brejo.
    • Levar as rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande.
    • Integrar as agências do sertão.
    • Ativar a venda online e encerrar o uso das planilhas.

    Evitar a virada no período junino

    Começar a operação no sistema perto do São João aumenta o risco. O ideal é implantar meses antes, com tempo para a equipe se adaptar.

    Revisão do cadastro

    Tarifas antigas, horários que já não existem e paradas com nomes diferentes são comuns em planilhas antigas. Corrigir esses pontos antes da importação evita erros nos bilhetes.

    Formação das equipes

    Treinamentos práticos, por turno, nas rodoviárias, e treinamentos remotos para as agências do sertão preparam a equipe. Um contato direto para dúvidas nas primeiras semanas completa o processo.

    Encomendas na BR-230

    Viações paraibanas costumam levar encomendas entre o litoral e o sertão. Com o despacho registrado no sistema e vinculado à viagem, o volume é localizado a qualquer momento.

    Gratuidades e descontos

    Benefícios legais devem ser lançados no momento da emissão, garantindo controle por viagem e relatórios precisos.

    Caixa e indicadores

    O caixa por operador fecha com base nas vendas registradas, e relatórios de ocupação, receita e desempenho das agências ficam disponíveis sem esforço manual.

    Remarcações em festa

    Na temporada junina, muita gente muda de data. O sistema libera a poltrona anterior no ato da troca, registra a diferença de tarifa e guarda o histórico do bilhete.

    Litoral norte e sul

    As praias do litoral, como as de Conde e de Baía da Traição, recebem visitantes nos fins de semana. Acompanhar as vendas por dia mostra se vale a pena reforçar horários de sexta e domingo nessas linhas.

    Estudantes e trabalhadores

    Muitos paraibanos viajam semanalmente entre o interior e as cidades universitárias de João Pessoa, Campina Grande e Patos. Registrar essa demanda ajuda a dimensionar os horários de domingo e segunda-feira.

    BP-e e a SEFAZ-PB

    Cada passagem intermunicipal emitida na Paraíba gera um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba (SEFAZ-PB) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão a partir da venda elimina retrabalho.

    O método nacional e os guias dos outros estados estão no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist paraibano

    • Cadastro conforme o DER-PB.
    • Estoque único entre João Pessoa, Campina Grande e as agências.
    • Carros adicionais reservados para as semanas de forró em Campina.
    • Venda por trecho na BR-230.
    • Implantação meses antes do período junino.
    • Paradas e tarifas antigas corrigidas.

    Vexado: deixando a planilha na Paraíba

    Com o Vexado, a viação paraibana vende e emite passagens em um sistema. As rodoviárias, as agências do interior e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    A temporada junina e as linhas longas do sertão passam a ser acompanhadas com relatórios de ocupação, caixa e comissões.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB.

    Quais são os principais pontos de venda?

    As rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande.

    Quando a demanda mais cresce?

    No São João de Campina Grande.

    Qual rodovia organiza as linhas do sertão?

    A BR-230, que cruza o estado de leste a oeste.

    Quem autoriza o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Mato Grosso do Sul: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Mato Grosso do Sul: guia para viações

    Mato Grosso do Sul tem cidades distantes umas das outras, ligadas por estradas longas, e muitas viações intermunicipais fazem viagens de várias horas entre Campo Grande e polos como Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí e Coxim. Nesse cenário, cada poltrona vazia pesa no resultado, e cada erro de venda é difícil de corrigir com o ônibus já na estrada. Ainda assim, muitas empresas sul-mato-grossenses controlam vendas, caixa e agências em planilhas.

    Este guia mostra como fazer a transição para um sistema de forma segura.

    O peso da planilha em viagens longas

    Em linhas longas, o passageiro costuma comprar com antecedência, remarcar com frequência e embarcar em paradas intermediárias. Quando a ocupação está numa planilha atualizada uma vez por dia, a viação não sabe exatamente quantos lugares restam em cada trecho, e acaba recusando passageiros ou vendendo além da conta.

    AGEMS e o cadastro de linhas

    No estado, o transporte intermunicipal é regulado pela AGEMS. As linhas, seções, horários e tarifas autorizados devem ser cadastrados no sistema exatamente como aprovados. Em linhas longas, com muitas seções, essa conferência deve ser feita com atenção redobrada.

    Rodoviária de Campo Grande e os polos regionais

    A rodoviária da capital é o principal ponto de venda, mas cidades como Dourados e Três Lagoas também concentram muitas vendas. Com estoque único, a poltrona vendida em qualquer desses pontos é bloqueada para os demais, inclusive para o trecho intermediário.

    Venda por trecho

    Em viagens com várias paradas, a mesma poltrona pode ser vendida para trechos diferentes, desde que não se sobreponham. Fazer isso em planilha é quase impossível sem erro. No sistema, a disponibilidade é calculada por seção, e a viação aproveita melhor cada lugar.

    Fronteira e passageiros de outras cidades

    Em cidades de fronteira como Ponta Porã e Corumbá, o movimento de passageiros varia com o comércio e o turismo. Registrar as vendas no momento em que acontecem permite perceber essas mudanças de demanda e ajustar horários.

    Pantanal e turismo

    Bonito e o Pantanal atraem turistas em boa parte do ano. Viações que atendem essas rotas lidam com compras antecipadas e grupos. O sistema facilita reservar vários lugares de uma vez e acompanhar o pagamento.

    Etapas da implantação

    • Cadastrar linhas e seções conforme a AGEMS.
    • Registrar a frota com o layout de poltronas.
    • Testar em uma linha regional de menor movimento.
    • Levar a rodoviária de Campo Grande e os polos.
    • Integrar as agências das cidades menores.
    • Habilitar a venda online e encerrar as planilhas.

    Preparação dos dados

    Antes da importação, vale revisar o cadastro de paradas, a tabela de tarifas por seção e as passagens vendidas para datas futuras. Esses três itens concentram a maior parte dos problemas de quem sai da planilha.

    Treinamento à distância

    Com agências espalhadas por um território grande, treinamentos remotos curtos, com casos práticos, são a forma mais eficiente de preparar as equipes. Um canal de dúvidas nas primeiras semanas evita que os agentes voltem ao controle manual.

    Encomendas em longas distâncias

    Em cidades onde o ônibus é a forma mais rápida de envio, as encomendas são uma receita relevante. Registrar cada despacho vinculado à viagem facilita rastrear o volume e conferir o frete.

    Caixa, comissões e indicadores

    Com as vendas registradas na origem, o caixa por operador, as comissões das agências e a ocupação por trecho ficam disponíveis em relatórios, sem consolidação manual.

    Gratuidades e benefícios

    Idosos, pessoas com deficiência e outros beneficiários previstos em lei ocupam lugares reservados que precisam ser controlados por viagem. Na planilha, esse registro costuma ser feito depois do embarque. No sistema, o tipo de passagem é escolhido no balcão, e o relatório mostra quantos benefícios foram concedidos em cada horário.

    Quando desligar de vez as planilhas

    Mantenha as planilhas apenas para consulta durante os dois primeiros fechamentos mensais. Se caixa, comissões e ocupação baterem nesse período, é hora de arquivá-las.

    Remarcações e cancelamentos

    Em viagens longas, mudanças de data são frequentes. Na planilha, cada remarcação exige localizar a venda original, apagar o lugar antigo e anotar o novo, com risco de deixar a poltrona presa. No sistema, a troca libera o assento anterior na hora, registra a diferença de tarifa e mantém o histórico do bilhete para consulta.

    BP-e e a SEFAZ-MS

    Cada passagem intermunicipal emitida no estado gera um BP-e. A Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso do Sul (SEFAZ-MS) credencia a empresa e autoriza o BP-e. Quando a emissão acompanha a venda, a viação evita retrabalho fiscal.

