Categoria: Site para Empresa de Excursões

  • Sistema para rodoviária, guichê e bilhetagem no Distrito Federal: guia para viações

    Sistema para rodoviária, guichê e bilhetagem no Distrito Federal: guia para viações

    A Rodoviária Interestadual de Brasília, o Entorno e as ligações com todo o país: guia de guichê e bilhetagem no Distrito Federal.

    • Embarques interestaduais para todas as regiões.
    • Linhas semiurbanas do Entorno sob a ANTT.
    • BP-e, caixa e embarque no terminal.

    Resumo rápido

    O Distrito Federal não tem municípios e, por isso, não tem transporte intermunicipal próprio. A bilheteria rodoviária no DF é marcada pelas linhas interestaduais, que partem da Rodoviária Interestadual de Brasília, e pelas linhas semiurbanas que ligam o DF às cidades goianas e mineiras do Entorno. Ambas são reguladas pela ANTT, enquanto o transporte local fica com a SEMOB-DF.

    A Rodoviária Interestadual de Brasília

    A Rodoviária Interestadual de Brasília, próxima ao Setor Policial Sul e integrada ao metrô pela estação Shopping, concentra as partidas para outros estados. Não deve ser confundida com a Rodoviária do Plano Piloto, no centro da cidade, que é o terminal do transporte urbano.

    Na Rodoviária Interestadual, várias viações dividem o espaço, e o passageiro compara horários e preços no balcão ou na internet antes de decidir.

    Ligações com todo o país

    Brasília está no centro do país, e de lá partem linhas para Goiânia, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, o interior da Bahia, o Piauí, o Maranhão e o Tocantins. A BR-040 segue para Minas Gerais, a BR-060 para Goiânia, a BR-020 para o oeste baiano e o Nordeste, e a BR-070 para Mato Grosso.

    Linhas longas, como Brasília–Barreiras ou Brasília–Teresina, passam por muitas cidades e exigem controle de trechos para aproveitar as poltronas liberadas.

    Quem embarca no DF

    Servidores públicos, estudantes, trabalhadores e famílias que vieram de outros estados formam boa parte do público. Muitos moradores do DF têm raízes no Nordeste, em Minas Gerais e em Goiás e viajam para visitar parentes.

    No Entorno, cidades como Luziânia, Valparaíso de Goiás, Águas Lindas e Formosa mandam milhares de pessoas todos os dias para trabalhar no DF.

    Feriados, férias e fim de ano

    Natal, Ano-Novo, Carnaval e as férias de julho são os grandes picos da Rodoviária Interestadual. Nos feriados prolongados, as linhas para o Nordeste e para Minas esgotam com antecedência.

    Abrir a venda online cedo e lançar carros extras no sistema antes de anunciá-los ajuda a reduzir filas no terminal.

    Regulação: ANTT e SEMOB-DF

    Como o DF não tem municípios, as linhas que partem da Rodoviária Interestadual são interestaduais e reguladas pela ANTT. As linhas semiurbanas do Entorno também seguem a regulação federal. O transporte público local é gerido pela Secretaria de Mobilidade do Distrito Federal (SEMOB-DF).

    A passagem é documentada pelo BP-e. A Secretaria de Economia do DF credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Gratuidades e descontos previstos na legislação federal, como os do idoso e do jovem de baixa renda, precisam de registro correto.

    Seções e poltronas nas linhas longas

    Na linha Brasília–Barreiras, o passageiro que desce em Formosa ou em Posse libera a poltrona para o restante do trajeto. Com controle por seção, esse lugar volta à venda nas paradas seguintes.

    Nas linhas do Entorno, as viagens são curtas e frequentes, e a venda precisa ser rápida para não formar fila no horário de pico.

    Caixa e embarque

    Na Rodoviária Interestadual, cada atendente precisa de login e caixa próprios, com fechamento por turno separado por forma de pagamento.

    No embarque, a lista de passageiros por seção e a conferência de documento evitam erro de plataforma, comum em um terminal com tantas saídas.

    Erros comuns no guichê brasiliense

    • Confundir a Rodoviária Interestadual com a do Plano Piloto ao orientar o passageiro.
    • Não registrar corretamente gratuidades federais.
    • Vender trecho de linha longa sem a seção cadastrada.
    • Misturar o caixa de atendentes diferentes.
    • Remarcar viagem sem ajustar o documento fiscal.

    Checklist para a operação no DF

    • Cadastrar todas as seções das linhas interestaduais.
    • Planejar a grade de fim de ano, Carnaval e julho.
    • Integrar as vendas da rodoviária e da internet.
    • Criar login individual para cada atendente.
    • Testar emissão e cancelamento de BP-e.
    • Informar claramente plataforma e horário de embarque.

    Guia nacional e outros estados

    No guia completo sobre sistema para rodoviária, guichê e bilhetagem, você encontra a visão nacional e os links para os estados vizinhos e de todo o Brasil.

    Como o Vexado ajuda a vender e emitir passagens

    Na Rodoviária Interestadual de Brasília, o Vexado serve como sistema de venda e emissão de passagens. Registra as gratuidades federais no bilhete e mantém guichê e internet vendendo as mesmas poltronas das linhas longas.

    Perguntas frequentes

    Existe transporte intermunicipal no Distrito Federal?

    Não. O DF não tem municípios, e as linhas que saem dele são interestaduais, reguladas pela ANTT.

    Quem regula as linhas do Entorno?

    A ANTT, porque ligam o DF a cidades de Goiás e Minas Gerais.

    Qual a diferença entre as duas rodoviárias de Brasília?

    A Rodoviária Interestadual concentra as linhas para outros estados; a do Plano Piloto atende o transporte urbano.

    Quando a demanda aumenta?

    No fim de ano, no Carnaval, nas férias de julho e nos feriados prolongados.

    Como registrar gratuidades?

    Conforme a legislação federal, com documento conferido e registro no bilhete.

    Como o Vexado ajuda as viações no DF?

    Registra as gratuidades federais no bilhete e mantém guichê e internet vendendo as mesmas poltronas das linhas longas.

