Tag: controle de passagens sem planilha

  • Sair da planilha: guia nacional para viações

    Sair da planilha: guia nacional para viações

    Por que tantas viações ainda dependem da planilha

    Muitas empresas de ônibus cresceram controlando horários, poltronas, caixa e encomendas em cadernos e, depois, em planilhas. No começo, o método funciona: é barato, flexível e todo mundo sabe usar.

    O problema aparece com o crescimento. Mais linhas, mais agências e mais vendas pela internet multiplicam os arquivos, e a gestão passa a depender de quem consegue juntar tudo no fim do dia.

    Sinais de que a planilha chegou ao limite

    Os sinais mais comuns são caixa que não fecha na primeira tentativa, poltronas vendidas duas vezes, tabelas de tarifas diferentes em cada ponto de venda, comissões calculadas à mão e relatórios que chegam com dias de atraso.

    Quando dois ou três desses problemas aparecem juntos, o custo da planilha já supera o de um sistema, mesmo que ele não apareça em nenhuma linha do orçamento.

    O custo invisível do controle manual

    Horas de digitação, retrabalho no fechamento, lugares que ficam vazios porque não foram liberados e decisões de frota tomadas sem dados são custos reais.

    Há também o risco de depender de uma ou duas pessoas que conhecem as fórmulas. Se elas saem ou adoecem, a operação fica sem referência.

    O que muda com um sistema de gestão

    Com um sistema, cada venda é registrada uma única vez, no momento em que acontece. Guichê, agências e site trabalham sobre o mesmo estoque, e a poltrona vendida em um ponto fica indisponível em todos os outros.

    Caixa, comissões, ocupação e receita passam a ser consultados em relatórios, sem montagem manual.

    Regulação: o cadastro começa pelas autorizações

    As linhas intermunicipais são reguladas pelo órgão de cada estado, como ARTESP, DETRO-RJ, AGERBA, ARCE, AGEMS, AGERGS, ARSEPAM, AGERO, AGEAC ou a Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos de Transporte do Estado do Pará (ARTRAN/PA). Em Santa Catarina, há a SIE e a ARESC, agência reguladora estadual (Lei 19.374/2025). As linhas interestaduais seguem a ANTT.

    Linhas, seções, horários e tarifas cadastrados no sistema devem corresponder ao que está autorizado. Conferir esses dados com os documentos oficiais é o primeiro passo da migração.

    Estoque único de poltronas

    O estoque único é a mudança mais visível para o passageiro. Ele acaba com vendas duplicadas e permite que a rodoviária, as agências e a internet vendam ao mesmo tempo, com segurança.

    Com controle por trecho, a poltrona liberada em uma cidade intermediária volta à venda para o restante da viagem.

    Tarifas e tabelas sempre atualizadas

    Na planilha, uma tabela nova demora a chegar a todos os pontos. No sistema, o reajuste é cadastrado uma vez e vale para todos ao mesmo tempo, sem risco de cobrança errada.

    Isso também facilita a fiscalização, porque o valor cobrado corresponde ao autorizado para cada seção.

    Agências e comissões

    Agências e pontos parceiros vendem sobre o mesmo estoque e com a mesma tabela. As comissões são calculadas por regra, e o repasse passa a ter base documental.

    A viação deixa de esperar relatórios enviados por mensagem e passa a acompanhar cada ponto em tempo real.

    Caixa e fechamento por turno

    O caixa de cada operador fecha com base nas vendas registradas. Diferenças aparecem na hora e podem ser corrigidas no mesmo turno.

    Sangrias, cancelamentos e remarcações ficam registrados, o que reduz discussões e facilita auditorias.

    Encomendas e gratuidades

    Muitas viações também transportam encomendas. No sistema, cada volume fica vinculado à viagem e pode ser localizado até a retirada.

    Os benefícios previstos em lei, como os lugares garantidos a idosos e pessoas com deficiência, são registrados na emissão, com controle por partida.

    BP-e: a parte fiscal da migração

    Cada passagem intermunicipal emitida gera um Bilhete de Passagem Eletrônico, o BP-e. Ele é autorizado pela SEFAZ do estado ou pela SVRS, conforme a UF; o órgão fazendário de cada estado credencia a empresa. Em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná e São Paulo, a secretaria estadual credencia a empresa e autoriza o BP-e.

    Quando a emissão nasce da venda registrada, cancelamentos e remarcações recebem o tratamento fiscal correto sem digitação dupla.

    Revisão e limpeza dos dados

    Antes da importação, vale padronizar nomes de cidades, distritos e paradas, conferir tarifas por seção e remover horários que já não operam.

    Dados limpos evitam que os erros da planilha sejam simplesmente transferidos para o novo sistema.

    Implantação por etapas

    A migração mais segura começa por uma linha simples, com poucos pontos de venda. Depois, entram a rodoviária principal, os polos regionais, as agências e, por fim, a venda online.

    Durante algumas semanas, a planilha pode servir de conferência, mas deve ser abandonada assim que o sistema estiver estável.

    Escolha do momento certo

    Feriados prolongados, festas regionais, como o São João no Nordeste e o Círio de Nazaré no Pará, e as temporadas de praia não são bons momentos para a virada.

    Um período de movimento normal dá à equipe tempo para aprender sem pressão.

    Treinamento e suporte

    Treinamentos práticos no guichê e sessões remotas para agências distantes preparam a equipe. Materiais de consulta curtos ajudam nos primeiros dias.

    Um canal direto para dúvidas nas primeiras semanas evita filas e a tentação de voltar ao papel.

    Por estado

    Cada estado tem regulador, estradas, clima e calendário próprios, e isso muda a forma de migrar da planilha para um sistema. Escolha o guia regional:

    Norte

    Nordeste

    Centro-Oeste

    Sudeste

    Sul

    Vexado: o caminho para sair da planilha

    O Vexado é um sistema de venda e emissão de passagens para viações rodoviárias. Rodoviárias, agências e o site vendem sobre o mesmo estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Caixa, comissões, encomendas e ocupação ficam em relatórios, dando à viação base para decidir horários e frota com dados, e não com palpites.

    Perguntas frequentes

    Quando uma viação deve sair da planilha?

    Quando surgem caixa que não fecha, vendas duplicadas, tabelas desencontradas ou relatórios atrasados.

    Uma empresa pequena também precisa de sistema?

    Sim. Com frota pequena e poucos horários, cada erro pesa mais.

    Quem regula as linhas intermunicipais?

    O órgão de cada estado, como uma agência reguladora ou departamento de estradas. As interestaduais seguem a ANTT.

    O que é estoque único de poltronas?

    É o controle em que todos os pontos de venda usam o mesmo mapa de assentos, evitando vendas duplicadas.

    O que é venda por trecho?

    É a venda de cada seção da linha, permitindo revender a poltrona liberada em uma cidade intermediária.

    Como ficam as tarifas no sistema?

    São cadastradas por seção, conforme a autorização, e valem ao mesmo tempo em todos os pontos.

    As agências continuam vendendo?

    Sim, sobre o mesmo estoque, com comissões calculadas por regra.

    Como fica o fechamento de caixa?

    Por operador e turno, com base nas vendas registradas.

    O sistema controla encomendas?

    Sim. Cada volume fica vinculado à viagem e pode ser localizado.

    Como são registradas as gratuidades?

    No momento da emissão, com controle por partida.

    O que é o BP-e?

    É o Bilhete de Passagem Eletrônico, documento fiscal de cada passagem intermunicipal.

    Quem autoriza o BP-e?

    A SEFAZ do estado ou a SVRS, conforme a UF. Em MG, MS, MT, PR e SP, a secretaria estadual credencia a empresa e autoriza o BP-e.

    Por onde começar a migração?

    Pela revisão das linhas, seções e tarifas autorizadas e por uma linha simples.

    Quanto tempo a planilha deve ser mantida?

    Apenas algumas semanas, como conferência, até o sistema ficar estável.

    Qual o melhor momento para a virada?

    Um período de movimento normal, longe de feriados e festas regionais.

    Como treinar a equipe?

    Com treinamentos práticos no guichê, sessões remotas para agências e suporte direto nas primeiras semanas.

    Os dados antigos podem ser aproveitados?

    Sim, depois de revisados e padronizados.

    Onde encontro o guia do meu estado?

    Na seção Por estado deste guia, com links para os 26 guias regionais.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Santa Catarina: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Santa Catarina: guia para viações

    Santa Catarina tem uma rede de cidades médias bem distribuída, e as viações intermunicipais ligam o litoral, o Vale do Itajaí, o norte industrial, o planalto serrano e o oeste. Uma mesma empresa pode atender trabalhadores que viajam todos os dias entre Blumenau e Itajaí, turistas que vão a Balneário Camboriú no verão e estudantes que voltam para o oeste nos fins de semana. Quando tudo isso é controlado em planilhas, a empresa perde agilidade justamente nos momentos de maior procura.

    Este guia explica como uma viação catarinense pode trocar as planilhas por um sistema de gestão e venda, passo a passo.

    Retrato da operação em planilha

    Na maioria das empresas, o quadro se repete: a programação de horários fica em um arquivo, as tarifas em outro, as vendas dos guichês chegam em relatórios separados e as comissões das agências são somadas no fim do mês. Cada arquivo tem um dono, e quando essa pessoa falta, ninguém sabe ao certo qual é a versão correta.