    As etapas completas e os guias de cada estado estão reunidos no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist sul-mato-grossense

    • Cadastro de linhas e seções conforme a AGEMS.
    • Estoque único entre Campo Grande e os polos regionais.
    • Venda por trecho em linhas com paradas intermediárias.
    • Reservas de grupos para rotas turísticas.
    • Agências treinadas remotamente.
    • Encomendas vinculadas às viagens.

    Vexado: sair da planilha em Mato Grosso do Sul

    O Vexado permite que viações sul-mato-grossenses vendam por trecho, emitam o BP-e e acompanhem a ocupação de cada viagem em tempo real. A rodoviária de Campo Grande, os polos regionais, as agências e o site compartilham o mesmo estoque.

    Caixa, comissões e encomendas passam a ser controlados no mesmo lugar, sem planilhas paralelas.

    Perguntas frequentes

    Por que linhas longas sofrem mais com a planilha?

    Porque a ocupação muda em cada trecho e precisa ser acompanhada em tempo real.

    Quem regula o transporte intermunicipal em Mato Grosso do Sul?

    A AGEMS.

    O que é venda por trecho?

    É vender a mesma poltrona para trechos que não se sobrepõem na mesma viagem.

    Como treinar agências distantes?

    Com treinamentos remotos curtos e suporte nas primeiras semanas.

    Quem autoriza o BP-e em Mato Grosso do Sul?

    A SEFAZ-MS credencia a empresa e autoriza o BP-e.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Mato Grosso: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Mato Grosso: guia para viações

    Mato Grosso combina território enorme, agronegócio forte e cidades que cresceram rápido nas últimas décadas. Viações intermunicipais ligam Cuiabá e Várzea Grande a polos como Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Tangará da Serra, Barra do Garças e Cáceres. Com esse crescimento, empresas que começaram pequenas, controlando tudo em planilhas, passaram a operar muitas linhas e agências, e o controle manual deixou de acompanhar.

    Veja como uma viação mato-grossense pode fazer essa transição.

    Crescimento e desorganização

    Quando a empresa cresce, as planilhas também crescem: novas abas, novos arquivos, novas versões. Em pouco tempo, ninguém sabe ao certo quantas passagens foram vendidas em cada agência, quanto cada linha fatura e quanto deve ser pago em comissões. É nesse ponto que o sistema deixa de ser opção e passa a ser necessidade.

    AGER-MT e a base de cadastro

    O transporte intermunicipal em Mato Grosso é regulado pela AGER-MT. As linhas, seções, horários e tarifas aprovados formam a base do cadastro, que deve ser conferido com a documentação da agência antes da implantação.

    Rodoviária de Cuiabá e o norte do estado

    A rodoviária de Cuiabá é o principal ponto de venda, mas a BR-163 e outras rodovias movimentam muitas vendas em Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde. O estoque único permite que todos esses pontos vendam sem conflito, inclusive em trechos intermediários.

    Safra e demanda de trabalhadores

    Na época de plantio e colheita, cresce o fluxo de trabalhadores entre as cidades do agronegócio. A planilha não mostra essa mudança a tempo. Com as vendas registradas em tempo real, a viação percebe a alta e reforça horários.

    Agências e pontos de venda

    Em cidades menores, a venda é feita por agências ou pontos parceiros. Integrá-los ao sistema garante que a tarifa cobrada seja a vigente e que a comissão seja calculada sem conferências manuais.

    Plano em fases

    • Montar o cadastro conforme as autorizações da AGER-MT.
    • Registrar a frota e os mapas de poltronas.
    • Começar com uma linha piloto.
    • Levar a rodoviária de Cuiabá e os polos do norte.
    • Integrar agências e pontos parceiros.
    • Abrir a venda pela internet e desligar as planilhas.

    Limpeza do cadastro de paradas

    Cidades novas, distritos e pontos de apoio na estrada costumam aparecer com nomes diferentes em cada planilha. Padronizar essas paradas antes da importação facilita a venda e evita bilhetes com informações confusas.

    Treinamento das equipes

    Treinamentos práticos, curtos e por turno, ajudam a equipe a ganhar confiança. Agências distantes podem ser treinadas remotamente, com material de consulta e contato direto para dúvidas.

    Encomendas para o interior

    Peças, documentos e pequenas cargas viajam no bagageiro entre a capital e o interior. Com o despacho registrado no sistema e ligado à viagem, fica fácil saber onde está cada volume.

    Fretamentos para o agronegócio

    Algumas viações também atendem fretamentos para empresas rurais. Lançar esses contratos no mesmo sistema evita que um carro reservado para fretamento seja escalado numa linha regular.

    Relatórios para crescer com controle

    Ocupação por trecho, receita por linha, desempenho por agência e caixa por operador ficam disponíveis a qualquer momento, sem montagem manual. Com esses dados, a expansão de linhas e frota é planejada com segurança.

    Gratuidades controladas na venda

    Os lugares destinados a idosos e a pessoas com deficiência precisam ser registrados viagem a viagem. Quando o benefício é lançado no momento da emissão, a viação sabe quantas vagas restam em cada horário e evita discussões no embarque.

    Passageiros de outros estados

    Cuiabá recebe muitos passageiros que chegam de outros estados e seguem para o interior. Ter as conexões com as linhas estaduais visíveis no sistema ajuda o balcão a vender o trecho seguinte sem consultar várias planilhas.

    Manter um histórico organizado

    Ao arquivar as planilhas, registre a data da virada e quem pode consultar os arquivos. Isso facilita responder dúvidas da contabilidade sobre o período anterior.

    Estradas longas e atrasos

    Viagens de muitas horas estão sujeitas a atrasos por obras, chuva ou movimento de carretas. Com a lista de passageiros no sistema, o balcão do destino consegue avisar quem aguarda conexão e reorganizar a venda do trecho seguinte sem recorrer a anotações em papel ou a ligações entre guichês.

    BP-e e a SEFAZ-MT

    Cada passagem intermunicipal emitida em Mato Grosso gera um BP-e. A Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (SEFAZ-MT) credencia a empresa e autoriza o BP-e. A emissão a partir da venda evita digitação dupla.

    Para ver o processo completo e os guias das outras unidades da federação, acesse o guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist mato-grossense

    • Cadastro conforme a AGER-MT.
    • Estoque único entre Cuiabá e os polos do norte.
    • Reforço de horários na safra.
    • Agências e pontos parceiros integrados.
    • Fretamentos registrados no mesmo sistema.
    • Paradas padronizadas antes da importação.

    Vexado: deixando a planilha em Mato Grosso

    O Vexado oferece às viações mato-grossenses venda e emissão de passagens no mesmo sistema. A rodoviária de Cuiabá, os polos do interior, as agências e o site vendem sobre o mesmo estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Caixa, comissões, encomendas e ocupação ficam em relatórios, o que dá base para crescer sem perder o controle.

    Perguntas frequentes

    Quando o crescimento exige sair da planilha?

    Quando ninguém consegue dizer com segurança quanto cada linha e cada agência vende.

    Quem regula o transporte intermunicipal em Mato Grosso?

    A AGER-MT.

    A safra afeta a demanda?

    Sim, o fluxo de trabalhadores aumenta nas épocas de plantio e colheita.

    Fretamentos podem ficar no mesmo sistema?

    Sim, o que evita conflito com a escala das linhas regulares.

    Quem autoriza o BP-e em Mato Grosso?

    A SEFAZ-MT credencia a empresa e autoriza o BP-e.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Amazonas: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Amazonas: guia para viações

    No Amazonas, a maior parte dos deslocamentos entre municípios acontece pelos rios, mas as viações intermunicipais têm papel importante nas poucas rodovias do estado. Saindo de Manaus, elas atendem Presidente Figueiredo pela BR-174, Rio Preto da Eva e Itacoatiara pela AM-010, Manacapuru, Iranduba e Novo Airão pela AM-070, além de Careiro e Autazes pela BR-319, após a balsa do Ceasa, e acessos próximos. Com uma malha concentrada em torno da capital, a gestão ainda costuma ficar em planilhas e cadernos.