    Conclusão

    No Distrito Federal, a bilheteria é interestadual por natureza. Com seções bem cadastradas, gratuidades registradas e caixa organizado, a viação atende bem quem parte da capital para todo o país.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Sistema para empresas de ônibus que querem crescer no Distrito Federal: guia para viações

    Sistema para empresas de ônibus que querem crescer no Distrito Federal: guia para viações

    O Distrito Federal tem uma situação única no transporte de passageiros. Não há municípios no DF, e por isso não existe transporte intermunicipal no sentido estrito dentro de suas fronteiras. Mesmo assim, Brasília é um dos maiores mercados de ônibus rodoviário do país, porque concentra serviços federais, empregos públicos e um enorme vínculo com o Entorno goiano e mineiro.

    Para a viação que quer crescer a partir do DF, o desafio é entender três camadas ao mesmo tempo: o transporte urbano das regiões administrativas, o transporte semiurbano com o Entorno e as linhas interestaduais de longa distância.

    A regulação no Distrito Federal e no Entorno

    O transporte coletivo dentro do DF é gerido pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF). Já as linhas que ligam o DF a municípios de Goiás e Minas Gerais, como Valparaíso de Goiás, Luziânia, Águas Lindas de Goiás, Planaltina de Goiás, Formosa e Unaí, são interestaduais e por isso ficam sob regulação da Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT.

    Esse serviço é chamado de semiurbano. Em dezembro de 2024, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), havia 477 linhas semiurbanas entre o DF e Goiás, com forte concentração no chamado Eixo Sul, que reúne cidades como Valparaíso, Novo Gama, Cidade Ocidental e Luziânia. Para as viações, isso significa seguir as regras federais de autorização, gratuidades e prestação de contas.

    A Rodoviária Interestadual de Brasília

    Para viagens de longa distância, a principal porta é o Terminal Rodoviário Interestadual de Brasília, junto à estação Shopping do metrô, na região do Setor de Múltiplas Atividades Sul. A antiga Rodoviária do Plano Piloto, no centro da cidade, funciona como terminal urbano e é ponto de integração das linhas locais.

    Saem do terminal interestadual ônibus para praticamente todas as capitais do país, com destaque para Goiânia, a cerca de 200 quilômetros, e para cidades do Nordeste, como Salvador, Teresina, Fortaleza e São Luís. As rodovias BR-040, BR-060 e BR-070 convergem para Brasília e formam a base dessa malha.

    Quem viaja a partir de Brasília

    A população do DF é formada em grande parte por migrantes e seus filhos. Nordestinos, mineiros e goianos mantêm laços fortes com suas cidades de origem, o que gera um volume enorme de viagens em feriados prolongados, festas de fim de ano e férias. Em dezembro, os ônibus para o Nordeste ficam lotados, e a volta, em janeiro, segue o mesmo padrão.

    Além disso, o serviço público federal faz do DF um destino para concursos, cursos e treinamentos. Muita gente vem de Goiás, Minas e do Norte para provas e eventos, e volta no mesmo fim de semana.

    O Entorno como mercado diário

    O semiurbano tem lógica parecida com a de um sistema metropolitano: passageiros que moram em Goiás e trabalham no DF fazem viagens diárias, com picos fortes no início da manhã e no fim da tarde. Em dias de engarrafamento na BR-040 ou na DF-001, os atrasos são inevitáveis, e a comunicação com o passageiro faz diferença.

    Venda e controle no semiurbano

    Nesse tipo de linha, a venda costuma ser feita no embarque ou com cartões e bilhetes antecipados. Para as viações, controlar o volume de passageiros por horário e por linha é essencial para justificar alterações e para manter a regularidade perante a ANTT.

    Gratuidades federais no dia a dia

    Como quase toda a operação a partir de Brasília é interestadual, as gratuidades seguem regras federais. Idosos de baixa renda, jovens de baixa renda com a ID Jovem e pessoas com deficiência beneficiárias do Passe Livre têm direito a vagas gratuitas ou com desconto, conforme a regulamentação da ANTT. Para a viação, isso exige reservar e registrar essas vagas corretamente em cada horário, sem deixar de vender as demais poltronas. Um controle manual nesse ponto costuma gerar conflitos no embarque e reclamações formais.

    Como crescer no mercado do DF

    Linhas de longa distância com venda antecipada

    Para o Nordeste, a venda pela internet com semanas de antecedência ajuda a medir a demanda dos feriados e das festas de fim de ano.

    Agências nas regiões administrativas

    Ceilândia, Taguatinga, Samambaia e Planaltina concentram grande parte dos moradores que viajam para o Nordeste. Agências nessas regiões, conectadas ao mesmo estoque de poltronas do terminal, aproximam a venda de quem viaja.

    Dados por destino

    Cruzar a origem do passageiro com o destino final ajuda a planejar horários e frota para cada período do ano.

    Erros comuns das viações que atuam a partir de Brasília

    • Planejar o fim de ano tarde, sem venda antecipada.
    • Tratar linhas semiurbanas como se fossem intermunicipais estaduais.
    • Deixar agências de Ceilândia e Taguatinga fora do sistema central.
    • Não acompanhar gratuidades e benefícios exigidos pela ANTT.

    Checklist para o DF

    • Autorizações da ANTT em dia para linhas interestaduais e semiurbanas.
    • Mapa de poltronas único entre terminal, internet e agências.
    • Plano de dezembro e janeiro definido em outubro.
    • Relatórios de passageiros por horário no Entorno.
    • Comunicação de atrasos nas rodovias de acesso.

    Como o DF depende quase totalmente da regulação federal, o guia nacional sobre sistema para empresas de ônibus que querem crescer ajuda a colocar essa experiência ao lado da realidade de viações que operam linhas estaduais.

    Vexado: venda e emissão de passagens para viações do DF e Entorno

    Para a viação que vende no terminal interestadual, em agências de Ceilândia ou Taguatinga e pela internet para o Nordeste, o Vexado mantém um único estoque de poltronas e emite o BP-e na hora da venda. O gestor confere ocupação por linha, caixa diário e comissão das agências. Encomendas também podem ser lançadas no sistema, sempre como apoio à venda e emissão de passagens.