    O resultado é retrabalho constante, decisões lentas e pouca visibilidade sobre o resultado de cada linha.

    Regulação estadual e cadastro

    No estado, a Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) responde pelo serviço, e a ARESC, agência reguladora estadual (Lei 19.374/2025), regula e fiscaliza o transporte intermunicipal. O cadastro do sistema deve partir das linhas, seções, horários e tarifas autorizados, conferidos item a item com a documentação oficial antes da primeira venda.

    Rita Maria e os terminais regionais

    O Terminal Rita Maria, em Florianópolis, é o principal ponto de partida da capital, mas boa parte da venda acontece em terminais de Joinville, Blumenau, Itajaí, Lages, Chapecó e Criciúma. Com um estoque único de poltronas, todos esses balcões vendem sem risco de duplicidade, e a viação vê a ocupação consolidada de cada horário.

    Verão no litoral catarinense

    De dezembro a fevereiro, a demanda para as praias cresce muito, e as remarcações se multiplicam. Em planilha, acompanhar essa movimentação exige atualizações constantes e sujeitas a falha. No sistema, cada troca de data ou de poltrona é registrada na hora, e a empresa sabe com antecedência quando precisa de carros extras.

    Oeste e planalto: agências e distâncias

    Nas regiões oeste e serrana, muitas vendas passam por agências em cidades menores. Trazer esses pontos para o sistema elimina os relatórios enviados por mensagem, padroniza o cálculo de comissões e permite que a agência veja a mesma disponibilidade que o terminal da capital.

    Fases recomendadas

    • Montar o cadastro a partir das autorizações estaduais vigentes.
    • Registrar a frota com o mapa de poltronas de cada veículo.
    • Testar a venda em um terminal regional.
    • Levar o Rita Maria e os demais terminais.
    • Incluir as agências do oeste e do planalto.
    • Liberar a venda online e encerrar as planilhas após fechamentos corretos.

    Revisão das tarifas por seção

    Linhas longas, com muitas seções intermediárias, são as que mais acumulam erros de tarifa em planilha. Revisar cada par de origem e destino antes da importação evita cobranças erradas e reclamações.

    Treinamento nos terminais

    Equipes treinadas em pequenos grupos, com exemplos de vendas reais do próprio terminal, adotam o sistema mais rápido. Um material de consulta rápida no balcão e um contato para dúvidas nas primeiras semanas completam o processo.

    Encomendas entre polos industriais

    Viações que ligam polos como Joinville, Jaraguá do Sul e Blumenau costumam transportar encomendas. Registrar o despacho no sistema, vinculado à viagem, facilita a localização do volume e a conferência do frete.

    Caixa e repasses

    Cada venda registrada com operador e forma de pagamento permite fechar o caixa por turno e conferir os repasses das agências por período, sem consolidar arquivos.

    Indicadores para a gestão

    Ocupação por horário, receita por linha, vendas por canal e por agência mostram onde a operação está forte e onde precisa de ajuste. Com esses dados, a grade de verão e a de inverno podem ser planejadas com base no que realmente aconteceu.

    Linhas de trabalhadores e passageiros frequentes

    Entre cidades do Vale do Itajaí e do norte, muita gente viaja todos os dias para trabalhar. Ter o cadastro desses passageiros no sistema agiliza a venda no balcão e ajuda a entender a demanda dos horários de pico.

    BP-e e a SEF-SC

    Cada passagem intermunicipal emitida em Santa Catarina gera um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda (SEF-SC) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Emitir a partir da venda evita digitação dupla e simplifica cancelamentos.

    O passo a passo completo e os guias dos outros estados estão no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist catarinense

    • Cadastro conferido com as autorizações estaduais.
    • Estoque único no Rita Maria e nos terminais regionais.
    • Plano de extras para o verão no litoral.
    • Agências do oeste e do planalto integradas.
    • Tarifas por seção revisadas.
    • Conferência diária do caixa de cada terminal.

    Vexado: da planilha ao sistema em Santa Catarina

    O Vexado concentra venda e emissão de passagens para viações catarinenses. O cadastro das linhas serve a todos os terminais, às agências e ao site, cada poltrona é vendida uma única vez e cada venda gera o BP-e.

    Os relatórios de ocupação, caixa e comissões substituem as planilhas, e a temporada de verão passa a ser planejada com dados atualizados.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal em Santa Catarina?

    A ARESC, agência reguladora estadual (Lei 19.374/2025), regula e fiscaliza o serviço, que é de responsabilidade da SIE.

    Qual o principal terminal de Florianópolis?

    O Terminal Rita Maria.

    Por que o verão exige atenção especial?

    Porque a demanda e as remarcações para o litoral crescem muito.

    Agências do oeste podem usar o sistema?

    Sim, vendendo sobre o mesmo estoque dos terminais.

    Quem autoriza o BP-e em Santa Catarina?

    A SEF-SC credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Rio de Janeiro: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Rio de Janeiro: guia para viações

    No Rio de Janeiro, a operação de uma viação intermunicipal mistura linhas curtas e muito procuradas, como as da Região Metropolitana e da Baixada, com viagens para a Região dos Lagos, a Costa Verde, a Região Serrana e o norte fluminense. Em muitas empresas, esse mosaico ainda é administrado em planilhas que alguém atualiza à noite. O problema não é a ferramenta em si, mas o fato de cada setor ter a sua versão dos números.

    A seguir, um roteiro para uma empresa fluminense trocar as planilhas por um sistema integrado de vendas e gestão.

    O custo escondido do controle manual

    O custo da planilha raramente aparece no balanço. Ele está nas horas gastas conferindo o caixa da rodoviária, nas poltronas vendidas em duplicidade em véspera de feriado, no desconto aplicado errado porque a tabela antiga ainda circulava e nas decisões tomadas com dados de semanas atrás.

    Somadas, essas perdas costumam pagar com folga a implantação de um sistema.

    DETRO-RJ como ponto de partida

    As linhas intermunicipais fluminenses são reguladas pelo DETRO-RJ. Antes de qualquer configuração, a empresa deve reunir as autorizações vigentes, com itinerários, seções, horários e tarifas, e usá-las como fonte única. Cadastrar a partir da planilha operacional, que pode ter ajustes informais, é um atalho perigoso.

    Novo Rio e os pontos de venda

    A Rodoviária Novo Rio é o principal ponto de venda para quem sai da capital. Viações que também vendem em Niterói, em cidades da Baixada e no interior precisam que todos os guichês enxerguem as mesmas poltronas. Em planilha, isso exige ligações entre balcões e reservas anotadas em papel; no sistema, a venda em um ponto bloqueia o assento em todos os outros.

    Temporada na Região dos Lagos e na Costa Verde

    No verão, no carnaval e em feriados prolongados, a procura por Cabo Frio, Búzios, Arraial do Cabo, Angra dos Reis e Paraty cresce muito. É nesses períodos que a planilha mais falha, porque a venda acontece rápido e em vários canais ao mesmo tempo.

    Com o estoque centralizado, a viação acompanha a ocupação em tempo real e decide com antecedência onde colocar carros extras.

    Etapas de implantação

    Uma migração tranquila costuma seguir esta ordem:

    • Levantar as autorizações vigentes do DETRO-RJ e montar o cadastro.
    • Registrar a frota com o layout de poltronas de cada carro.
    • Iniciar a venda no sistema em uma linha de menor movimento.
    • Expandir para a Novo Rio e os demais guichês.
    • Integrar agências e o site da viação.
    • Arquivar as planilhas depois de um ciclo completo de fechamento.

    Limpeza de dados antes da virada

    As planilhas acumulam linhas duplicadas, nomes de parada escritos de jeitos diferentes e tarifas que ninguém lembra de onde vieram. Uma revisão antes da importação, com uma pessoa da operação e outra do financeiro, evita levar esses problemas para o sistema.

    Gente, turnos e confiança

    O sucesso da troca depende de quem está no balcão. Treinar por turno, com simulações de venda, troca de poltrona e cancelamento, e manter um responsável de plantão nos primeiros dias faz a equipe ganhar segurança rapidamente.

    Gratuidades e descontos

    Gratuidades e descontos previstos em lei precisam de controle por viagem. Na planilha, esse registro costuma ser feito depois, com risco de esquecimento. No sistema, o tipo de passagem é escolhido na venda, e o relatório mostra quantos lugares foram usados em cada horário.

    Fechamento diário em vez de mensal

    Quando cada venda já entra com operador, forma de pagamento e ponto de venda, o caixa pode ser fechado no fim de cada turno. Diferenças aparecem no mesmo dia, enquanto ainda é possível entender o que aconteceu.

    Encomendas no bagageiro

    Muitas viações fluminenses também transportam encomendas entre a capital e o interior. Em planilha, o despacho é anotado num caderno ou numa aba separada, e conferir o que foi entregue, o que está parado e o que já foi pago vira uma tarefa demorada. No sistema, cada volume recebe um registro com remetente, destinatário, viagem e valor, e o acompanhamento passa a ser feito pela mesma tela usada para vender passagens.