    Veja como uma viação amazonense pode migrar para um sistema.

    Por que mudar mesmo com malha curta

    Linhas curtas e muito frequentes geram grande volume de bilhetes. Na planilha, o caixa demora a fechar, os horários de pico ficam lotados sem aviso e a empresa perde dados que mostrariam onde ajustar a frota.

    ARSEPAM e o cadastro

    O transporte intermunicipal no Amazonas é regulado pela ARSEPAM, a agência reguladora dos serviços públicos delegados do estado. Linhas, seções, horários e tarifas autorizados devem ser a base do cadastro, conferidos com a documentação oficial.

    Rodoviária de Manaus

    A rodoviária de Manaus concentra a maior parte das partidas intermunicipais. Com estoque único, a poltrona vendida no guichê é bloqueada nas agências e no site, e os horários de pico podem ser acompanhados em tempo real.

    Ponte Rio Negro e a AM-070

    A Ponte Rio Negro ligou Manaus a Iranduba, Manacapuru e Novo Airão, e essas linhas têm grande movimento de trabalhadores e estudantes. A venda por trecho ajuda a aproveitar lugares liberados em cidades intermediárias.

    Itacoatiara pela AM-010

    A AM-010 liga Manaus a Rio Preto da Eva e Itacoatiara, cidade portuária com forte ligação comercial com a capital. O controle por seção mostra onde a demanda se concentra.

    Presidente Figueiredo e o turismo

    Cachoeiras e cavernas tornam Presidente Figueiredo um destino frequente nos fins de semana e feriados. Os dados de venda mostram quando reforçar horários.

    Festival de Parintins e a capital

    O Festival de Parintins, em junho, é acessado por barco ou avião, mas aumenta o movimento em Manaus e na rodoviária. Acompanhar a demanda nessa época evita surpresas.

    Etapas da implantação

    • Cadastrar linhas e seções segundo a ARSEPAM.
    • Lançar a frota com o desenho de poltronas de cada carro.
    • Começar pela linha mais simples da AM-010 ou da BR-174.
    • Levar a rodoviária de Manaus.
    • Integrar os pontos de Manacapuru, Iranduba e Itacoatiara.
    • Ativar a venda online e aposentar os controles manuais.

    Escolha do período

    Evite fazer a virada em feriados prolongados e nas semanas de maior turismo. Um período de movimento normal permite que a equipe aprenda sem pressão.

    Dados para revisar

    Antes da importação, padronize nomes de comunidades, ramais e paradas, e confira tarifas por seção e horários que já não operam.

    Treinamento

    Treinamentos práticos no guichê da rodoviária e nos pontos do interior, com suporte direto nas primeiras semanas, mantêm a operação estável.

    Encomendas

    Muitas viações levam encomendas entre Manaus e o interior acessível por estrada. No sistema, cada volume fica ligado à viagem e pode ser localizado.

    Gratuidades

    Benefícios legais são registrados no momento da emissão, com controle por partida.

    Caixa e relatórios

    O caixa fecha por operador e turno, e relatórios de ocupação e receita ficam disponíveis sem montagem manual.

    Careiro e a BR-319

    Do outro lado do rio, a partir de Manaus, Careiro e Autazes são atendidos por linhas que combinam estrada e travessia. Os horários dependem da balsa, e o sistema registra a lista de embarque para avisar passageiros em caso de atraso.

    Cheia e vazante

    Os níveis dos rios mudam ao longo do ano e afetam acessos, travessias e a demanda por ônibus. Comparar as vendas de cada período com os dados do ano anterior ajuda a planejar a frota.

    Remarcação no sistema

    Quando o passageiro muda de data, a troca libera o lugar anterior e registra o histórico do bilhete, sem poltronas presas.

    Contingência de conexão

    Em pontos do interior com internet instável, um procedimento de contingência definido antes da virada garante que as vendas sejam registradas e sincronizadas sem voltar ao caderno.

    Linhas metropolitanas e intermunicipais

    Parte das ligações próximas a Manaus funciona com características metropolitanas, com muitas viagens por dia. Separar no cadastro o tipo de serviço e as tarifas de cada linha evita confusão no guichê e nos relatórios.

    Estudantes e trabalhadores

    Moradores de Iranduba e Manacapuru que estudam ou trabalham em Manaus viajam todos os dias. Os dados por horário mostram onde há lotação e ajudam a reorganizar a grade do início da manhã e do fim da tarde.

    BP-e e a SEFAZ-AM

    Cada passagem intermunicipal emitida no Amazonas é um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (SEFAZ-AM) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Emitir a partir da venda evita retrabalho.

    O roteiro completo, com links para todos os estados, está no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist amazonense

    • Cadastro conforme a ARSEPAM.
    • Estoque único entre a rodoviária de Manaus e os pontos do interior.
    • Venda por trecho na AM-070.
    • Reforço de horários para Presidente Figueiredo nos feriados.
    • Comunidades e ramais com nomes padronizados.
    • Virada fora de feriados prolongados.

    Vexado: sair da planilha no Amazonas

    O Vexado reúne venda e emissão de passagens para viações amazonenses. A rodoviária de Manaus, os pontos do interior e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Com relatórios de ocupação, caixa e encomendas, a empresa ajusta a frota às linhas curtas e de grande movimento.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal no Amazonas?

    A ARSEPAM.

    Quais rodovias concentram as linhas?

    A AM-010, a AM-070 e a BR-174, entre outras.

    Linhas curtas precisam de sistema?

    Sim. O grande volume de bilhetes torna a planilha difícil de manter.

    Quando a demanda para Presidente Figueiredo aumenta?

    Nos fins de semana e feriados.

    Quem autoriza o BP-e no Amazonas?

    A SEFAZ-AM credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Amapá: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Amapá: guia para viações

    O Amapá tem uma rede rodoviária pequena e muito particular. A capital, Macapá, não tem ligação rodoviária com o restante do país, e as viações intermunicipais atendem principalmente Santana, Mazagão, Porto Grande, Pedra Branca do Amapari, Ferreira Gomes, Tartarugalzinho, Amapá, Calçoene, Oiapoque e, ao sul, Laranjal do Jari. A BR-156 é a principal rodovia, com trechos que ainda sofrem muito no período chuvoso. Em operações assim, a planilha costuma ser o único controle, e cada atraso de informação tem peso grande.

    Veja como uma viação amapaense pode migrar para um sistema.

    O desafio de uma operação pequena

    Empresas menores muitas vezes acham que não precisam de sistema. Mas, com poucos horários e frota reduzida, cada poltrona vendida em duplicidade, cada diferença de caixa e cada tarifa errada pesa mais. A planilha também deixa a empresa dependente de uma ou duas pessoas.

    SETRAP e o cadastro das linhas

    No Amapá, o transporte intermunicipal está sob a gestão da SETRAP, a secretaria estadual de transportes. O cadastro do sistema deve seguir as linhas, seções, horários e tarifas autorizados, conferidos com os documentos oficiais.

    Rodoviária de Macapá e Santana

    A rodoviária de Macapá concentra a maior parte das partidas, e Santana, vizinha e ligada ao porto, também gera vendas. Com estoque único, a poltrona vendida num desses pontos é bloqueada no outro e no site.

    BR-156 e o norte até o Oiapoque

    A linha para Oiapoque é a mais longa do estado e passa por várias cidades. No inverno amazônico, de janeiro a junho, trechos sem asfalto ficam difíceis, e os tempos de viagem aumentam. A lista de embarque no sistema ajuda a avisar passageiros e a reorganizar vendas em caso de atraso.

    Oiapoque e a fronteira

    Oiapoque faz fronteira com a Guiana Francesa, e muitos passageiros cruzam para Saint-Georges. Registrar corretamente os documentos na venda evita problemas no embarque.