    Perguntas frequentes

    Quem regula as linhas entre o DF e o Entorno goiano?

    Por cruzarem a divisa entre unidades da federação, essas linhas semiurbanas são reguladas pela ANTT.

    O BP-e vale para linhas interestaduais saindo de Brasília?

    Sim. As passagens rodoviárias interestaduais também exigem BP-e, emitido no momento da venda e autorizado via SVRS, com a empresa credenciada pela Secretaria de Economia do DF.

    Qual é o período de maior demanda no terminal interestadual?

    Dezembro e janeiro, com as viagens de fim de ano para o Nordeste, além de feriados prolongados.

    Como atender o passageiro das cidades do Entorno que compra no DF?

    Com venda online e pontos integrados, o morador de Águas Lindas, Valparaíso ou Luziânia compra antes de chegar ao terminal e evita filas.

    A Rodoviária Interestadual de Brasília concentra viagens para quais regiões?

    Atende principalmente o Nordeste, Goiás e Minas Gerais. Em datas de pico, a venda antecipada e o controle de ocupação ajudam a programar ônibus extras.

  • Sistema para cargas e encomendas em ônibus no Distrito Federal: guia para viações

    Sistema para cargas e encomendas em ônibus no Distrito Federal: guia para viações

    O Distrito Federal tem uma particularidade que muda a forma de pensar o transporte de encomendas: não há municípios dentro do DF. Brasília e as regiões administrativas, como Taguatinga, Ceilândia, Gama e Planaltina, formam uma única unidade. Por isso, a maior parte das linhas rodoviárias que saem do DF com passageiros e volumes é interestadual, rumo a Goiás, Minas Gerais, Bahia e outros estados.

    Para as empresas que operam a partir de Brasília, o despacho de encomendas é um complemento valioso. Mas o horário só se sustenta com passagens vendidas. Este guia mostra como organizar os volumes com esse foco.

    Semob-DF, ANTT e o Entorno

    A Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF) cuida do transporte público coletivo dentro do DF, com ônibus urbanos e metrô. As linhas que ligam o DF às cidades do Entorno, como Valparaíso de Goiás, Águas Lindas, Luziânia, Formosa e Santo Antônio do Descoberto, são interestaduais, porque cruzam a divisa com Goiás, e seguem a regulação da ANTT.

    Na prática, a viação que despacha volumes a partir de Brasília trabalha quase sempre sob regras federais. É importante conhecer as condições da autorização da ANTT para cada linha.

    Rodoviária Interestadual e Rodoviária do Plano Piloto

    O Terminal Rodoviário Interestadual de Brasília fica próximo à estação Shopping do metrô e concentra as partidas para outros estados. Já a Rodoviária do Plano Piloto, no centro de Brasília, é um terminal urbano, ponto de integração dos ônibus do DF e do metrô, e não deve ser confundida com o terminal das linhas de longa distância.

    Para o cliente que quer despachar uma caixa, essa diferença costuma gerar dúvidas. A viação deve informar com clareza onde fica o balcão de encomendas.

    O que sai de Brasília no bagageiro

    Brasília concentra órgãos públicos, sedes de empresas, hospitais e laboratórios. Por isso, documentos, processos, exames e medicamentos estão entre os volumes mais comuns. O comércio do DF também abastece lojistas do Entorno e do interior de Goiás e Minas, com roupas, eletrônicos e peças.

    No sentido contrário, chegam ao DF produtos agrícolas e alimentos de cidades vizinhas, além de encomendas de familiares de quem mora na capital.

    Entorno: viagens curtas e frequentes

    As linhas para o Entorno têm muitas partidas por dia e viagens curtas. Nelas, o volume típico é pequeno: um envelope, uma caixa de remédio, uma peça. O registro precisa ser rápido no balcão, mas sem abrir mão de remetente, destinatário e telefone.

    Nos horários de pico da manhã e do fim da tarde, quando os trabalhadores viajam entre o Entorno e o DF, o espaço é limitado, e volumes maiores devem ir em horários com menos procura.

    Linhas longas para o Nordeste e o Norte

    De Brasília saem linhas longas para Barreiras, Salvador, Palmas, Teresina e outras capitais. São viagens de muitas horas, com várias paradas. Nelas, o volume deve ser registrado com a cidade de descida, e a lista por parada orienta o motorista.

    Em feriados prolongados e no fim do ano, muitos moradores do DF viajam para suas cidades de origem, e o bagageiro fica tomado por malas.

    BP-e, CT-e e a Secretaria de Economia do DF

    Cada passagem vendida gera um BP-e. No Distrito Federal, a Secretaria de Estado de Economia credencia a empresa para o BP-e, e a autorização do documento acontece via SVRS. A encomenda transportada com cobrança é documentada com CT-e, e o MDF-e acompanha a viagem quando a operação exige.

    Como as linhas são interestaduais, a tributação tem regras próprias, e o contador deve orientar a empresa.

    Documentos e exames: prazo e sigilo

    Boa parte das encomendas que saem de Brasília são envelopes com processos, contratos, laudos e resultados de exames. Para esses clientes, o que importa é saber que o envelope chegou e quem o recebeu. A viação deve registrar o nome de quem retira, o horário da retirada e, se possível, enviar a confirmação ao remetente.

    Envelopes com documentos pessoais pedem cuidado redobrado. O ideal é que fiquem separados das caixas comuns e sejam entregues apenas ao destinatário indicado ou a alguém autorizado por escrito. Essa prática simples evita extravios e reclamações, e ajuda a construir a confiança de escritórios e clínicas que despacham com frequência.

    Checklist para empresas que operam no DF

    • Confirmar as condições da autorização da ANTT para cada linha do Entorno.
    • Informar ao cliente que o balcão fica no Terminal Interestadual, e não na Rodoviária do Plano Piloto.
    • Agilizar o registro de envelopes e caixas pequenas nas linhas curtas.
    • Evitar volumes grandes nos horários de pico do Entorno.
    • Gerar a relação por parada nas linhas longas para o Nordeste e o Norte.
    • Emitir BP-e e CT-e com base no cadastro de linhas interestaduais.