    BP-e e a SEFAZ-RJ

    Cada bilhete intermunicipal vendido no estado é um BP-e. A Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro (SEFAZ-RJ) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Emitir a partir da venda registrada elimina a digitação dupla e facilita o tratamento de cancelamentos.

    O passo a passo nacional, com os guias de todos os estados, está no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist fluminense

    • Cadastro baseado nas autorizações do DETRO-RJ.
    • Mesmo estoque de poltronas na Novo Rio, em Niterói e no interior.
    • Planejamento de carros extras para a temporada.
    • Dados revisados antes da importação.
    • Gratuidades registradas no momento da venda.
    • Caixa fechado por turno.

    Vexado: saindo da planilha no Rio de Janeiro

    Com o Vexado, a viação fluminense passa a vender e emitir passagens em um único sistema. O cadastro das linhas vale para todos os guichês e para o site, cada poltrona tem um só dono e o BP-e acompanha a venda.

    Os relatórios de ocupação, de caixa por operador e de vendas por canal ficam prontos sem planilhas paralelas, o que ajuda especialmente na temporada de verão.

    Perguntas frequentes

    Qual o primeiro passo para sair da planilha no Rio?

    Reunir as autorizações vigentes do DETRO-RJ e montar o cadastro a partir delas.

    Por que a temporada é o momento mais crítico?

    Porque a venda é rápida e simultânea em vários canais, o que aumenta o risco de erro em planilha.

    Dá para começar por uma linha só?

    Sim. Começar por uma linha piloto reduz riscos.

    Como controlar gratuidades?

    Registrando o tipo de passagem na própria venda.

    Quem autoriza o BP-e no Rio de Janeiro?

    A SEFAZ-RJ credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Goiás: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Goiás: guia para viações

    Goiás é atravessado por rodovias que ligam Goiânia e Anápolis a todas as regiões do estado: o sudoeste agrícola de Rio Verde e Jataí, o norte de Porangatu e Uruaçu, o nordeste da Chapada dos Veadeiros, o sul de Caldas Novas e Itumbiara e o oeste rumo ao Araguaia. Muitas viações goianas nasceram atendendo poucas cidades e foram somando linhas, agências e horários sem trocar o modo de controlar a operação. O resultado é uma coleção de planilhas que só fecha com muito esforço.

    Este roteiro ajuda uma empresa goiana a migrar para um sistema sem interromper as vendas.

    Os sintomas mais comuns

    Tarifas diferentes para o mesmo trecho em agências distintas, fechamento de caixa que leva a manhã inteira, poltrona vendida duas vezes em feriado e comissões que ninguém confere: quando esses problemas aparecem juntos, a planilha já não dá conta do tamanho da empresa.

    AGR e o cadastro estadual

    O transporte intermunicipal em Goiás é regulado pela AGR, a Agência Goiana de Regulação. As linhas, seções, horários e tarifas autorizados pela agência devem ser a base do cadastro no sistema. Linhas que entram no Entorno do Distrito Federal ou cruzam a divisa com outros estados seguem a ANTT e precisam ser tratadas separadamente.

    Rodoviária de Goiânia e Anápolis

    O Terminal Rodoviário de Goiânia concentra grande parte das partidas, e Anápolis funciona como entroncamento para o norte e o leste. Com estoque único, a venda feita em qualquer desses pontos bloqueia a poltrona em todos os outros canais, sem telefonemas entre balcões.

    Caldas Novas, Pirenópolis e a Chapada

    O turismo pesa na demanda goiana. Caldas Novas recebe visitantes o ano todo, Pirenópolis e Goiás Velho enchem em festas e feriados, e a Chapada dos Veadeiros atrai viajantes em fins de semana prolongados. Acompanhar a ocupação em tempo real permite abrir horários extras antes que o passageiro procure outra opção.

    Sudoeste e a rotina do agronegócio

    Em Rio Verde, Jataí, Mineiros e cidades vizinhas, muitos passageiros viajam a trabalho, em dias úteis e horários fixos. Saber quais horários lotam e quais rodam vazios ajuda a ajustar a grade às necessidades reais dessa região.

    Agências do interior

    Boa parte das vendas no norte e no oeste passa por agências em cidades menores. No sistema, elas vendem com a mesma tabela da capital, a comissão é calculada automaticamente e o repasse é conferido por período.

    Sequência de implantação

    • Cadastrar linhas e tarifas conforme as autorizações da AGR.
    • Separar as linhas sob a ANTT, como as do Entorno.
    • Iniciar com uma linha regional como piloto.
    • Levar o terminal de Goiânia e o de Anápolis.
    • Incluir as agências do norte, do oeste e do sudoeste.
    • Abrir a venda pela internet e aposentar as planilhas.

    Revisão de tarifas e seções

    Antes da importação, compare a tabela da planilha com a última autorização da AGR. Diferenças pequenas, repetidas em muitas seções, viram prejuízo ou reclamação em pouco tempo.

    Equipe preparada para o sistema

    Os atendentes aprendem mais rápido com treinamentos práticos e curtos, feitos no próprio terminal. Para as agências distantes, vídeos simples e um contato direto para dúvidas resolvem a maior parte das dificuldades iniciais.

    Encomendas pelo estado

    Viações goianas costumam levar encomendas entre a capital e o interior. Com o despacho registrado no sistema e vinculado à viagem, o volume pode ser localizado a qualquer momento e o frete é conferido junto com o caixa.

    Gratuidades e lugares reservados

    Idosos e pessoas com deficiência têm direito a lugares reservados. Registrar o benefício na emissão evita conflitos no embarque e gera um relatório confiável por viagem.

    Caixa e relatórios gerenciais

    Com cada venda registrada na origem, o caixa por operador fecha em minutos, e relatórios de ocupação, receita por linha e desempenho das agências ficam disponíveis sem montagem manual, prontos para a reunião semanal da diretoria.

    Remarcações em feriados

    Em feriados goianos, quem comprou com antecedência costuma mudar de horário. O sistema libera o lugar antigo no momento da troca, registra a diferença de tarifa e evita poltronas presas no mapa de assentos.

    BP-e e a Secretaria de Economia

    Cada passagem intermunicipal emitida em Goiás gera um BP-e. A Secretaria de Estado da Economia de Goiás credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada à venda evita retrabalho em cancelamentos.

    Para comparar com as demais unidades da federação, veja o guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist goiano

    • Cadastro conforme a AGR, com as linhas da ANTT separadas.
    • Estoque único entre Goiânia, Anápolis e as agências.
    • Extras planejados para Caldas Novas, Pirenópolis e a Chapada.
    • Grade ajustada à demanda do sudoeste.
    • Tarifas por seção revisadas antes da importação.
    • Despachos de encomendas lançados no horário de cada ônibus.

    Vexado: sair da planilha em Goiás

    O Vexado reúne venda e emissão de passagens para viações goianas. O terminal de Goiânia, Anápolis, as agências do interior e o site vendem sobre o mesmo estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Caixa, comissões, encomendas e ocupação passam a ser acompanhados em relatórios, com a grade de horários ajustada a partir de dados reais.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal em Goiás?

    A AGR, Agência Goiana de Regulação.

    As linhas do Entorno do DF seguem a AGR?

    Não. Ligações entre Goiás e o Distrito Federal são interestaduais e seguem a ANTT.

    O turismo influencia a implantação?

    Sim. É melhor evitar a virada perto de feriados e temporadas.

    Agências pequenas podem vender no sistema?

    Sim, com a mesma tabela de tarifas da capital.

    Quem autoriza o BP-e em Goiás?

    A Secretaria de Estado da Economia credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Espírito Santo: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Espírito Santo: guia para viações

    No Espírito Santo, as viações intermunicipais atendem a Grande Vitória, o litoral sul até cidades como Guarapari e Anchieta, o norte capixaba, com Linhares, São Mateus e Conceição da Barra, e as montanhas, onde ficam Domingos Martins, Venda Nova do Imigrante e Santa Teresa. É uma operação compacta em área, mas com muitos horários e grande variação de demanda entre a semana e os fins de semana. Em empresas que ainda usam planilhas, essa variação é difícil de acompanhar.

    Veja a seguir como uma viação capixaba pode trocar o controle manual por um sistema.

    Por que mudar agora

    A pressão por venda online, a necessidade de fechar o caixa com rapidez e o volume de remarcações nos fins de semana tornam a planilha cada vez mais arriscada. Cada ajuste manual abre espaço para erro, e a informação chega tarde para quem decide.

    Ceturb-ES e o cadastro das linhas

    No Espírito Santo, o transporte intermunicipal rodoviário é regulado pela Ceturb-ES, conforme a Lei Complementar 877/2017. As linhas, seções, horários e tarifas autorizados devem ser a base do cadastro no sistema, e qualquer diferença em relação às planilhas operacionais precisa ser resolvida antes da implantação.

    Rodoviária de Vitória

    A rodoviária da capital é o principal ponto de venda das viações capixabas. Quando a empresa também vende em Vila Velha, Serra, Cariacica e no interior, o estoque de poltronas precisa ser único. Assim, o lugar vendido em um guichê some na hora para todos os outros.

    Montanhas e litoral nos fins de semana

    Nos fins de semana e feriados, cresce a procura pelas cidades das montanhas e pelas praias do litoral sul. Em planilha, a viação só percebe a lotação quando o carro já está cheio. Com o sistema, a ocupação é acompanhada à medida que as vendas acontecem, e horários extras podem ser abertos a tempo.