    Laranjal do Jari e o sul

    Laranjal do Jari, no sul do estado, também depende da BR-156, com condições que variam conforme a estação. Acompanhar a ocupação e as condições da estrada ajuda a ajustar a grade.

    Agências e pontos de venda

    Em cidades pequenas, a venda é feita por pontos parceiros. No sistema, eles vendem sobre o mesmo estoque e com a tabela vigente.

    Passo a passo da migração

    • Montar o cadastro conforme as autorizações da SETRAP.
    • Cadastrar os ônibus com seus mapas de assento.
    • Começar pela linha Macapá–Santana ou Macapá–Porto Grande.
    • Levar a rodoviária de Macapá.
    • Integrar os pontos do norte e do sul do estado.
    • Abrir a venda online e encerrar as planilhas.

    Dados para revisar

    Padronize nomes de vilas, comunidades e paradas da BR-156 antes da importação, e confira as tarifas por seção.

    Treinamento simples

    Equipes pequenas aprendem rápido com treinamentos práticos e materiais de consulta. Um contato direto para dúvidas nas primeiras semanas mantém a operação estável.

    Encomendas para o interior

    Muitas viações levam encomendas de Macapá para o interior. No sistema, o despacho fica ligado à viagem e pode ser localizado até a entrega.

    Gratuidades por viagem

    Benefícios legais devem ser lançados na emissão, com controle por partida.

    Caixa e relatórios

    O caixa fecha com base nas vendas registradas, e relatórios de ocupação e receita por linha ficam disponíveis sem consolidação manual.

    Ferreira Gomes e o centro do estado

    Ferreira Gomes, Porto Grande e Pedra Branca do Amapari recebem trabalhadores de usinas, mineração e serviços públicos. Essas linhas têm demanda concentrada no início e no fim da semana, e os relatórios mostram quando reforçar.

    Remarcação sem lugar perdido

    Quando a estrada atrasa ou o passageiro muda de data, a troca no sistema libera a poltrona anterior e registra o histórico, permitindo revender o lugar no mesmo dia.

    Mazagão e a festa de São Tiago

    Em julho, a Festa de São Tiago, em Mazagão Velho, atrai visitantes de Macapá e Santana. A ocupação acompanhada em tempo real ajuda a decidir horários extras nesses dias.

    Contingência sem sinal

    Em trechos com internet instável, a venda precisa de um plano de contingência. Definir com antecedência como registrar vendas e sincronizá-las depois evita retorno ao caderno e garante que nenhuma poltrona seja vendida duas vezes.

    BP-e e a SEFAZ-AP

    Cada passagem intermunicipal emitida no Amapá é um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda do Amapá (SEFAZ-AP) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão a partir da venda evita digitação dupla.

    O guia geral, com o passo a passo e os demais estados, está no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist amapaense

    • Cadastro conforme a SETRAP.
    • Estoque único entre Macapá, Santana e os pontos do interior.
    • Avisos a passageiros em atrasos na BR-156.
    • Documentos registrados na venda para Oiapoque.
    • Vilas e comunidades com nomes padronizados.
    • Volumes despachados vinculados ao ônibus que os transporta.

    Vexado: deixando a planilha no Amapá

    Com o Vexado, a viação amapaense vende e emite passagens num único sistema. A rodoviária de Macapá, os pontos do interior e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Caixa, encomendas e ocupação ficam em relatórios, o que ajuda a operar com segurança mesmo com frota pequena.

    Perguntas frequentes

    Uma viação pequena precisa sair da planilha?

    Sim. Com poucos horários, cada erro pesa mais.

    Quem gere o transporte intermunicipal no Amapá?

    A SETRAP, secretaria estadual de transportes.

    Qual a principal rodovia do estado?

    A BR-156, que liga Macapá ao Oiapoque e a Laranjal do Jari.

    Quando a estrada fica mais difícil?

    No inverno amazônico, de janeiro a junho.

    Quem autoriza o BP-e no Amapá?

    A SEFAZ-AP credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Alagoas: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Alagoas: guia para viações

    Em Alagoas, as viações intermunicipais ligam Maceió ao agreste de Arapiraca e Palmeira dos Índios, ao sertão de Delmiro Gouveia e Santana do Ipanema, à zona da mata de União dos Palmares e ao litoral, do norte de Maragogi e São Miguel dos Milagres ao sul de Penedo e da foz do São Francisco. Em muitas empresas, o crescimento do turismo e da demanda do interior chegou antes da organização, e as planilhas continuam sendo o centro da gestão.

    Este guia mostra como uma viação alagoana pode trocar esse controle por um sistema.

    O que a planilha esconde

    A planilha esconde o resultado de cada linha, a real ocupação dos horários e as diferenças de caixa que se repetem. Ela também esconde dependências: se a pessoa que monta o fechamento faltar, ninguém sabe exatamente o que fazer.

    ARSAL e a regulação estadual

    O transporte intermunicipal em Alagoas é regulado pela ARSAL. As linhas, seções, horários e tarifas autorizados são a referência para o cadastro, que deve ser conferido com os documentos da agência antes da primeira venda no sistema.

    Rodoviária de Maceió e Arapiraca

    A rodoviária da capital e a de Arapiraca concentram boa parte das vendas. Com estoque único, a poltrona vendida em uma delas é bloqueada na outra, e também nas agências e no site.

    Litoral norte e turismo

    Maragogi, Japaratinga e São Miguel dos Milagres atraem turistas o ano todo, com picos no verão e nas férias. Viações que atendem essas cidades lidam com compras antecipadas, grupos e remarcações. O sistema acompanha tudo em tempo real e facilita a decisão sobre extras.

    Sertão e o São Francisco

    No sertão e na região do São Francisco, as linhas são mais longas e com menos horários. Cada lugar conta, e a venda por trecho permite aproveitar poltronas liberadas em cidades do caminho.

    Agências do interior

    Muitas cidades alagoanas têm vendas por agências e parceiros. No sistema, eles vendem sobre o mesmo estoque, com a tabela vigente e comissões calculadas automaticamente.

    Passo a passo da migração

    • Montar o cadastro conforme as autorizações da ARSAL.
    • Cadastrar a frota com o desenho de assentos de cada carro.
    • Começar por uma linha do agreste.
    • Levar as rodoviárias de Maceió e Arapiraca.
    • Integrar as agências do sertão e do litoral.
    • Abrir a compra pela internet e encerrar o uso das planilhas.

    Cuidar dos dados antes da virada

    Revise tarifas, horários e nomes de paradas antes da importação. Em Alagoas, povoados e distritos com nomes parecidos costumam gerar confusão nos bilhetes.

    Treinamento prático

    Treinamentos rápidos, no balcão, com situações comuns do dia a dia, preparam a equipe. Nas primeiras semanas, um contato fixo para dúvidas mantém a operação fluindo.

    Encomendas e despachos

    Viações alagoanas também levam encomendas entre a capital e o interior. No sistema, o despacho é vinculado à viagem e pode ser localizado a qualquer momento.

    Gratuidades e descontos

    Benefícios previstos em lei devem ser registrados na emissão, para que a viação tenha controle por viagem e relatórios confiáveis.

    Caixa sem retrabalho

    Cada venda registrada com operador e forma de pagamento permite fechar o caixa por turno em poucos minutos.

    Relatórios que orientam decisões

    Ocupação por linha e horário, receita por região e vendas por agência mostram onde a viação deve investir e onde deve ajustar.

    Zona da mata e trabalhadores

    Na zona da mata, muitos passageiros viajam para trabalhar em Maceió ou nas usinas da região, em horários fixos. Registrar essas vendas no sistema revela quais partidas lotam nos dias úteis e permite ajustar a frota sem depender de impressões.

    Remarcações na temporada

    No verão, quem viaja ao litoral muda de data com frequência. O sistema libera o lugar anterior no momento da troca, registra a diferença de tarifa e mantém o histórico do bilhete para consulta da equipe.