    As orientações gerais estão no guia nacional sobre sistema para cargas e encomendas.

    Vexado: passagens e encomendas no Distrito Federal

    O Vexado é um sistema de venda e emissão de passagens para empresas de ônibus. O guichê no Terminal Interestadual, as agências do Entorno e o canal online compartilham o mesmo mapa de poltronas, e o BP-e é emitido na venda. A plataforma também cadastra encomendas com remetente, destinatário, origem, destino e valor, emite CT-e e MDF-e, permite consultar os volumes e integra as cargas ao fechamento financeiro.

    Perguntas frequentes

    Existe transporte intermunicipal no Distrito Federal?

    Não no sentido estrito, porque o DF não tem municípios. As linhas para o Entorno são interestaduais e seguem a ANTT.

    Qual o papel da Semob-DF?

    A Semob-DF cuida do transporte público coletivo dentro do Distrito Federal.

    Onde despachar encomendas para outros estados em Brasília?

    No Terminal Rodoviário Interestadual, próximo à estação Shopping do metrô.

    A Rodoviária do Plano Piloto atende linhas de longa distância?

    Não. É um terminal urbano de integração entre ônibus do DF e metrô.

    Que documento acompanha a encomenda?

    O CT-e, quando há cobrança. A passagem gera um BP-e, autorizado via SVRS, com a empresa credenciada pela Secretaria de Economia do DF.

  • Sistema para agências e comissões de passagens no Distrito Federal: guia para viações

    Sistema para agências e comissões de passagens no Distrito Federal: guia para viações

    O Distrito Federal é um caso particular para quem vende passagens por agência. Brasília é ponto de partida de linhas longas para o Nordeste, o Norte e o Sudeste, mas também tem um fluxo diário intenso com as cidades do Entorno goiano. Agências em Taguatinga, Ceilândia, Gama ou Planaltina vendem para os dois públicos, e a viação precisa separar regras, comissões e relatórios conforme o tipo de linha.

    Este guia mostra como organizar agências e comissões no DF, com atenção ao órgão competente de cada serviço, à emissão correta dos bilhetes e ao acerto financeiro com os parceiros.

    Semob-DF, ANTT e o Entorno

    No Distrito Federal, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) cuida do transporte coletivo local. As linhas que ligam o DF às cidades do Entorno em Goiás e aos demais estados são interestaduais e seguem a regulação da ANTT, incluindo as semiurbanas.

    Para a rede de agências, isso significa que um mesmo ponto pode vender serviços com regras diferentes. A viação deve garantir que o agente aplique a tarifa correta de cada linha e que o sistema identifique a natureza do serviço em cada venda.

    Rodoviária Interestadual e os pontos de venda nas regiões administrativas

    A Rodoviária Interestadual de Brasília concentra as saídas de longa distância. A Rodoviária do Plano Piloto, no centro, atende sobretudo o transporte urbano e parte do fluxo com o Entorno.

    Muitos passageiros moram longe dessas estações. Agências em Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Gama e Sobradinho evitam o deslocamento e vendem a passagem perto de casa, inclusive para quem viaja para o Piauí, o Maranhão ou a Bahia nas férias.

    Como montar a rede de agências no DF

    Cada agência precisa de contrato, cadastro do responsável e conta para repasse. Os operadores devem ter login próprio. Em lojas com grande movimento, é comum que vários atendentes vendam ao mesmo tempo, e só o login individual permite saber quem emitiu cada bilhete.

    A viação também pode definir quais linhas cada ponto vende. Uma agência em Planaltina pode focar nas saídas para Formosa e o nordeste goiano; uma loja em Taguatinga pode vender as linhas longas para o Nordeste.

    Comissão para linhas longas e para o Entorno

    Linhas longas, com tarifa alta, costumam ter percentual de comissão menor. Já as linhas curtas para o Entorno, com tarifa baixa e muitos passageiros, podem usar valor fixo por bilhete ou um percentual um pouco maior.

    O modelo precisa estar no contrato e no sistema. A separação por tipo de linha também ajuda o gestor a entender de onde vem a receita de cada agência.

    Feriados, férias e a volta para o Nordeste

    No fim do ano e nas férias de julho, a procura por passagens para o Nordeste e o Norte cresce muito. Agências de bairro vendem com semanas de antecedência, e as saídas mais procuradas esgotam.

    Uma cota de poltronas por agência, com horário de corte, evita que um único ponto esgote o carro e preserva lugares para o guichê da Rodoviária Interestadual e para a venda online.

    Cancelamento, remarcação e estorno

    Com viagens longas e planejadas com antecedência, as remarcações são frequentes. A comissão original da agência permanece na remarcação, sem duplicar; em cancelamento com reembolso, é estornada.

    Essa regra deve ser automática. Assim, o relatório mensal da agência mostra apenas comissões de viagens efetivamente vendidas.

    Fechamento e repasse no DF

    A agência fecha o caixa diariamente: bilhetes emitidos, cancelados, formas de pagamento e comissão. Pagamento em dinheiro fica com o agente, que retém a comissão e repassa o restante; Pix e cartão na conta da viação geram comissão a pagar pela empresa.

    O financeiro confere os fechamentos no mesmo dia. Em uma rede urbana com muitos pontos, a conferência diária é o que impede que pequenas diferenças virem um problema grande.

    BP-e e a Secretaria de Economia do DF

    Cada passagem vendida gera um BP-e em nome da viação. No Distrito Federal, a Secretaria de Estado de Economia credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Empresas que vendem linhas com origem em Goiás observam também as regras daquele estado.

    O agente usa o sistema da viação, sem documento fiscal próprio da passagem. O tratamento da comissão deve ser definido pelo contador conforme o contrato.