    Norte capixaba e as agências

    No norte do estado, muitas vendas passam por agências em cidades como Linhares, São Mateus e Nova Venécia. Integrá-las ao sistema evita relatórios mensais por mensagem e permite calcular comissões automaticamente.

    Plano de virada em fases

    • Cadastrar linhas e tarifas conforme as autorizações da Ceturb-ES.
    • Registrar a frota com o mapa de poltronas.
    • Testar a venda em um guichê da rodoviária de Vitória.
    • Integrar os demais guichês da Grande Vitória.
    • Incluir as agências do norte e do sul do estado.
    • Abrir a venda online e arquivar as planilhas.

    Revisão do cadastro de paradas

    Nomes de paradas escritos de formas diferentes são um problema comum em planilhas antigas. Padronizar os nomes antes da importação facilita a busca no balcão e no site, e evita bilhetes com origem ou destino confusos.

    Atendimento e treinamento

    Treinamentos curtos, aplicados no próprio balcão, ajudam os atendentes a vender, remarcar e cancelar no sistema com segurança. Nas primeiras semanas, um responsável disponível para dúvidas reduz filas e evita que a equipe volte ao papel.

    Caixa e conferência diária

    Com a venda registrada no momento em que acontece, o fechamento do caixa por operador e por turno passa a ser feito com poucos cliques. Diferenças são identificadas no mesmo dia, o que facilita a correção.

    Relatórios para decidir horários

    Ocupação por linha, receita por horário e vendas por canal mostram quais viagens estão sobrando e quais precisam de reforço. Em um estado com demanda tão variável entre a semana e o fim de semana, esses dados orientam a grade de horários.

    Encomendas e despachos

    Muitas viações capixabas levam encomendas entre a Grande Vitória e o interior. Quando o despacho é anotado em planilha, localizar um volume ou conferir se o frete foi pago exige ligações e buscas demoradas. No sistema, o despacho fica ligado à viagem, com remetente, destinatário e valor registrados, e a retirada é confirmada no destino.

    Escala e frota

    Saber qual carro e qual motorista estão em cada horário é outra tarefa que costuma morar em planilhas. Com a frota cadastrada e vinculada às viagens, a troca de um veículo deixa de exigir reacomodar passageiros à mão.

    Um último cuidado antes de desligar a planilha

    Guarde uma cópia final das planilhas antigas, identificada pela data da virada, e defina quem pode consultá-la. Esse arquivo ajuda a responder dúvidas de passageiros e da contabilidade sobre o período anterior.

    BP-e e a SEFAZ-ES

    Cada passagem intermunicipal emitida no Espírito Santo é um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda do Espírito Santo (SEFAZ-ES) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Emitir junto com a venda reduz erros e simplifica cancelamentos.

    O roteiro nacional e os guias dos demais estados estão no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist capixaba

    • Cadastro conforme as autorizações da Ceturb-ES.
    • Estoque único na rodoviária de Vitória e na Grande Vitória.
    • Extras planejados para montanhas e litoral.
    • Agências do norte integradas.
    • Nomes de paradas padronizados.
    • Caixa conferido por turno.

    Vexado: sair da planilha no Espírito Santo

    O Vexado permite que viações capixabas vendam e emitam passagens no mesmo sistema. O cadastro das linhas serve a todos os pontos de venda e ao site, cada poltrona é vendida uma única vez e o BP-e acompanha a venda.

    Comissões, caixa e ocupação ficam disponíveis em relatórios, e a grade de fim de semana passa a ser ajustada com base em dados.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal rodoviário no Espírito Santo?

    A Ceturb-ES, conforme a Lei Complementar 877/2017.

    Qual o principal ponto de venda das viações capixabas?

    A rodoviária de Vitória.

    Por que a demanda de fim de semana pesa na decisão?

    Porque a variação rápida de procura é difícil de acompanhar em planilha.

    Agências do interior podem vender no sistema?

    Sim, sobre o mesmo estoque, com comissão calculada por regra.

    Quem autoriza o BP-e no Espírito Santo?

    A SEFAZ-ES credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Distrito Federal: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Distrito Federal: guia para viações

    O Distrito Federal tem uma situação particular. Não há municípios, e a Semob-DF cuida do transporte dentro do território distrital. As viagens que saem de Brasília para cidades do Entorno, em Goiás e Minas Gerais, cruzam a divisa e são interestaduais, sob a ANTT. Mesmo assim, muitas viações com base no DF operam várias linhas curtas e de alta frequência, além de rotas mais longas, e ainda controlam tudo em planilhas que precisam ser cruzadas a cada fechamento.

    Este guia mostra como uma empresa sediada no DF pode deixar esse controle manual.

    Operação de alta frequência

    Linhas para cidades como Valparaíso de Goiás, Luziânia, Águas Lindas de Goiás, Formosa e Planaltina de Goiás têm muitos horários por dia e passageiros que viajam com regularidade. Em planilha, é praticamente impossível acompanhar a ocupação de cada partida; o que se faz é estimar.

    Quem regula o quê

    A Semob-DF é a referência para os serviços dentro do Distrito Federal, enquanto as ligações com o Entorno e com outros estados seguem as regras da ANTT. No cadastro do sistema, cada linha deve ser registrada com o regime correto, porque isso afeta tarifas, autorizações e documentação.

    Rodoviária Interestadual de Brasília

    A Rodoviária Interestadual, junto ao Parque da Cidade, é o principal ponto de venda para viagens longas. Viações que também vendem em pontos de Taguatinga, Ceilândia, Gama ou Sobradinho precisam de estoque único, para que cada poltrona tenha um só comprador.

    Passageiros frequentes e venda rápida

    Quem viaja todos os dias quer comprar em segundos. No sistema, o cadastro do passageiro frequente acelera o atendimento no balcão e na internet, e a viação passa a conhecer a demanda real de cada horário.

    Migração passo a passo

    • Separar no cadastro as linhas do DF e as linhas interestaduais da ANTT.
    • Cadastrar cada ônibus com o layout de assentos correspondente.
    • Começar por uma linha do Entorno como piloto.
    • Levar a Rodoviária Interestadual e os demais pontos.
    • Habilitar a venda online.
    • Encerrar as planilhas depois de fechamentos sem diferenças.

    Limpeza antes da importação

    Planilhas de empresas com muitas linhas curtas costumam ter horários repetidos, paradas com nomes diferentes e tarifas antigas. Revisar esses dados antes da virada é a forma mais barata de evitar problemas depois.

    Treinamento das equipes

    Atendentes que vendem centenas de passagens por dia precisam de um sistema rápido e de treinamento objetivo. Simular as situações mais comuns, como venda, remarcação e cancelamento, prepara a equipe para os horários de pico.

    Picos de feriado e fim de ano

    Em feriados prolongados e nas festas de fim de ano, cresce a procura por viagens para o interior de Goiás, Minas e Bahia. O sistema mostra a ocupação de cada horário à medida que as vendas acontecem, e a viação decide com antecedência onde colocar carros extras.

    Encomendas entre Brasília e o Entorno

    Muitas viações transportam encomendas nas linhas para o Entorno. Registrar o despacho no sistema, ligado à viagem, permite localizar o volume e conferir o frete junto com o caixa.

    Caixa por turno

    Com muitas vendas por hora, o caixa precisa fechar sem retrabalho. No sistema, cada venda já tem operador, ponto de venda e forma de pagamento, e o fechamento do turno é conferido em poucos minutos.

    Relatórios para a operação

    Ocupação por horário, receita por linha, vendas por canal e por ponto de venda ficam disponíveis a qualquer momento, sem consolidar abas. É com esses dados que a viação ajusta frequências e frota.

    Gratuidades no transporte do Entorno

    Benefícios previstos em lei, como os de idosos e pessoas com deficiência, precisam ser registrados por partida. Em linhas com muitos horários, fazer isso em planilha é inviável; no sistema, o tipo de bilhete é escolhido na venda e o controle por viagem é automático.

    Linhas longas a partir de Brasília

    Além do Entorno, muitas empresas com base no DF fazem viagens longas para o interior de Goiás, Minas e Bahia. Essas linhas têm várias paradas intermediárias, e o sistema calcula a disponibilidade por trecho, de modo que a poltrona liberada numa cidade do caminho possa ser vendida de novo para o trecho seguinte.

    BP-e e a Secretaria de Economia do DF

    O bilhete de passagem eletrônico é exigido nas vendas da empresa. A Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Gerar o documento junto com a venda elimina digitação dupla.

    As outras unidades da federação e o roteiro completo estão no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist do Distrito Federal

    • Linhas do DF e da ANTT separadas no cadastro.
    • Estoque único na Rodoviária Interestadual e nos demais pontos.
    • Cadastro de passageiros frequentes.
    • Extras planejados para feriados e fim de ano.
    • Despachos para o Entorno ligados ao horário de partida.
    • Caixa conferido ao fim de cada turno.

    Vexado: deixando a planilha no Distrito Federal

    Com o Vexado, a viação sediada no DF vende e emite passagens em um só sistema, com estoque compartilhado entre a Rodoviária Interestadual, os pontos nas regiões administrativas e o site. Cada venda gera o BP-e.