    Penedo e o baixo São Francisco

    Penedo, Piaçabuçu e as cidades ribeirinhas atraem visitantes pelo patrimônio histórico e pela foz do rio. Acompanhar essa demanda separadamente ajuda a decidir horários de fim de semana.

    Passageiros do agreste e do sertão

    Arapiraca é o grande polo do agreste, e muitas linhas do sertão passam por ela antes de chegar a Maceió. Ver no sistema a ocupação de cada trecho permite revender lugares liberados no caminho e ajustar horários de acordo com a demanda do interior.

    BP-e e a SEFAZ-AL

    Cada passagem intermunicipal emitida em Alagoas é um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (SEFAZ-AL) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão a partir da venda evita retrabalho.

    Os demais estados e o passo a passo completo estão reunidos no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist alagoano

    • Cadastro conforme a ARSAL.
    • Estoque único entre Maceió, Arapiraca e as agências.
    • Planejamento de extras para o litoral norte.
    • Venda por trecho nas linhas do sertão.
    • Povoados e distritos com nomes revisados.
    • Benefícios lançados no momento da emissão.

    Vexado: deixando a planilha em Alagoas

    Com o Vexado, a viação alagoana vende e emite passagens em um único sistema. As rodoviárias, as agências e o site compartilham o estoque, cada venda gera o BP-e e o caixa fecha com base nas vendas registradas.

    Turismo no litoral e linhas longas no sertão passam a ser acompanhados com relatórios atualizados.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal em Alagoas?

    A ARSAL.

    Quais são os principais pontos de venda?

    As rodoviárias de Maceió e Arapiraca.

    O turismo afeta a operação?

    Sim, principalmente no litoral norte, com picos no verão e nas férias.

    Como aproveitar melhor as linhas do sertão?

    Com venda por trecho, revendendo poltronas liberadas no caminho.

    Quem autoriza o BP-e em Alagoas?

    A SEFAZ-AL credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Acre: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Acre: guia para viações

    No Acre, a BR-364 e a BR-317 formam a espinha dorsal do transporte intermunicipal. Saindo de Rio Branco, as viações atendem Senador Guiomard, Capixaba, Xapuri, Epitaciolândia, Brasiléia e Assis Brasil pela BR-317, e Bujari, Sena Madureira, Manoel Urbano, Feijó, Tarauacá e Cruzeiro do Sul pela BR-364. Em muitas empresas, a gestão de horários, poltronas e caixa ainda é feita em planilhas, o que pesa principalmente nas linhas longas para o Vale do Juruá.

    Este guia mostra como uma viação acreana pode migrar para um sistema.

    Sinais de que é hora

    Caixa que não fecha, lugares vendidos duas vezes e relatórios que chegam atrasados dos pontos do interior são sinais claros. Em linhas longas e com poucos horários, cada erro custa caro.

    AGEAC e o cadastro

    O transporte intermunicipal acreano é regulado pela AGEAC, a agência reguladora dos serviços públicos do Acre. Linhas, seções, horários e tarifas autorizados são a base do cadastro, conferidos com a documentação oficial.

    Rodoviária de Rio Branco

    A rodoviária da capital concentra a maior parte das partidas. Com estoque único, a poltrona vendida no guichê é bloqueada para os pontos do interior e para o site.

    Cruzeiro do Sul e o Vale do Juruá

    A linha para Cruzeiro do Sul é a mais longa do estado e passa por Sena Madureira, Feijó e Tarauacá. No período chuvoso, as condições da BR-364 podem aumentar o tempo de viagem. A lista de embarque no sistema permite avisar passageiros e reorganizar vendas.

    Brasiléia e a fronteira

    Brasiléia e Epitaciolândia ficam em frente a Cobija, na Bolívia, e Assis Brasil faz fronteira com o Peru. Registrar corretamente documentos na venda evita problemas no embarque.

    Xapuri e o Alto Acre

    Xapuri, terra de Chico Mendes, e as cidades do Alto Acre recebem visitantes e têm movimento de moradores para Rio Branco. Acompanhar a ocupação mostra quando reforçar horários.

    Pontos parceiros

    No interior, a venda é feita por agências ou comércios parceiros. No sistema, eles usam a tabela vigente, e as comissões são calculadas por regra.

    Fases da migração

    • Cadastrar linhas e seções conforme a AGEAC.
    • Registrar a frota e a configuração de poltronas.
    • Começar por uma linha curta, como Rio Branco–Senador Guiomard.
    • Levar a rodoviária de Rio Branco.
    • Integrar os pontos do Alto Acre e do Vale do Juruá.
    • Liberar a venda online e parar de usar as planilhas.

    Escolha do período

    Evite fazer a virada no auge das chuvas, quando atrasos são mais frequentes. Um período de operação estável facilita o aprendizado.

    Dados para revisar

    Padronize nomes de vilas, seringais e paradas, confira tarifas por seção e elimine horários desativados.

    Treinamento e suporte

    Treinamentos práticos na rodoviária e sessões remotas para pontos distantes preparam a equipe. Suporte direto nas primeiras semanas evita a volta ao papel.

    Encomendas

    O despacho de encomendas entre a capital e o interior é comum. No sistema, cada volume fica ligado à viagem.

    Gratuidades

    Os benefícios previstos em lei são lançados na emissão, com controle por partida.

    Caixa e relatórios

    O caixa fecha por turno com base nas vendas registradas, e relatórios de ocupação e receita ficam disponíveis.

    Período das chuvas no Acre

    Entre novembro e abril, as chuvas afetam ramais e trechos da BR-364. Acompanhar atrasos pelo sistema ajuda a informar quem espera nas paradas do interior e a reorganizar conexões.

    Remarcação com histórico

    Quando o passageiro muda de data, a troca libera a poltrona anterior e mantém o registro do bilhete, permitindo revender o lugar.

    Sena Madureira e Tarauacá

    Sena Madureira e Tarauacá são pontos de parada importantes na linha do Juruá. Muitos passageiros embarcam ou descem ali, e a venda por trecho ajuda a aproveitar esses lugares.

    Contingência de internet

    Em pontos com sinal fraco, um procedimento de contingência definido antes da virada permite registrar vendas e sincronizá-las depois, sem cadernos paralelos.

    Estudantes, servidores e saúde

    Muitos moradores do interior viajam a Rio Branco para estudar, trabalhar no serviço público ou buscar atendimento médico. Os dados por dia da semana revelam picos de segunda e sexta e ajudam a ajustar horários.

    Festivais e datas locais

    Eventos como a Expoacre, em Rio Branco, e festas tradicionais no interior aumentam a procura. Comparar as vendas com as do ano anterior ajuda a programar extras com segurança.

    BP-e e a SEFAZ-AC

    Cada passagem intermunicipal emitida no Acre é um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda do Acre (SEFAZ-AC) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada à venda evita retrabalho.

    O guia com todos os estados e o roteiro completo está no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist acreano

    • Cadastro conforme a AGEAC.
    • Estoque único entre Rio Branco e o interior.
    • Avisos a passageiros na linha do Juruá.
    • Documentos registrados nas linhas de fronteira.
    • Virada fora do auge das chuvas.
    • Seringais e vilas com nomes padronizados.

    Vexado: sair da planilha no Acre

    O Vexado reúne venda e emissão de passagens para viações acreanas. A rodoviária de Rio Branco, os pontos do interior e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    As linhas longas do Juruá e as de fronteira passam a ser acompanhadas com relatórios de ocupação, caixa e encomendas.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal no Acre?

    A AGEAC.

    Qual a linha mais longa do estado?

    A de Rio Branco para Cruzeiro do Sul, pela BR-364.

    Quais cidades ficam na fronteira?

    Brasiléia e Epitaciolândia, com a Bolívia, e Assis Brasil, com o Peru.

    Quando evitar a virada?

    No auge do período chuvoso.

    Quem autoriza o BP-e no Acre?