    Checklist para empresas que vendem por agência no DF

    • Identificar no sistema se a linha é interestadual, semiurbana ou de longa distância.
    • Criar login individual para cada atendente das lojas de maior movimento.
    • Usar percentuais diferentes para linhas longas e para o Entorno.
    • Definir cotas e horário de corte nas férias de fim de ano e de julho.
    • Aplicar o estorno automático da comissão em cancelamentos.
    • Conferir diariamente o caixa de cada agência.

    Para a visão nacional, veja o guia nacional sobre sistema para agências e comissões de passagens.

    Vexado: agências e comissões no Distrito Federal

    O Vexado é um sistema de venda e emissão de passagens para empresas de ônibus. O guichê da Rodoviária Interestadual, as agências de Taguatinga, Ceilândia ou Gama e o site vendem pelo mesmo mapa de poltronas, e cada venda gera o BP-e. A plataforma permite cadastrar agências e operadores, configurar comissões por tipo de linha, definir cotas por canal e acompanhar o caixa de cada ponto. Encomendas podem ser registradas no mesmo ambiente, como complemento da operação.

    Perguntas frequentes

    Quem regula as linhas entre o DF e o Entorno?

    A ANTT, porque essas linhas são interestaduais, incluindo as semiurbanas.

    Qual o papel da Semob-DF?

    A Semob-DF cuida do transporte coletivo local do Distrito Federal.

    Como definir comissão para linhas longas e curtas no DF?

    Com percentuais ou valores diferentes por tipo de linha, previstos no contrato e configurados no sistema.

    Quem credencia a viação para o BP-e no Distrito Federal?

    A Secretaria de Estado de Economia do DF; a autorização ocorre via SVRS.

    Como evitar que uma agência esgote as poltronas nas férias?

    Com cotas por agência e horário de corte, devolvendo ao guichê e ao site o que não for vendido.

  • Sistema para fretamento e turismo rodoviário no Distrito Federal: guia para viações

    Sistema para fretamento e turismo rodoviário no Distrito Federal: guia para viações

    Esplanada, Entorno, Caldas Novas e Chapada dos Veadeiros: como organizar fretamento e turismo rodoviário no Distrito Federal.

    • SEMOB-DF no fretamento dentro do DF; ANTT nas viagens ao Entorno e a outros estados.
    • Lista de passageiros, licença e CT-e OS.
    • Turismo cívico, escolas, órgãos públicos, eventos e transporte de servidores.

    Resumo rápido

    O Distrito Federal é pequeno em área, mas grande em fretamento. Escolas de todo o país visitam a Esplanada dos Ministérios, órgãos públicos e empresas contratam transporte de servidores, e moradores do DF lotam excursões para Caldas Novas, Pirenópolis e Chapada dos Veadeiros. Uma particularidade marca a operação: qualquer viagem que cruze a divisa com Goiás, mesmo para cidades vizinhas como Valparaíso ou Águas Lindas, é interestadual.

    SEMOB-DF e ANTT

    O fretamento com origem e destino dentro do DF é regulado pela SEMOB-DF, que cadastra empresas e veículos. Já as viagens ao Entorno goiano, a Minas Gerais ou a qualquer outro estado seguem a ANTT. A fretadora precisa do Termo de Autorização de Fretamento e emite a licença no SISAUT antes de cada saída. Como quase todas as viagens de turismo saem do DF, o regime federal é o mais comum.

    Turismo cívico e escolas

    Escolas de todo o Brasil trazem alunos para conhecer o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, o Supremo e a Catedral. Muitas chegam de avião e contratam ônibus local para o roteiro. Os horários de visitação dos órgãos são rígidos e exigem agendamento, e o ônibus precisa cumprir a agenda com pontualidade.

    Escolas do próprio DF também fazem estudos do meio em museus, no Jardim Botânico e no Memorial JK. A lista de alunos deve ter documento e autorização dos responsáveis.

    Órgãos públicos e servidores

    Ministérios, tribunais, autarquias e empresas estatais contratam fretamento para servidores, eventos e deslocamentos institucionais, muitas vezes por licitação. Os contratos exigem relatórios detalhados, comprovação de quilometragem e documentação fiscal precisa. Cumprir exigências de edital e de fiscalização contratual é parte do negócio.

    Entorno e trabalhadores

    Muitos trabalhadores moram no Entorno e trabalham no Plano Piloto, em Taguatinga ou no SIA. Empresas contratam ônibus para levá-los diariamente. Por cruzar a divisa, esse fretamento contínuo segue a ANTT. Controle de rotas, horários e lotação é essencial para renovar o contrato.

    Excursões para Goiás

    Moradores do DF são público fiel de Caldas Novas, Rio Quente, Pirenópolis e Alto Paraíso. As excursões saem de Brasília, Taguatinga, Ceilândia e Gama em fins de semana e feriados. Organizadores vendem poltronas e precisam fechar a lista com antecedência para a licença federal.

    Eventos e congressos

    Brasília recebe congressos, posses, conferências e shows no Estádio Mané Garrincha e no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Traslados entre aeroporto, hotéis do Setor Hoteleiro e locais de evento são muito demandados. Coordenar vários serviços no mesmo dia exige agenda centralizada.

    Turismo religioso e romarias

    Grupos do DF participam da Romaria de Trindade, em Goiás, e de viagens a Aparecida, em São Paulo. Paróquias de Ceilândia, Samambaia e Planaltina organizam excursões com venda de poltronas aos fiéis. São viagens interestaduais, com licença federal, e o organizador precisa entregar a lista completa à fretadora antes da emissão. O Santuário Dom Bosco e a Ermida Dom Bosco, em Brasília, também recebem grupos religiosos vindos de outros estados.

    Nas viagens longas, como a ida a Aparecida, são necessários dois motoristas e paradas programadas.

    Lista de passageiros

    A relação nominal com documento de cada pessoa é obrigatória. No regime da ANTT, inclusões e substituições ficam limitadas a 20%. Em eventos institucionais, a lista costuma mudar até a véspera, e o sistema deve registrar cada alteração.

    Para escolas de fora, a lista costuma chegar junto com a reserva aérea do grupo.