    Linhas de alta frequência passam a ter ocupação acompanhada por horário, e caixa, encomendas e comissões ficam em relatórios.

    Perguntas frequentes

    As linhas do DF para o Entorno são intermunicipais?

    Não. Elas cruzam a divisa com Goiás ou Minas e são interestaduais, sob a ANTT.

    Qual o papel da Semob-DF?

    É a referência para os serviços de transporte dentro do Distrito Federal.

    Como lidar com linhas de muitos horários?

    Com estoque único e ocupação acompanhada por partida.

    Passageiros frequentes podem ser cadastrados?

    Sim, o que agiliza a venda no balcão e na internet.

    Quem autoriza o BP-e no DF?

    A Secretaria de Estado de Economia do DF credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Ceará: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Ceará: guia para viações

    O Ceará tem uma das maiores redes intermunicipais do Nordeste, com linhas que ligam Fortaleza ao Cariri de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha, à região norte de Sobral, ao sertão central de Quixadá e Canindé, ao litoral leste de Aracati e Canoa Quebrada e ao litoral oeste de Jericoacoara. Viações cearenses vendem em grandes terminais e em centenas de agências, e muitas ainda dependem de planilhas para controlar tudo isso.

    Veja como uma empresa do Ceará pode migrar para um sistema de forma organizada.

    O momento de mudar

    O momento chega quando a empresa já não consegue responder rapidamente quanto vendeu ontem em cada linha, quando o caixa da rodoviária fecha com diferença recorrente e quando agências cobram tarifas desatualizadas. Na escala da rede cearense, esses problemas viram prejuízo rapidamente.

    ARCE e a regulação estadual

    O transporte intermunicipal cearense é regulado pela ARCE, a Agência Reguladora do Ceará. Linhas, seções, horários e tarifas autorizados formam a base do cadastro, e cada item precisa ser conferido antes da implantação.

    Rodoviária de Fortaleza e o Cariri

    A rodoviária da capital concentra grande parte das partidas, e Juazeiro do Norte, Sobral e Crato também são pontos de venda importantes. Com estoque único, a poltrona vendida em qualquer desses lugares é bloqueada nos demais.

    Romarias em Juazeiro do Norte

    As romarias a Juazeiro do Norte trazem milhares de fiéis em datas como as de Nossa Senhora das Candeias, Padre Cícero e Finados. Nessas épocas, grupos e excursões disputam lugares com passageiros regulares. O sistema permite reservar blocos de poltronas e acompanhar a ocupação em tempo real.

    Litoral e turismo

    Jericoacoara, Canoa Quebrada, Cumbuco e outras praias atraem turistas o ano todo. Viações que atendem essas rotas lidam com compras antecipadas, remarcações e passageiros de outros estados e países.

    Sertão central e região norte

    Em Quixadá, Canindé, Crateús e Sobral, muitas linhas têm várias paradas. A venda por trecho permite revender o lugar liberado no caminho e cobrar a tarifa certa de cada seção.

    Agências pelo interior

    Centenas de cidades cearenses têm vendas por agências. No sistema, elas usam a mesma tabela da capital, e as comissões são calculadas sem planilhas.

    Etapas da migração

    • Cadastrar linhas e seções conforme a ARCE.
    • Montar o cadastro de ônibus com a distribuição de poltronas.
    • Testar em uma linha do sertão central.
    • Levar a rodoviária de Fortaleza e os terminais do Cariri e de Sobral.
    • Conectar os agentes do litoral, do sertão e do Cariri em ondas sucessivas.
    • Lançar a venda pela internet e desativar as planilhas.

    Planejar a data da virada

    Evite as semanas de romaria, o carnaval e o pico de julho no litoral. Comece em um período de movimento estável.

    Limpeza do cadastro

    Tarifas antigas, horários extintos, agências desativadas e paradas com nomes repetidos precisam ser revisados antes da importação.

    Treinamento por região

    Com agências espalhadas pelo estado, combine encontros nos polos regionais com materiais remotos. Atendentes confiantes param de anotar vendas em papel.

    Encomendas no interior cearense

    O transporte de encomendas é relevante em muitas linhas do Ceará. Registrar o despacho no sistema, ligado à viagem, facilita a localização e a cobrança do frete.

    Benefícios e lugares reservados

    Gratuidades previstas em lei devem ser registradas na emissão, com controle por partida e relatórios confiáveis.

    Caixa e indicadores

    Com cada venda registrada na origem, o caixa por operador fecha em minutos, e a diretoria acompanha ocupação, receita por linha e desempenho das agências.

    Remarcações e grupos de excursão

    Excursões para romarias e para o litoral costumam mudar datas e quantidade de passageiros. No sistema, a reserva do grupo é ajustada sem perder o histórico, e as poltronas liberadas voltam na hora para a venda individual.

    Passageiros de longa distância

    Muitos cearenses que vivem em outros estados voltam ao interior nas férias e no fim de ano. Viações que recebem esses passageiros em Fortaleza e os levam ao interior precisam ver as conexões no sistema, para vender o trecho seguinte sem consultar planilhas.

    Ibiapaba e o frio da serra

    A Serra da Ibiapaba, com Tianguá, Ubajara e Viçosa do Ceará, recebe visitantes no período mais fresco do ano e em festivais. Separar essa demanda nos relatórios mostra quando reforçar as linhas da serra.

    Vale do Jaguaribe

    Limoeiro do Norte, Russas e as cidades do vale têm comércio e agricultura irrigada fortes, com passageiros que viajam a trabalho. Acompanhar os dias úteis separadamente ajuda a dimensionar a grade.

    BP-e e a SEFAZ-CE

    Cada passagem intermunicipal emitida no Ceará é um BP-e. A Secretaria da Fazenda do Ceará (SEFAZ-CE) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada à venda elimina retrabalho.

    Para conhecer o processo completo e os guias de outros estados, veja o guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist cearense

    • Cadastro conforme a ARCE.
    • Estoque único entre Fortaleza, Juazeiro do Norte, Sobral e as agências.
    • Reserva de blocos para romarias.
    • Venda por trecho no sertão e na região norte.
    • Virada fora das romarias e do pico de julho.
    • Agências treinadas por região.

    Vexado: saindo da planilha no Ceará

    Com o Vexado, a viação cearense vende e emite passagens num só sistema. A rodoviária de Fortaleza, os terminais do interior, as agências e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Romarias, turismo e linhas do sertão passam a ser acompanhados com relatórios de ocupação, caixa e comissões.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal no Ceará?

    A ARCE, Agência Reguladora do Ceará.

    Como lidar com as romarias em Juazeiro do Norte?

    Reservando blocos de poltronas e acompanhando a ocupação em tempo real.

    Por onde começar a migração?

    Por uma linha piloto, antes da capital e dos grandes terminais.

    Agências do interior podem usar o sistema?

    Sim, com a mesma tabela da capital.

    Quem autoriza o BP-e no Ceará?

    A SEFAZ-CE credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Pernambuco: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Pernambuco: guia para viações

    Pernambuco tem uma rede intermunicipal que vai do litoral ao sertão do São Francisco. As viações ligam a Região Metropolitana do Recife a Caruaru e ao agreste, a Garanhuns, a Arcoverde, a Serra Talhada, a Salgueiro, a Petrolina e a Araripina, além das praias do litoral sul, como Porto de Galinhas e Tamandaré. Em muitas empresas pernambucanas, a gestão dessas linhas ainda depende de planilhas preenchidas por várias pessoas, e cada fechamento exige um mutirão.

    Este texto mostra como uma viação de Pernambuco pode migrar para um sistema de forma organizada.

    Quando o problema deixa de ser pequeno

    No começo, a planilha parece suficiente. O problema surge quando a empresa passa a vender em vários terminais, a ter dezenas de agências e a enfrentar picos como o São João de Caruaru. Nesse ponto, cada erro de digitação se multiplica e as conferências tomam o tempo que deveria ser usado para gerir.

    EPTI e o cadastro de linhas

    O transporte intermunicipal pernambucano é regulado pela EPTI, a Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal. As linhas, seções, horários e tarifas autorizados devem ser a fonte do cadastro no sistema. Vale montar esse cadastro com a documentação em mãos e não a partir das planilhas operacionais.

    TIP e os terminais do interior

    O Terminal Integrado de Passageiros, o TIP, em Recife, é o principal ponto de partida para o interior. Caruaru, Garanhuns, Serra Talhada e Petrolina também concentram vendas. Com estoque único, a poltrona vendida em qualquer terminal some na hora dos demais e do site.

    São João e o agreste

    O São João de Caruaru e as festas de outras cidades do agreste transformam a demanda por semanas. É a época em que vender a mesma poltrona duas vezes é mais provável em planilha. Com o sistema, a ocupação é acompanhada a cada venda, e os carros extras são definidos com antecedência.

    Sertão e linhas longas

    As linhas para o sertão e para o Vale do São Francisco são longas e passam por muitas cidades. A venda por trecho permite revender a poltrona liberada no caminho, e o controle por seção evita cobranças erradas.

    Praias do litoral sul

    Porto de Galinhas, Tamandaré e outras praias recebem turistas o ano todo, com picos no verão. Viações que atendem essas rotas precisam lidar com compras antecipadas, grupos e remarcações, tarefas que o sistema registra automaticamente.