    A SEFAZ-AC credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Pará: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Pará: guia para viações

    O Pará é um estado de dimensões continentais, em que o ônibus divide espaço com o barco. As viações intermunicipais atendem a Região Metropolitana de Belém, o nordeste paraense de Castanhal, Bragança, Capanema e Salinópolis, o sudeste de Marabá, Parauapebas e Redenção, além de Paragominas, Tucuruí e as cidades ao longo da BR-316 e da PA-150. Em muitas empresas, horários, tarifas, guichês e agências ainda são controlados em planilhas que mal conversam entre si.

    Este guia mostra como uma viação paraense pode trocar esse controle por um sistema.

    O preço da desorganização

    Em uma malha tão extensa, a informação demora. A agência de Marabá envia o relatório dias depois, o caixa da rodoviária de Belém fecha com diferença e a tabela nova não chega a todos os pontos ao mesmo tempo. Sem dados no momento certo, a viação reage tarde a mudanças de demanda.

    ARTRAN/PA e o cadastro

    O transporte intermunicipal paraense é regulado pela Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos de Transporte do Estado do Pará (ARTRAN/PA), criada pela Lei 10.308/2023. Linhas, seções, horários e tarifas autorizados devem ser a base do cadastro no sistema, conferidos com a documentação da agência.

    Rodoviária de Belém e Castanhal

    A rodoviária de Belém, em São Brás, concentra muitas partidas, e Castanhal funciona como entroncamento para o nordeste e o sul do estado. Com estoque único, a poltrona vendida em um desses pontos é bloqueada em todos os outros, inclusive no site.

    Salinas e o verão paraense

    Em julho, o veraneio leva multidões a Salinópolis, Marudá, Ajuruteua e outras praias. É o mês em que as planilhas mais falham. O sistema acompanha a ocupação a cada venda e permite decidir extras com antecedência.

    Círio de Nazaré

    Em outubro, o Círio de Nazaré atrai romeiros de todo o estado para Belém. As linhas do interior para a capital lotam, e as reservas de grupos se multiplicam. O controle centralizado evita vendas duplicadas e mostra onde reforçar.

    Sudeste paraense e a mineração

    Marabá, Parauapebas e Canaã dos Carajás têm forte movimento de trabalhadores ligados à mineração e à construção. Linhas longas, com muitas paradas, pedem venda por trecho e controle por seção.

    Agências pelo interior

    Muitas cidades paraenses têm vendas por agências. No sistema, elas usam a mesma tabela de Belém, e as comissões são calculadas por regra, sem consolidação manual.

    Etapas da implantação

    • Cadastrar linhas e seções conforme a ARTRAN/PA.
    • Registrar os carros com a distribuição dos lugares.
    • Começar por uma linha do nordeste paraense.
    • Levar a rodoviária de Belém e Castanhal.
    • Integrar as agências do sudeste e do oeste da malha rodoviária.
    • Habilitar a venda online e desativar as planilhas.

    Escolha da data

    Evite julho e as semanas do Círio para a virada. Um mês de movimento estável dá à equipe tempo para se adaptar.

    Dados a revisar

    Antes da importação, revise tarifas por seção, horários extintos e nomes de vilas e paradas, que muitas vezes variam entre planilhas.

    Treinamento por polo

    Treinamentos nos polos regionais e sessões remotas para agências distantes preparam a equipe. Um canal direto para dúvidas nas primeiras semanas evita o retorno ao papel.

    Ônibus e barco

    Muitos passageiros combinam ônibus e barco em uma mesma viagem. Mesmo que a travessia não seja vendida pela viação, informar horários de chegada realistas ajuda quem precisa seguir pelo rio.

    Encomendas pelo estado

    O transporte de encomendas é relevante em muitas linhas paraenses. No sistema, o despacho é vinculado à viagem e pode ser acompanhado até a retirada.

    Gratuidades e benefícios

    Benefícios previstos em lei devem ser lançados na emissão, com controle por partida.

    Caixa e relatórios

    O caixa por operador fecha com base nas vendas registradas, e relatórios de ocupação, receita e agências ficam disponíveis a qualquer hora.

    Remarcação com histórico

    No veraneio e no Círio, muitos passageiros mudam a data da viagem. A troca no sistema libera a poltrona anterior e registra a diferença de tarifa.

    Paragominas e Tucuruí

    Paragominas, na BR-010, e Tucuruí, junto à usina hidrelétrica, são polos regionais com demanda própria. Acompanhar as vendas separadamente ajuda a ajustar a grade.

    BP-e e a SEFA-PA

    Cada passagem intermunicipal emitida no Pará é um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda do Pará (SEFA-PA) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada à venda evita retrabalho.

    Para comparar com outros estados e ver o roteiro completo, acesse o guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist paraense

    • Cadastro conforme a ARTRAN/PA.
    • Estoque único entre Belém, Castanhal e as agências.
    • Extras para o veraneio de julho e o Círio.
    • Venda por trecho no sudeste.
    • Virada fora de julho e de outubro.
    • Horários de chegada informados a quem segue de barco.

    Vexado: sair da planilha no Pará

    O Vexado oferece às viações paraenses venda e emissão de passagens num único sistema. A rodoviária de Belém, Castanhal, as agências do interior e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    O veraneio, o Círio e as linhas longas do sudeste passam a ser acompanhados com relatórios de ocupação, caixa e comissões.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal no Pará?

    A Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos de Transporte do Estado do Pará (ARTRAN/PA).

    Quando a demanda mais cresce?

    No veraneio de julho e no Círio de Nazaré, em outubro.

    Por que Castanhal é importante?

    Porque é um entroncamento para o nordeste e o sul do estado.

    O sistema vende a travessia de barco?

    Não necessariamente; o foco é a viagem de ônibus, com horários de chegada informados.

    Quem autoriza o BP-e no Pará?

    A SEFA-PA credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Minas Gerais: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Minas Gerais: guia para viações

    Minas Gerais tem 853 municípios e uma das maiores malhas de transporte intermunicipal do país. Viações mineiras atendem desde linhas curtas entre cidades vizinhas até viagens longas que cruzam o estado, do Triângulo ao Vale do Jequitinhonha e do Sul de Minas ao Norte. Com tantos horários, agências e pontos de parada, controlar tudo em planilhas exige um esforço enorme, e qualquer erro se multiplica.

    Este texto mostra como uma empresa mineira pode deixar as planilhas para trás de forma organizada.

    Onde a planilha começa a falhar

    Os problemas costumam surgir em pontos previsíveis: a tabela de tarifas muda e nem todas as agências recebem a versão nova; o caixa da rodoviária não bate com o relatório das vendas; e a diretoria só descobre que uma linha está dando prejuízo meses depois. Em uma malha grande como a mineira, esses atrasos de informação custam caro.

    SEINFRA, DER-MG e o cadastro

    O transporte intermunicipal em Minas é regulado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (SEINFRA), com atuação do DER-MG. O cadastro do sistema deve seguir as linhas, seções, horários e tarifas aprovados. Em empresas com muitas linhas, vale organizar o trabalho por região, conferindo cada bloco antes de passar ao seguinte.

    Rodoviária de Belo Horizonte e o interior

    A rodoviária da capital concentra partidas para todo o estado. Ao mesmo tempo, muitas vendas acontecem em cidades-polo, como Juiz de Fora, Uberlândia, Montes Claros, Governador Valadares e Divinópolis. Para que todos esses pontos vendam sem conflito, o estoque de poltronas precisa ser único e atualizado a cada venda.

    Agências em cidades pequenas

    Em muitas cidades mineiras, a venda é feita por uma agência ou um comerciante local. Na planilha, essas vendas chegam por telefone, mensagem ou papel, com atraso. No sistema, a agência vende diretamente sobre o estoque, a comissão é calculada por regra e o repasse é conferido sem retrabalho.