    CT-e OS e contratos públicos

    O fretamento é faturado com CT-e OS, modelo 67. Contratos com órgãos públicos exigem faturamento conforme edital, com medição mensal. O sistema deve gerar relatórios que comprovem cada serviço.

    Frota e documentos

    Seguro, CRLV, inspeção e cadastro do motorista devem estar válidos. A fiscalização na BR-040 e na BR-060 é frequente. Alertas de vencimento evitam escalar veículos irregulares.

    Prioridades para fretadoras do DF

    • Separar viagens internas e interestaduais.
    • Cumprir horários do turismo cívico.
    • Atender exigências de editais públicos.
    • Controlar rotas do fretamento do Entorno.
    • Fechar listas para Caldas Novas com antecedência.

    A visão geral está no guia principal de sistema para fretamento e turismo.

    Como o Vexado ajuda no fretamento no Distrito Federal

    No Distrito Federal, o Vexado reúne contratos, listas, frota e financeiro do fretamento em uma plataforma web, atendendo turismo cívico, órgãos públicos e excursões para Goiás.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o fretamento dentro do DF?

    A SEMOB-DF. Viagens ao Entorno e a outros estados seguem a ANTT.

    Viagem para Valparaíso é interestadual?

    Sim, porque cruza a divisa com Goiás.

    Escolas precisam agendar visitas aos órgãos?

    Sim, e o ônibus deve cumprir esses horários.

    Qual documento fiscal usar?

    O CT-e OS, modelo 67.

    Contratos públicos exigem relatórios?

    Sim, com medição e comprovação de cada serviço.

    Conclusão

    No DF, turismo cívico, governo e excursões para Goiás movem o fretamento. Com regimes bem separados e documentação precisa, a fretadora brasiliense atende bem cada cliente.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Controle de itinerários rodoviários no Distrito Federal: guia para viações

    Controle de itinerários rodoviários no Distrito Federal: guia para viações

    Brasília, Formosa, Luziânia, Goiânia e o Entorno: itinerários de ônibus que partem do Distrito Federal.

    • SEMOB-DF no transporte coletivo dentro do Distrito Federal.
    • ANTT em quase todas as linhas rodoviárias que saem de Brasília, inclusive para o Entorno.
    • BP-e credenciado na Secretaria de Economia do DF, com autorização via SVRS.

    Resumo rápido

    O Distrito Federal é pequeno, e quase toda viagem rodoviária que sai de Brasília cruza a divisa com Goiás ou Minas. Por isso, a maior parte das linhas é interestadual e depende da ANTT, inclusive as semiurbanas para o Entorno. Controlar itinerários aqui exige atenção a pontos de embarque, horários de pico e trechos curtos com muitos passageiros.

    SEMOB-DF, ANTT e a divisão de competências

    Dentro do DF, a SEMOB-DF cuida do transporte coletivo. As linhas para Formosa, Luziânia, Valparaíso e demais cidades do Entorno cruzam a divisa e ficam com a ANTT, assim como as viagens de longa distância. O cadastro da empresa precisa indicar o órgão de cada linha.

    Linhas de Brasília para Formosa

    Formosa fica a cerca de 80 quilômetros de Brasília. A linha passa por Planaltina e Sobradinho, e cada ponto autorizado deve constar do itinerário com a distância acumulada.

    Luziânia e o eixo da BR-040

    Luziânia, a cerca de 60 quilômetros do Plano Piloto, recebe muitos trabalhadores que vão e voltam diariamente. A BR-040 e a saída por Santa Maria e Valparaíso concentram retenções nos horários de pico.

    Goiânia pela BR-060

    Goiânia fica a cerca de 210 quilômetros de Brasília. A ligação tem muitas partidas diárias, com parada em Anápolis e Alexânia conforme o itinerário de cada horário.

    O terminal interestadual brasiliense e a Rodoviária do Plano

    As linhas de média e longa distância saem do terminal interestadual, próximo ao Parkshopping. Linhas semiurbanas podem ter pontos autorizados na Rodoviária do Plano Piloto e em outras regiões administrativas, e todos precisam estar no cadastro.

    Pontos de embarque nas regiões administrativas

    Taguatinga, Gama, Sobradinho e Planaltina têm pontos usados por linhas do Entorno. Cada ponto deve ter descrição clara, para que o passageiro encontre o ônibus e o motorista saiba exatamente onde parar.

    Picos de manhã e de fim de tarde

    Nas ligações com o Entorno, o grosso da demanda está nos horários de ida ao trabalho e de volta para casa. A estimativa de tempo de cada horário precisa refletir o trânsito, sem fixar horários exatos de chegada.

    Seções nas linhas semiurbanas

    Nas linhas do Entorno, muitos passageiros descem antes do ponto final. As seções intermediárias têm preço definido, e a cobrança precisa seguir o quadro aprovado pela ANTT.

    Feriados, Chapada dos Veadeiros e Pirenópolis

    Em feriados, a procura por viagens à Chapada dos Veadeiros e a Pirenópolis cresce. Os carros extras repetem o percurso autorizado da linha regular.

    Obras e retenções nas saídas de Brasília

    Viadutos em obra, acidentes e manifestações na Esplanada podem exigir caminhos alternativos. O tráfego registra data, trecho e rota usada e avisa os passageiros dos pontos não atendidos.

    Mudanças de itinerário a partir da capital federal

    Novos pontos em regiões administrativas, troca de terminal ou inclusão de cidades exigem pedido ao órgão responsável. A nova versão passa a valer na data aprovada, e a anterior permanece consultável.

    Assento que vaga em Valparaíso é revendido

    Quem desce em Valparaíso deixa o lugar livre para quem embarca ali com destino a Luziânia. Com o mesmo estoque no guichê, nos agentes e no site, a poltrona é vendida novamente sem conflito.

    O relato do motorista e a revisão em Brasília

    O condutor informa atrasos, imprevistos e passageiros que subiram em pontos intermediários. A equipe de tráfego compara com o itinerário e resolve o que se repete.