    Agências e pontos de venda

    No interior, agências comissionadas vendem boa parte das passagens. No sistema, elas usam a mesma tabela do TIP, as comissões são calculadas por regra e o repasse é conferido por período.

    Ordem da implantação

    • Montar o cadastro com base nas autorizações da EPTI.
    • Registrar cada veículo com sua planta de assentos.
    • Testar primeiro a ligação entre Recife e uma cidade do agreste.
    • Levar o TIP e os terminais do interior.
    • Conectar os agentes de Araripina, Salgueiro e das praias do sul.
    • Abrir a venda online e aposentar as planilhas.

    Hora certa para virar

    Evite fazer a virada em junho ou no verão. Um período de movimento normal permite corrigir ajustes sem pressão sobre a equipe.

    Organização dos dados

    Antes da importação, revise tarifas por seção, horários e nomes de paradas. Em linhas longas, com muitas cidades, pequenos erros se repetem dezenas de vezes.

    Capacitação das equipes

    Treinamentos práticos e curtos, no próprio terminal, preparam os atendentes. As agências do interior podem ser treinadas à distância, com material simples e suporte direto nas primeiras semanas.

    Encomendas entre capital e sertão

    Muitas viações pernambucanas transportam encomendas para o interior. Registrar o despacho no sistema, ligado a uma viagem, facilita rastrear o volume e conferir o frete.

    Gratuidades por viagem

    Lugares de idosos e pessoas com deficiência precisam ser controlados por partida. Lançados na emissão, esses benefícios passam a ter relatórios confiáveis.

    Caixa e relatórios

    Com cada venda registrada na origem, o caixa por operador fecha em minutos, e relatórios de ocupação, receita por linha e desempenho das agências ficam disponíveis sem consolidação.

    Petrolina e o Vale do São Francisco

    Petrolina, na divisa com a Bahia, é um polo de fruticultura irrigada e de serviços, com muitos passageiros que viajam a trabalho. Linhas que ligam o vale ao Recife percorrem todo o estado, e o controle por trecho é essencial para aproveitar as cidades do caminho. As viagens para Juazeiro, do outro lado da ponte, são interestaduais e seguem a ANTT.

    BP-e e a SEFAZ-PE

    Cada passagem intermunicipal emitida em Pernambuco é um BP-e. A Secretaria da Fazenda de Pernambuco (SEFAZ-PE) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada evita digitação dupla.

    Para ver as etapas gerais e os guias de outros estados, consulte o guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist pernambucano

    • Cadastro conforme a EPTI.
    • Estoque único entre o TIP, Caruaru, Garanhuns, Serra Talhada e Petrolina.
    • Extras definidos para o São João.
    • Venda por trecho no sertão.
    • Virada fora de junho e do verão.
    • Agências do interior treinadas.

    Vexado: sair da planilha em Pernambuco

    O Vexado oferece às viações pernambucanas venda e emissão de passagens num só sistema. O TIP, os terminais do interior, as agências e o site vendem sobre o mesmo estoque, e cada venda gera o BP-e.

    O São João, as praias e as linhas do sertão passam a ser planejados com relatórios atualizados de ocupação, caixa e comissões.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal em Pernambuco?

    A EPTI, Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal.

    Qual o principal terminal de Recife?

    O Terminal Integrado de Passageiros, o TIP.

    Por que evitar a virada em junho?

    Porque o São João aumenta muito a demanda no agreste.

    Como aproveitar melhor as linhas do sertão?

    Com venda por trecho e controle por seção.

    Quem autoriza o BP-e em Pernambuco?

    A SEFAZ-PE credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Sergipe: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Sergipe: guia para viações

    Sergipe é o menor estado do país, e as viações intermunicipais fazem viagens relativamente curtas entre Aracaju e cidades como Lagarto, Itabaiana, Estância, Nossa Senhora da Glória, Propriá, Tobias Barreto e Simão Dias. Distâncias menores não significam operação simples: há muitos horários, passageiros que viajam todos os dias e grande movimento em datas festivas. Em empresas que controlam tudo em planilha, essa intensidade se transforma em retrabalho diário.

    Veja a seguir como uma viação sergipana pode migrar para um sistema.

    Muitos horários, pouco tempo para conferir

    Linhas curtas e frequentes geram muitas vendas por dia. Quando cada guichê lança essas vendas numa planilha diferente, o fechamento vira uma maratona, e diferenças pequenas se acumulam sem explicação.

    AGRESE, DER-SE e o cadastro

    Em Sergipe, a regulação do transporte intermunicipal envolve a AGRESE e o DER-SE. Linhas, seções, horários e tarifas autorizados devem ser cadastrados exatamente como aprovados, servindo de fonte única para todos os pontos de venda.

    Rodoviária de Aracaju

    A rodoviária da capital é o principal ponto de venda, e muitas empresas também vendem em Itabaiana, Lagarto e Estância. Com estoque único, a poltrona vendida em qualquer ponto é bloqueada nos demais imediatamente.

    Forró e festas juninas

    O São João de Sergipe, com destaque para Aracaju e Estância, movimenta todo o estado. Nas semanas de festa, a procura cresce em várias linhas ao mesmo tempo, e o controle manual não acompanha. No sistema, a ocupação de cada horário é vista em tempo real, e os extras são decididos com antecedência.

    Passageiros que viajam todos os dias

    Estudantes e trabalhadores fazem o trajeto entre o interior e Aracaju com frequência. Cadastrar esses passageiros agiliza o atendimento e revela os horários de maior demanda.

    Etapas da implantação

    • Cadastrar linhas e tarifas conforme a AGRESE e o DER-SE.
    • Registrar os ônibus e seus mapas de poltronas.
    • Testar a venda em uma linha do agreste.
    • Levar a rodoviária de Aracaju e os demais guichês.
    • Conectar os pontos de venda de Propriá, Glória e Tobias Barreto.
    • Liberar a venda online e encerrar as planilhas.

    Preparação dos dados

    Antes da importação, revise horários duplicados, tarifas desatualizadas e nomes de paradas. Em empresas com muitas linhas curtas, esses detalhes são a principal fonte de erro.

    Treinamento por turno

    Treinamentos curtos e práticos, por turno, ajudam a equipe a vender, remarcar e cancelar no sistema. Ter um responsável disponível nos primeiros dias evita filas na rodoviária.

    Gratuidades em linhas curtas

    Linhas de alta frequência atendem muitos beneficiários de gratuidades. Registrar o benefício na emissão garante o controle por partida e facilita a prestação de contas.

    Encomendas entre a capital e o interior

    Pequenas encomendas são comuns nas linhas sergipanas. No sistema, cada despacho é ligado a uma viagem e pode ser acompanhado até a entrega.

    Fechamento diário do caixa

    Com as vendas registradas por operador e forma de pagamento, o caixa fecha ao fim de cada turno, e as diferenças aparecem no mesmo dia.

    Indicadores de operação

    Ocupação por horário, receita por linha e vendas por ponto mostram quais partidas precisam de reforço e quais podem ser revistas.

    Baixo São Francisco e o norte do estado

    Propriá e as cidades ribeirinhas do norte sergipano têm menos horários e passageiros que dependem do ônibus para chegar a Aracaju. Quando a venda desses pontos entra no sistema, a viação deixa de descobrir a lotação só na chegada do carro e pode redistribuir a frota conforme a procura real.

    Remarcação sem poltrona presa

    Em linhas com muitos horários, o passageiro troca de partida com frequência. Na planilha, o lugar antigo às vezes continua ocupado. No sistema, a troca libera o assento na hora e registra o histórico do bilhete.

    Litoral sul e fins de semana

    As praias do litoral sul, como as de Estância e da região do Saco, recebem visitantes nos fins de semana. Acompanhar as vendas por dia da semana mostra se vale a pena ajustar a grade de sexta e domingo.

    Itabaiana e o comércio do agreste

    Itabaiana tem comércio forte e recebe compradores de várias cidades, principalmente em dias de feira. Acompanhar as vendas por dia da semana mostra quais horários precisam de reforço nesses dias e quais podem ser reduzidos no restante da semana.

    BP-e e a SEFAZ-SE

    Cada passagem intermunicipal emitida em Sergipe gera um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ-SE) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada evita digitação dupla.

    O guia nacional, com os outros 25 estados e o DF, está no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist sergipano

    • Cadastro conforme a AGRESE e o DER-SE.
    • Mesmo estoque em Aracaju, Itabaiana, Lagarto e Estância.
    • Extras planejados para o São João.
    • Passageiros frequentes cadastrados.
    • Gratuidades lançadas na emissão.
    • Fechamento do caixa no fim de cada turno.

    Vexado: sair da planilha em Sergipe

    O Vexado oferece às viações sergipanas venda e emissão de passagens em um sistema. A rodoviária de Aracaju, os guichês do interior e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    As linhas curtas e frequentes passam a ter ocupação acompanhada por horário, e o caixa fecha sem planilhas paralelas.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal em Sergipe?

    A AGRESE, com atuação do DER-SE.

    Por que linhas curtas também precisam de sistema?

    Porque geram muitas vendas por dia, difíceis de conferir em planilha.

    Quando a demanda mais cresce?