    Uma implantação por regiões

    Em Minas, faz sentido migrar por regiões:

    • Montar o cadastro completo, conferido com as autorizações estaduais.
    • Começar pela região com menor número de agências.
    • Acompanhar o caixa e as vendas diariamente nas primeiras semanas.
    • Levar a rodoviária de Belo Horizonte e as cidades-polo.
    • Incluir as agências das cidades pequenas, com treinamento local.
    • Encerrar as planilhas após dois fechamentos mensais sem diferenças.

    O que importar e o que arquivar

    Linhas, tarifas, frota com mapa de poltronas, agências, operadores e passagens já vendidas para datas futuras precisam estar no sistema no dia da virada. Relatórios antigos podem ficar arquivados para consulta.

    Treinar quem vende longe da sede

    Agentes de cidades distantes nem sempre podem ir à sede. Treinamentos remotos curtos, materiais simples e um canal direto para dúvidas nas primeiras semanas fazem diferença. Quanto mais fácil for vender no sistema, mais rápido as agências abandonam o papel.

    Festas, romarias e férias

    Minas tem muitos eventos que mudam a demanda, como festas religiosas, festivais e o movimento de férias para cidades históricas como Ouro Preto, Tiradentes e Diamantina. Com as vendas registradas em tempo real, a viação vê a procura crescer e planeja carros extras com antecedência.

    Indicadores que a diretoria passa a ter

    Ocupação por linha e horário, receita por região, vendas por agência, cancelamentos e remarcações passam a ser consultados a qualquer momento. Com esses números, decisões sobre horários e frota deixam de depender de impressões.

    Encomendas entre cidades mineiras

    O transporte de encomendas é uma receita importante para muitas viações de Minas, principalmente em cidades onde não há outra opção rápida de envio. Controlar despachos em cadernos ou planilhas dificulta saber quais volumes já foram entregues e quais ainda estão no bagageiro. No sistema, a encomenda é registrada no balcão, vinculada a uma viagem e acompanhada até a retirada no destino.

    Frota e mapa de poltronas

    Carros convencionais, executivos e leitos têm mapas diferentes. Registrar cada veículo com seu layout permite vender a poltrona certa e trocar o carro de um horário sem refazer as vendas manualmente.

    A data certa para a virada

    Evite iniciar a venda no sistema às vésperas de feriados mineiros ou de férias escolares. Um período de movimento normal dá à equipe tempo para aprender sem pressão.

    BP-e e a SEF-MG

    Cada passagem intermunicipal vendida em Minas gera um BP-e. A Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF-MG) credencia a empresa e autoriza o BP-e. Quando a emissão nasce da venda, o fiscal acompanha o operacional sem digitação extra.

    Para o método completo e os guias dos outros estados, consulte o guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist mineiro

    • Cadastro organizado por região e conferido com a SEINFRA e o DER-MG.
    • Estoque único para a rodoviária de BH e as cidades-polo.
    • Agências de cidades pequenas vendendo no sistema.
    • Migração por etapas regionais.
    • Treinamento remoto para agentes distantes.
    • Planejamento de extras em festas e férias.

    Vexado: deixando a planilha em Minas Gerais

    O Vexado reúne venda e emissão de passagens para viações mineiras. Linhas e tarifas ficam em um único cadastro, a rodoviária de Belo Horizonte, as agências do interior e o site vendem sobre o mesmo estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Comissões, caixa e ocupação deixam de ser montados à mão, e a direção acompanha cada região com relatórios atualizados.

    Perguntas frequentes

    Por que a malha mineira dificulta o controle em planilha?

    Porque o grande número de linhas, municípios e agências multiplica as versões de tabelas e relatórios.

    Quem regula o transporte intermunicipal em Minas?

    A SEINFRA, com atuação do DER-MG.

    Como migrar uma empresa com muitas agências?

    Por regiões, começando pela que tem menos pontos de venda.

    Agências pequenas conseguem usar o sistema?

    Sim, com treinamento simples e suporte nas primeiras semanas.

    Quem autoriza o BP-e em Minas Gerais?

    A SEF-MG credencia a empresa e autoriza o BP-e.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Maranhão: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Maranhão: guia para viações

    O Maranhão combina uma capital em ilha, São Luís, com um interior extenso que inclui Imperatriz, Caxias, Timon, Bacabal, Codó, Balsas, Santa Inês, Pinheiro e Barreirinhas. As viações intermunicipais atendem desde o eixo da BR-135 até o sul do estado e a região dos Lençóis Maranhenses. Com tantas cidades e agências, as planilhas se multiplicam, e a gestão passa a depender de quem sabe juntar todos os arquivos.

    Veja como uma viação maranhense pode migrar para um sistema.

    Sinais de alerta

    Os sinais de que a planilha não dá mais conta incluem fechamento de caixa demorado, comissões calculadas à mão, tabelas de tarifas desencontradas entre agências e dificuldade para saber a ocupação de cada horário. Quando eles aparecem juntos, a mudança se paga rapidamente.

    MOB e o cadastro de linhas

    O transporte intermunicipal maranhense é regulado pela MOB, a Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos. O cadastro do sistema deve partir das linhas, seções, horários e tarifas autorizados, conferidos com a documentação da agência.

    São Luís e a saída da ilha

    A rodoviária de São Luís concentra grande parte das partidas, e todas as linhas para o continente passam pelo Estreito dos Mosquitos. Com estoque único, a poltrona vendida na capital é bloqueada para Imperatriz, Caxias e as demais agências.

    Imperatriz e o sul

    Imperatriz é o segundo polo do estado e porta de entrada para o sul maranhense, com linhas para Balsas e o cerrado agrícola. As vendas feitas ali precisam enxergar o mesmo estoque da capital, e o controle por trecho evita conflitos nas linhas longas.

    Lençóis Maranhenses e turismo

    Barreirinhas, Santo Amaro e o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses recebem turistas, especialmente no período em que as lagoas estão cheias, em geral entre junho e setembro. Acompanhar a ocupação em tempo real ajuda a reforçar horários.

    São João e bumba meu boi

    As festas juninas, com o bumba meu boi, movimentam São Luís e o interior. A procura cresce por semanas, e a planilha não acompanha essa velocidade de venda.

    Agências e pontos do interior

    Em muitas cidades, a venda é feita por agências ou parceiros. No sistema, eles usam a tabela vigente, e as comissões são calculadas por regra.

    Implantação passo a passo

    • Cadastrar linhas e seções conforme a MOB.
    • Registrar a frota e a configuração de assentos de cada veículo.
    • Começar por uma linha do eixo da BR-135.
    • Levar a rodoviária de São Luís e a de Imperatriz.
    • Integrar as agências da Baixada, do sul e do leste.
    • Ligar a venda pelo site e deixar as planilhas apenas como registro histórico.

    Evitar a virada em junho

    Começar perto do São João aumenta o risco de erros. O ideal é implantar com antecedência, em um período de movimento normal.

    Revisão de dados

    Nomes de municípios, povoados e paradas, tarifas por seção e horários extintos devem ser revisados antes da importação.

    Treinamento e suporte

    Treinamentos curtos no balcão e sessões remotas para agências distantes preparam a equipe. Um contato direto nas primeiras semanas evita filas e retorno ao papel.

    Encomendas pelo estado

    Viações maranhenses costumam levar encomendas entre a capital e o interior. No sistema, o despacho é vinculado à viagem e pode ser localizado a qualquer momento.

    Gratuidades e benefícios

    Benefícios legais devem ser registrados no momento da emissão, garantindo controle por viagem.

    Caixa e indicadores

    O caixa por operador fecha com base nas vendas registradas, e relatórios de ocupação, receita e desempenho das agências ficam prontos.

    Timon, Caxias e o leste

    Timon fica em frente a Teresina, e muitas linhas do leste maranhense passam por Caxias e Codó. Viagens entre Timon e a capital piauiense são interestaduais e seguem a ANTT, por isso precisam de cadastro separado no sistema.