    BP-e das empresas do Distrito Federal

    A Secretaria de Economia do DF credencia a viação, e os bilhetes são autorizados pela SVRS. Um bilhete de Brasília a Formosa precisa trazer essas duas cidades.

    Indicadores das linhas que saem de Brasília

    Lotação por horário, pontualidade nos picos e reclamações sobre pontos de embarque são os números que mais ajudam a ajustar as linhas do Entorno.

    Para a mesma orientação em todos os estados, consulte o guia nacional de itinerários para quem opera ônibus.

    O Vexado nas viações do Distrito Federal

    No DF, o Vexado cadastra linhas e pontos de embarque nas regiões administrativas, vende por trecho com estoque único, organiza extras de feriado, emite o BP-e via SVRS e guarda o histórico de cada itinerário.

    Perguntas frequentes

    Quem autoriza as linhas de Brasília para o Entorno?

    A ANTT, porque essas viagens cruzam a divisa com Goiás.

    O que fica a cargo da SEMOB-DF nas viagens de ônibus brasilienses?

    A SEMOB-DF cuida do transporte coletivo dentro do Distrito Federal.

    Pontos em Taguatinga precisam estar no itinerário?

    Sim, todo ponto autorizado de embarque deve constar do cadastro.

    Por que a estimativa de tempo muda conforme o horário?

    Porque o trânsito nos picos de manhã e de fim de tarde é bem mais intenso.

    Quem credencia o BP-e no Distrito Federal?

    A Secretaria de Economia do Distrito Federal habilita a empresa, e cada bilhete brasiliense é autorizado pela SVRS.

    Conclusão

    No Distrito Federal, quase todas as linhas cruzam a divisa e dependem da ANTT. Controlar itinerários, pontos de embarque e horários de pico é o que garante uma operação segura e uma venda correta.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Como vender passagens de ônibus pela internet no Distrito Federal: guia para viações

    Como vender passagens de ônibus pela internet no Distrito Federal: guia para viações

    Brasília é ponto de partida para todo o país: como as viações que operam no Distrito Federal podem vender mais passagens pela internet.

    • Rodoviária Interestadual de Brasília e as linhas para o entorno.
    • ANTT, SEMOB-DF e BP-e via SVRS.
    • Servidores, estudantes e turismo de fim de semana.

    Resumo rápido

    O Distrito Federal tem uma particularidade: como não é dividido em municípios, praticamente todas as linhas rodoviárias que saem de Brasília cruzam a divisa e são interestaduais, sob a ANTT. A Rodoviária Interestadual de Brasília recebe passageiros para Goiás, Minas, Bahia, Tocantins e todo o Nordeste. O público tem renda média alta e usa o celular para tudo, o que torna a venda online quase obrigatória para competir.

    Um público que já compra tudo pelo celular

    Servidores públicos que visitam a família no fim de semana, estudantes da UnB que voltam para o interior de Goiás e de Minas, e famílias que viajam para o Nordeste nas férias formam a base de compradores. Muitos planejam com antecedência e comparam preço e conforto entre várias empresas.

    Esse cliente valoriza informações completas: tipo de ônibus, tomada, Wi-Fi, número de paradas e horário de chegada. Um site que mostra tudo isso com clareza converte mais do que uma lista simples de horários.

    Linhas do entorno e passageiro diário

    As cidades goianas do entorno, como Águas Lindas, Valparaíso, Novo Gama, Luziânia, Planaltina de Goiás e Formosa, mandam milhares de trabalhadores para Brasília todos os dias. Essas linhas semiurbanas também são reguladas pela ANTT e têm regras próprias de tarifa e operação.

    Para esse público, a venda online precisa ser rápida e repetível. Em vez de escolher poltrona, o passageiro quer o próximo horário e um bilhete que funcione no celular. Recursos como guardar o cartão ou o CPF e repetir a última compra fazem diferença.

    Destinos turísticos de curta distância

    Pirenópolis, Alto Paraíso e a Chapada dos Veadeiros, Caldas Novas e Goiânia recebem brasilienses em todo feriado. A demanda se concentra na sexta à tarde e no domingo à tarde, e o retorno costuma esgotar primeiro. O site deve permitir comprar ida e volta juntas e avisar quando restam poucas poltronas.

    Promoções para compras antecipadas ajudam a distribuir a demanda e dão previsibilidade à frota nos feriados prolongados.

    Viagens longas para o Nordeste e o Norte

    Brasília tem grande população de origem nordestina, e as linhas para Bahia, Piauí, Maranhão, Ceará e Pernambuco lotam em dezembro, janeiro e julho. São viagens de um a dois dias, com muitas paradas. O passageiro quer escolher a poltrona e conhecer a rota, e frequentemente compra para vários parentes.

    Para Palmas e Belém, pela BR-153 e BR-010, o perfil é parecido. Exibir horários de chegada em cada parada e permitir parcelamento no cartão ajuda a fechar a venda.

    ANTT, SEMOB-DF e o BP-e

    Como as linhas saem do DF para outros estados, a regulação é da ANTT, inclusive para as gratuidades do idoso e do jovem de baixa renda. A Secretaria de Transporte e Mobilidade, a SEMOB-DF, cuida do transporte público local e da integração com o sistema de ônibus urbano e o metrô, que chegam perto da rodoviária.

    A Secretaria de Economia do DF credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Na venda online, o documento deve ser emitido logo após o pagamento, e cancelamentos e remarcações precisam do evento fiscal.

    Gratuidades e vagas reservadas online

    As vagas gratuitas e com desconto das linhas interestaduais têm limite por viagem e exigem comprovação. Uma solução é permitir que o passageiro solicite a vaga pelo site, envie o documento e receba a confirmação após a análise, sem deslocamento até o guichê. Isso reduz filas e reclamações, especialmente entre idosos que dependem dos filhos para comprar.

    Embarque na Rodoviária Interestadual

    A Rodoviária Interestadual de Brasília tem várias plataformas. O bilhete digital deve informar a plataforma ou orientar o passageiro a consultá-la, e o motorista precisa de uma lista atualizada com as vendas de todos os canais. Para as linhas do entorno, a conferência por QR Code agiliza o embarque nos horários de pico.