    No período junino.

    Gratuidades podem ser controladas no sistema?

    Sim, registradas na emissão e acompanhadas por partida.

    Quem autoriza o BP-e em Sergipe?

    A SEFAZ-SE credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Rio Grande do Norte: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Rio Grande do Norte: guia para viações

    No Rio Grande do Norte, as viações intermunicipais ligam Natal a Mossoró, Caicó, Currais Novos, Pau dos Ferros, Açu, Santa Cruz e João Câmara, além do litoral sul de Pipa e do litoral norte de São Miguel do Gostoso. São linhas que atravessam o agreste, o Seridó e a região oeste, com perfis bem diferentes de passageiros. Em empresas que ainda usam planilhas, conciliar tudo isso consome horas de trabalho toda semana.

    Este guia mostra como uma viação potiguar pode trocar a planilha por um sistema sem parar a operação.

    Os gargalos mais frequentes

    Os gargalos costumam ser os mesmos: relatórios das agências que chegam atrasados, caixa da rodoviária que não fecha na primeira conferência, tabela de tarifas desatualizada em algum ponto de venda e nenhuma visão clara da ocupação de cada horário. Quando esses problemas se repetem, a planilha virou um obstáculo.

    DER-RN e as linhas estaduais

    O transporte intermunicipal potiguar é gerido pelo DER-RN. O cadastro do sistema deve seguir as linhas, seções, horários e tarifas autorizados, conferidos com os documentos oficiais antes da primeira venda.

    Natal e Mossoró

    A rodoviária de Natal e a de Mossoró são os maiores pontos de venda do estado. Com estoque único, a poltrona vendida em uma delas é bloqueada na outra e em todos os demais canais, sem ligações entre balcões.

    Seridó e as festas de padroeiro

    No Seridó, Caicó e Currais Novos têm festas tradicionais, como a de Sant’Ana em Caicó, que atraem visitantes de vários estados. Nesses períodos, a procura cresce muito. Acompanhar a ocupação em tempo real permite planejar extras com antecedência.

    Mossoró Cidade Junina

    O São João de Mossoró é um dos maiores do Nordeste e movimenta as linhas do oeste potiguar. A planilha não acompanha a velocidade da venda nessas semanas, e o sistema passa a ser decisivo.

    Pipa, Gostoso e o turismo

    Praias como Pipa e São Miguel do Gostoso recebem turistas o ano todo. Viações que atendem esses destinos lidam com compras antecipadas e remarcações, registradas automaticamente no sistema.

    Agências e parceiros

    Em cidades menores, as vendas passam por agências e parceiros. No sistema, eles vendem com a tabela vigente e as comissões são calculadas por regra.

    Ordem sugerida de implantação

    • Montar o cadastro conforme o DER-RN.
    • Registrar os carros com o mapa interno de assentos.
    • Fazer o piloto em uma linha do agreste potiguar.
    • Levar as rodoviárias de Natal e Mossoró.
    • Integrar as agências do Seridó e do oeste.
    • Ativar a compra online e retirar as planilhas de uso.

    Dados que precisam de revisão

    Revise tarifas por seção, horários extintos e nomes de paradas antes da importação. Em linhas que cruzam várias regiões, esses detalhes se repetem muitas vezes.

    Escolher o momento da virada

    Evite iniciar a operação no sistema perto do São João de Mossoró ou da festa de Sant’Ana. Um mês tranquilo dá tempo para corrigir ajustes.

    Treinamento das equipes

    Treinamentos curtos, por turno, nas rodoviárias, e sessões remotas para as agências do interior preparam a equipe para vender, remarcar e cancelar com segurança.

    Encomendas no interior potiguar

    Muitas viações levam encomendas entre Natal e o interior. No sistema, o despacho fica ligado à viagem e pode ser acompanhado até a retirada.

    Gratuidades controladas

    Benefícios previstos em lei devem ser lançados na emissão, para que a viação saiba exatamente quantos lugares foram usados em cada partida.

    Remarcação com histórico

    Em temporadas de festa, quem compra cedo costuma trocar de data. O sistema libera o lugar anterior no momento da troca e guarda o histórico do bilhete.

    Relatórios de gestão

    Ocupação por horário, receita por linha, caixa por operador e vendas por agência ficam disponíveis sem consolidação manual, prontos para orientar decisões.

    Oeste potiguar e Pau dos Ferros

    Pau dos Ferros e as cidades do Alto Oeste ficam longe da capital e têm menos horários. Quando as vendas dessa região entram no sistema, a viação deixa de descobrir a lotação apenas na chegada do ônibus e pode ajustar a frota de acordo com a procura.

    Linhas para o Mato Grande

    João Câmara e as cidades do Mato Grande atendem passageiros que viajam a Natal para estudar, trabalhar e buscar serviços de saúde, principalmente às segundas e sextas.

    BP-e e a SEFAZ-RN

    Cada passagem intermunicipal emitida no estado é um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda do Rio Grande do Norte (SEFAZ-RN) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Com a emissão integrada, a viação evita digitação dupla.

    Os passos gerais e os guias das demais unidades da federação estão no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist potiguar

    • Cadastro conforme o DER-RN.
    • Mesmo estoque em Natal, Mossoró e nas agências.
    • Extras para Mossoró Cidade Junina e a festa de Sant’Ana.
    • Remarcações registradas com histórico.
    • Virada em período de movimento normal.
    • Agências do Seridó e do oeste treinadas.

    Vexado: da planilha ao sistema no Rio Grande do Norte

    O Vexado reúne venda e emissão de passagens para viações potiguares. Natal, Mossoró, as agências do interior e o site vendem sobre o mesmo estoque, e cada venda gera o BP-e.

    As festas do interior e o turismo no litoral passam a ser planejados com relatórios de ocupação, caixa e comissões atualizados.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal no Rio Grande do Norte?

    O DER-RN.

    Quais os principais pontos de venda?

    As rodoviárias de Natal e de Mossoró.

    Quais eventos mais pesam na demanda?

    O São João de Mossoró e a festa de Sant’Ana em Caicó, entre outros.

    Agências pequenas podem vender no sistema?

    Sim, com a tabela vigente e comissão calculada por regra.

    Quem autoriza o BP-e no Rio Grande do Norte?

    A SEFAZ-RN credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Tocantins: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Tocantins: guia para viações

    O Tocantins é o estado mais novo do país, e muitas de suas viações cresceram junto com Palmas, Araguaína, Gurupi, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e Colinas. A BR-153, a Belém–Brasília, corta o estado de norte a sul, e as linhas estaduais se ramificam para o Jalapão, o Bico do Papagaio e o sudeste. Em empresas que ainda usam planilhas, essa rede espalhada torna o controle de vendas, agências e caixa lento e sujeito a erro.

    Veja como uma viação tocantinense pode fazer a migração para um sistema.

    Por que a planilha atrapalha

    Com agências distantes, a informação chega atrasada. A viação só sabe quantos passageiros embarcaram em uma cidade do Bico do Papagaio dias depois, quando o relatório chega. Até lá, poltronas podem ter sido vendidas duas vezes ou deixado de ser vendidas.

    ATR e as linhas estaduais

    O transporte intermunicipal no Tocantins é regulado pela ATR, a Agência Tocantinense de Regulação. O cadastro do sistema deve partir das linhas, seções, horários e tarifas autorizados, conferidos com a documentação da agência.

    Palmas, Araguaína e Gurupi

    A rodoviária de Palmas é o principal ponto de venda, mas Araguaína, no norte, e Gurupi, no sul, também concentram muitas vendas ao longo da BR-153. Com estoque único, cada uma dessas cidades vende sobre a mesma disponibilidade, inclusive para trechos intermediários.

    Jalapão e temporada de praias

    O turismo no Jalapão e as praias de rio que surgem na estiagem, de junho a setembro, aumentam a procura em várias linhas. Acompanhar as vendas em tempo real permite reforçar horários nesse período.

    Agências e pontos parceiros

    Em muitas cidades pequenas, a venda é feita por um comércio parceiro. No sistema, esse ponto vende sobre o estoque central, com a tabela vigente e a comissão calculada por regra.

    Implantação em etapas

    • Cadastrar linhas e seções conforme a ATR.
    • Registrar a frota com os mapas de poltronas.
    • Iniciar por uma linha do sul do estado.
    • Levar Palmas, Araguaína e Gurupi.
    • Integrar os pontos parceiros das cidades menores.
    • Liberar a compra pelo site e guardar as planilhas só para consulta.

    Dados para revisar

    Nomes de distritos, povoados e pontos de parada na estrada costumam variar entre planilhas. Padronizá-los antes da importação facilita a venda e evita erros nos bilhetes.

    Treinamento simples e direto

    Atendentes e parceiros precisam de treinamento rápido, com foco nas operações do dia a dia. Materiais curtos e suporte por telefone nas primeiras semanas resolvem a maioria das dúvidas.

    Encomendas ao longo da Belém–Brasília

    Muitas viações transportam encomendas entre Palmas e o interior. No sistema, o despacho é vinculado à viagem, e o volume pode ser acompanhado até a retirada.

    Lugares reservados e benefícios

    Os assentos destinados a idosos e a pessoas com deficiência devem ser controlados por partida. Registrar o benefício no momento da emissão dá à viação um controle exato desses lugares.