    Baixada Maranhense

    Pinheiro, Viana e as cidades da Baixada dependem tanto do ônibus quanto da travessia de ferry-boat entre São Luís e Cujupe. Conhecer a ocupação dessas linhas pelos dados ajuda a coordenar horários com a travessia.

    Remarcação com histórico

    No período junino e nas férias, quem comprou cedo muda de data com frequência. A troca no sistema libera o lugar anterior e registra a diferença de tarifa, mantendo o histórico completo do bilhete para consulta.

    BP-e e a SEFAZ-MA

    Cada passagem intermunicipal emitida no Maranhão é um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda do Maranhão (SEFAZ-MA) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada à venda evita retrabalho.

    O guia com todos os estados está no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist maranhense

    • Cadastro conforme a MOB.
    • Estoque único entre São Luís, Imperatriz e as agências.
    • Extras para o São João e para os Lençóis.
    • Controle por trecho nas linhas para o sul.
    • Implantação longe de junho.
    • Encomendas ligadas a cada partida.

    Vexado: da planilha ao sistema no Maranhão

    O Vexado permite que viações maranhenses vendam e emitam passagens num só sistema. São Luís, Imperatriz, as agências do interior e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Turismo, festas juninas e linhas longas passam a ser planejados com relatórios de ocupação, caixa e comissões.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal no Maranhão?

    A MOB, Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos.

    Qual o segundo polo de vendas do estado?

    Imperatriz, no sudoeste maranhense.

    Quando os Lençóis recebem mais turistas?

    Em geral entre junho e setembro, quando as lagoas estão cheias.

    Por que evitar a virada em junho?

    Por causa da alta demanda das festas juninas.

    Quem autoriza o BP-e no Maranhão?

    A SEFAZ-MA credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Rio Grande do Sul: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Rio Grande do Sul: guia para viações

    No Rio Grande do Sul, as viações intermunicipais atravessam regiões com perfis muito diferentes: a Região Metropolitana de Porto Alegre, a Serra Gaúcha, o Vale do Taquari, a Campanha, as Missões, o Litoral Norte e a região de Pelotas. Muitas empresas familiares, com décadas de estrada, ainda administram horários, tarifas, caixa e agências em planilhas. O conhecimento acumulado é valioso, mas fica preso em arquivos que só poucas pessoas entendem.

    A seguir, um caminho para uma viação gaúcha migrar para um sistema sem perder esse conhecimento.

    Quando o controle manual trava a empresa

    A planilha trava a empresa quando cada decisão depende de alguém consolidar dados de vários arquivos. A diretoria pergunta qual linha está dando prejuízo e a resposta leva dias. O caixa da rodoviária fecha com diferença e ninguém sabe em qual venda ela surgiu. A tarifa muda e algumas agências continuam cobrando o valor antigo.

    DAER-RS, AGERGS e o cadastro

    O transporte intermunicipal gaúcho é gerido pelo DAER-RS, com regulação da AGERGS. As linhas, seções, horários e tarifas autorizados são a base do cadastro no sistema. Quanto mais fiel for esse cadastro, menos ajustes serão necessários depois da virada.

    Rodoviária de Porto Alegre

    A Estação Rodoviária de Porto Alegre concentra partidas para todo o estado. Viações que também vendem em Caxias do Sul, Santa Maria, Pelotas, Passo Fundo e outras cidades precisam de um estoque único, para que a poltrona vendida na capital deixe de aparecer nos demais guichês no mesmo instante.

    Serra, Litoral Norte e sazonalidade

    A Serra Gaúcha recebe muitos turistas em festivais e no inverno, e o Litoral Norte enche no verão. Esses picos são o pesadelo de quem controla vendas em planilha. Com o sistema, a viação acompanha a ocupação de cada horário e decide com antecedência sobre carros extras.

    Interior e agências comissionadas

    Na Campanha, nas Missões e no norte do estado, agências em cidades pequenas respondem por boa parte das vendas. Integrá-las ao sistema padroniza a tarifa cobrada, calcula a comissão por regra e acaba com a consolidação mensal de relatórios.

    Roteiro de migração

    • Montar o cadastro a partir das autorizações do DAER-RS.
    • Registrar a frota com o layout de cada carro.
    • Começar por uma linha regional como piloto.
    • Levar a rodoviária de Porto Alegre e as cidades-polo.
    • Integrar as agências do interior.
    • Ligar o site da viação e guardar as planilhas como arquivo histórico.

    Transformar conhecimento em cadastro

    Em empresas antigas, muitas regras estão na cabeça dos funcionários: o horário que só roda em dia de feira, a parada que não aparece no papel, o desconto combinado com uma prefeitura. A migração é a hora de registrar essas regras no sistema, depois de conferir se estão de acordo com a autorização.

    Treinamento com quem tem experiência

    Funcionários experientes podem resistir à mudança. Envolvê-los desde o cadastro, mostrando que o sistema reduz o trabalho repetitivo, ajuda a transformar resistência em apoio. Treinamentos práticos, por turno, completam a preparação.

    Encomendas no interior gaúcho

    O despacho de encomendas é comum entre a capital e o interior. No sistema, cada volume fica ligado a uma viagem, com remetente, destinatário e frete registrados, o que facilita localizar e entregar.

    Fechamento de caixa por turno

    Com as vendas registradas na origem, o caixa de cada operador é conferido no fim do turno, e as diferenças aparecem enquanto ainda é possível explicá-las.

    Relatórios para a diretoria

    Ocupação por linha e por horário, receita por região, vendas por agência e cancelamentos ficam disponíveis sem montagem manual. É a base para rever horários, frota e parcerias.

    Gratuidades e passe estudantil

    Gratuidades e benefícios previstos em lei precisam ser controlados por viagem. Na planilha, esse registro costuma ser feito depois, com risco de esquecimento. No sistema, o tipo de passagem é escolhido na venda, e o relatório mostra quantos lugares reservados foram usados em cada horário.

    Viagens fretadas e excursões

    Muitas viações gaúchas também fazem fretamentos para festas, romarias e excursões escolares. Controlar contratos, pagamentos e veículos reservados em planilha à parte gera conflito com a escala das linhas regulares. Quando o fretamento é lançado no mesmo sistema, a frota disponível fica clara para todos.

    BP-e e a Receita Estadual

    Cada passagem intermunicipal emitida no estado gera um BP-e, autorizado pela SVRS (Receita Estadual do RS), que também credencia a empresa. Quando a emissão nasce da venda, cancelamentos e remarcações recebem o tratamento correto sem retrabalho.

    Quem quiser comparar com outras regiões encontra o método completo no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist gaúcho

    • Cadastro baseado nas autorizações do DAER-RS.
    • Estoque único na rodoviária de Porto Alegre e nas cidades-polo.
    • Extras planejados para a Serra e o Litoral Norte.
    • Agências do interior no sistema.
    • Regras informais revisadas e registradas.
    • Fechamento do caixa de cada operador ao fim do expediente.

    Vexado: saindo da planilha no Rio Grande do Sul

    Com o Vexado, a viação gaúcha vende e emite passagens em um único sistema. O cadastro das linhas vale para a rodoviária da capital, para as agências do interior e para o site, e cada venda gera o BP-e.

    O caixa, as comissões e a ocupação passam a ser acompanhados em relatórios, e o conhecimento da empresa fica registrado no sistema, e não apenas em planilhas.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal no Rio Grande do Sul?

    O DAER-RS, com regulação da AGERGS.

    Qual o principal ponto de venda da capital?

    A Estação Rodoviária de Porto Alegre.

    Como lidar com regras que só existem na cabeça dos funcionários?

    Registrá-las no sistema durante a migração, depois de conferir com a autorização.

    O sistema ajuda na temporada da Serra e do litoral?

    Sim, com acompanhamento da ocupação em tempo real.

    Quem autoriza o BP-e no Rio Grande do Sul?

    A SVRS (Receita Estadual do RS).