    Caixa e conferência

    Com as vendas registradas na origem, o caixa de cada balcão e de cada parceiro é conferido por período, sem consolidação manual.

    Relatórios de linha e de agência

    Ocupação por horário, receita por linha e desempenho de cada ponto de venda mostram onde a operação precisa de ajuste.

    Bico do Papagaio e o norte do estado

    No extremo norte, cidades como Augustinópolis, Tocantinópolis e Araguatins ficam distantes da capital e dependem de poucas partidas por dia. Quando essas vendas chegam por relatório atrasado, a viação perde a noção da ocupação real. Com os pontos do norte vendendo no sistema, cada lugar é bloqueado na hora, e os horários podem ser ajustados de acordo com a procura.

    Estiagem, chuvas e estradas

    Na época das chuvas, trechos de estradas vicinais ficam mais lentos, e atrasos afetam passageiros com conexão. A lista de embarque no sistema permite avisar quem aguarda no destino e reacomodar quem perdeu o ônibus sem anotações manuais.

    Remarcação com histórico

    Toda troca de data ou de horário fica registrada no bilhete, com o lugar anterior liberado na mesma hora. O histórico ajuda a resolver reclamações e a entender a demanda real de cada linha.

    Viagem para a capital e para outros estados

    Muitos tocantinenses viajam a Palmas para consultas, estudos e serviços públicos. Conhecer a ocupação desses horários de ida e volta ajuda a dimensionar a frota nos dias de maior procura.

    BP-e e a SEFAZ-TO

    Cada passagem intermunicipal emitida no Tocantins é um BP-e. A Secretaria da Fazenda do Tocantins (SEFAZ-TO) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão junto com a venda evita retrabalho.

    O guia geral, com todos os estados, está no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist tocantinense

    • Cadastro conforme a ATR.
    • Estoque único entre Palmas, Araguaína e Gurupi.
    • Reforço de horários na temporada do Jalapão e das praias de rio.
    • Parceiros das cidades pequenas no sistema.
    • Distritos e povoados com grafia única no cadastro.
    • Encomendas registradas por viagem.

    Vexado: sair da planilha no Tocantins

    O Vexado permite que viações tocantinenses vendam e emitam passagens num único sistema. Palmas, as cidades da BR-153, os parceiros do interior e o site compartilham o mesmo estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Caixa, encomendas e comissões ficam em relatórios, e a temporada de estiagem passa a ser planejada com base em dados.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal no Tocantins?

    A ATR, Agência Tocantinense de Regulação.

    Qual a principal rodovia do estado?

    A BR-153, conhecida como Belém–Brasília.

    Quando cresce a demanda turística?

    Na estiagem, de junho a setembro, com o Jalapão e as praias de rio.

    Pontos parceiros podem vender no sistema?

    Sim, sobre o mesmo estoque e com a tabela vigente.

    Quem autoriza o BP-e no Tocantins?

    A SEFAZ-TO credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Roraima: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Roraima: guia para viações

    Roraima tem uma malha rodoviária concentrada na BR-174 e na BR-401, com Boa Vista no centro das ligações. As viações intermunicipais atendem Mucajaí, Caracaraí, Rorainópolis e São João da Baliza ao sul, Pacaraima ao norte, na fronteira com a Venezuela, e Bonfim e Normandia a leste, perto da Guiana. Em empresas de porte pequeno e médio, horários, poltronas, caixa e encomendas ainda costumam ser controlados em planilhas.

    Este guia mostra como uma viação roraimense pode trocar esse controle por um sistema.

    Quando a planilha atrapalha

    Com poucas linhas, pode parecer que a planilha basta. Mas basta um feriado ou uma semana de maior movimento para surgirem lugares vendidos em dobro, caixa que não fecha e dificuldade para saber quantos passageiros embarcam em cada cidade.

    CRE/RR, SEINF e o cadastro

    Em Roraima, a regulação do transporte intermunicipal envolve a CRE/RR e a SEINF. O cadastro do sistema deve seguir linhas, seções, horários e tarifas autorizados, conferidos com os documentos oficiais antes da implantação.

    Rodoviária de Boa Vista

    A rodoviária de Boa Vista concentra quase todas as partidas do estado. Com estoque único, a poltrona vendida no guichê é bloqueada para os pontos do interior e para o site.

    Pacaraima e a fronteira

    O fluxo migratório pela fronteira de Pacaraima começou por volta de 2015 e cresceu a partir de 2017, e a Operação Acolhida atua no estado desde 2018. Essa realidade aumentou a demanda na linha Boa Vista–Pacaraima e exige atenção ao registro correto de documentos na venda.

    O sul pela BR-174

    Mucajaí, Caracaraí, Rorainópolis e as cidades do sul ficam ao longo da BR-174. Nessas linhas longas, a venda por trecho permite revender lugares liberados no caminho. Ao sul do estado, a rodovia atravessa a Terra Indígena Waimiri-Atroari, onde há restrição de tráfego noturno, das 18h às 6h, com exceção para ônibus interestaduais.

    Bonfim e a Guiana

    Bonfim fica em frente a Lethem, na Guiana, e a linha pela BR-401 atende comerciantes e moradores. Acompanhar a ocupação ajuda a ajustar a oferta nos dias de maior movimento.

    Agências e pontos parceiros

    No interior, as vendas costumam ser feitas por pontos parceiros. No sistema, eles usam a tabela vigente, e as comissões são calculadas automaticamente.

    Roteiro de implantação

    • Cadastrar linhas e seções conforme a CRE/RR e a SEINF.
    • Registrar os ônibus e o mapa de poltronas de cada um.
    • Começar pela linha Boa Vista–Mucajaí ou Boa Vista–Bonfim.
    • Levar a rodoviária de Boa Vista.
    • Integrar os pontos de Pacaraima, Caracaraí e Rorainópolis.
    • Abrir a venda pela internet e deixar as planilhas de lado.

    Dados para revisar

    Padronize nomes de vilas, vicinais e paradas, confira tarifas por seção e remova horários desativados antes da importação.

    Treinamento e suporte

    Equipes pequenas aprendem rápido com treinamentos práticos no guichê. Um contato direto para dúvidas nas primeiras semanas evita o retorno ao papel.

    Encomendas

    O despacho de encomendas entre Boa Vista e o interior é comum. No sistema, cada volume fica ligado à viagem e pode ser localizado até a retirada.

    Gratuidades

    Os benefícios legais são lançados na emissão, com controle por partida.

    Caixa e relatórios

    Com as vendas registradas, o caixa fecha por turno, e os relatórios de ocupação e receita ficam disponíveis para a gestão.

    Caracaraí e o Rio Branco

    Caracaraí, às margens do Rio Branco, é um ponto de apoio para quem segue ao sul do estado. Muitos passageiros embarcam ou desembarcam ali, e a venda por trecho ajuda a revender esses lugares.

    Período chuvoso

    Entre abril e setembro, as chuvas afetam vicinais e o acesso a vilas do interior. A lista de embarque no sistema permite avisar passageiros sobre atrasos e reorganizar vendas.

    Remarcação sem lugar perdido

    A troca de data no sistema libera a poltrona anterior e registra o histórico do bilhete, permitindo revender o lugar no mesmo dia.

    Contingência sem internet

    Em pontos com sinal instável, um procedimento definido antes da virada garante que as vendas sejam registradas e sincronizadas depois, sem cadernos paralelos.

    Normandia e o leste

    Normandia, perto da fronteira com a Guiana, e as comunidades do leste dependem de poucos horários. Acompanhar a ocupação dessas linhas mostra quando vale ajustar a oferta.

    Servidores e estudantes

    Muitos passageiros do interior viajam a Boa Vista para estudar, trabalhar no serviço público ou buscar atendimento de saúde. Os dados por dia da semana mostram os picos de segunda e sexta.

    BP-e e a SEFAZ-RR

    Cada passagem intermunicipal emitida em Roraima é um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda de Roraima (SEFAZ-RR) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada evita digitação em dobro.

    Para ver o passo a passo completo e os demais estados, consulte o guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist roraimense

    • Cadastro conforme a CRE/RR e a SEINF.
    • Estoque único entre Boa Vista e os pontos do interior.
    • Documentos registrados na venda para Pacaraima.
    • Venda por trecho na BR-174.
    • Vicinais e vilas com nomes padronizados.
    • Relatórios de ocupação por linha.

    Vexado: deixando a planilha em Roraima

    O Vexado permite que viações roraimenses vendam e emitam passagens num único sistema. A rodoviária de Boa Vista, os pontos do interior e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    Caixa, encomendas e ocupação ficam em relatórios, dando base para planejar a operação de norte a sul.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal em Roraima?

    A CRE/RR, com a SEINF.

    Desde quando existe o fluxo migratório por Pacaraima?

    Começou por volta de 2015 e cresceu a partir de 2017; a Operação Acolhida atua desde 2018.

    Qual a principal rodovia do estado?

    A BR-174, que liga Pacaraima, Boa Vista e o sul do estado.

    Uma viação pequena precisa de sistema?

    Sim. Com poucas linhas, cada erro pesa mais.

    Quem autoriza o BP-e em Roraima?

    A SEFAZ-RR credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.