    Prioridades para a viação

    • Mostrar tipo de ônibus, comodidades e chegada estimada.
    • Permitir ida e volta para os destinos de feriado.
    • Facilitar a recompra para passageiros do entorno.
    • Abrir a venda das férias para o Nordeste com antecedência.
    • Aceitar solicitação de gratuidade online com análise de documento.

    Os guias regionais estão reunidos no guia nacional de como vender passagens de ônibus pela internet.

    Como o Vexado ajuda a vender e emitir passagens no Distrito Federal

    No DF, o Vexado é o sistema de venda e emissão de passagens que coloca o site e o guichê da Rodoviária Interestadual no mesmo estoque, emite o BP-e de cada bilhete e organiza as vagas de gratuidade das linhas interestaduais.

    Perguntas frequentes

    Existe linha intermunicipal no Distrito Federal?

    Na prática não, porque o DF não tem municípios. As linhas que saem de Brasília são interestaduais e seguem a ANTT.

    Qual o papel da SEMOB-DF?

    Cuida do transporte público local e da integração com ônibus urbanos e metrô.

    Como vender para quem viaja todo dia do entorno?

    Com compra rápida, dados salvos e bilhete no celular.

    Gratuidade pode ser pedida online?

    Sim, com envio de documento e confirmação após análise.

    Quem autoriza o BP-e no DF?

    A Secretaria de Economia do DF credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

    Conclusão

    Em Brasília, o passageiro já compra pelo celular e compara tudo. Informação completa, recompra fácil e BP-e automático colocam a viação na frente nas linhas para o entorno, para os destinos de feriado e para o Nordeste.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • BP-e para empresas de ônibus no Distrito Federal: guia para viações

    BP-e para empresas de ônibus no Distrito Federal: guia para viações

    Rodoviária Interestadual de Brasília, Entorno goiano e linhas de longa distância: como emitir e controlar o BP-e no Distrito Federal.

    • Secretaria de Economia do DF no credenciamento; autorização do bilhete via SVRS.
    • SEMOB-DF no transporte local; ANTT nas linhas para o Entorno e outros estados.
    • Linhas semiurbanas, venda online e grande volume em feriados.

    Resumo rápido

    O Distrito Federal é um caso particular. Sem municípios, praticamente não há linhas intermunicipais de longa distância dentro do território. Quase tudo o que sai da Rodoviária Interestadual de Brasília é interestadual: Goiânia, Belo Horizonte, Salvador, Palmas, Barreiras e o Nordeste. As linhas para o Entorno, como Valparaíso, Luziânia, Águas Lindas e Formosa, também cruzam a divisa com Goiás. Por isso, o BP-e no DF convive quase sempre com regras da ANTT.

    O que é o BP-e

    O Bilhete de Passagem Eletrônico, modelo 63, é o documento fiscal que comprova a venda de uma passagem de ônibus. Ele é emitido pelo sistema da empresa, assinado digitalmente e autorizado antes da viagem. O passageiro recebe o DABPE com QR Code, que pode ser apresentado no celular. O documento substituiu o bilhete de papel e o cupom fiscal.

    Secretaria de Economia e SVRS

    A Secretaria de Economia do DF credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Empresas com sede ou estabelecimento no DF pedem o credenciamento com o CF/DF ativo, o cadastro fiscal distrital, e configuram o certificado digital. Os arquivos são enviados à SVRS, que devolve o protocolo de autorização.

    SEMOB-DF e ANTT

    A SEMOB-DF gere o transporte público coletivo do Distrito Federal. Já as linhas que ligam Brasília a cidades goianas do Entorno são semiurbanas interestaduais e ficam sob a ANTT, assim como as de longa distância. Essa divisão define tarifas, gratuidades e obrigações de envio de dados, inclusive ao Monitriip.

    Linhas semiurbanas do Entorno

    Milhares de pessoas atravessam a divisa todos os dias para trabalhar no Plano Piloto. As linhas semiurbanas têm alta frequência e cobrança muitas vezes feita a bordo. Para esse perfil de serviço, a empresa deve avaliar, com o contador e com a Secretaria de Economia, o uso do BP-e TM, que consolida as vendas sem identificar cada passageiro.

    Longa distância na Rodoviária Interestadual

    Na rodoviária, as viações vendem no guichê, em totens e online. Cada passagem é um BP-e, emitido em nome do estabelecimento responsável pela venda. Quando a empresa tem sede em outro estado, ela pode emitir com a inscrição da UF de início da viagem, conforme a legislação. Esse ponto merece atenção na configuração fiscal.

    ICMS na origem

    O ICMS do transporte interestadual de passageiros é devido ao local onde a viagem começa. Uma passagem de Brasília para Salvador gera imposto no DF; a volta, na Bahia. O sistema deve aplicar a alíquota certa conforme a origem de cada trecho, sem depender de ajuste manual no guichê.

    Feriados e fim de ano

    No Natal, no Carnaval e nos feriados prolongados, a demanda para o Nordeste e para Minas explode. Horários extras precisam estar cadastrados antes da venda, e a capacidade de emissão deve suportar o pico. A venda online antecipada alivia o guichê, mas exige que o BP-e só seja gerado após o pagamento confirmado.

    Gratuidades interestaduais

    Idosos com renda de até dois salários mínimos e jovens de baixa renda com ID Jovem têm direito a vagas gratuitas ou com desconto nas linhas interestaduais. A reserva deve ser feita com antecedência, e o BP-e é emitido com o tipo de benefício informado. O controle por viagem evita conceder mais vagas que o previsto.

    Cancelamento, remarcação e não embarque

    Nas linhas interestaduais, o passageiro tem direito de remarcar ou desistir dentro das regras da ANTT. No BP-e, isso se traduz em eventos: cancelamento dentro do prazo, não embarque quando ele não aparece e novo bilhete na remarcação. O sistema precisa casar a regra regulatória com a fiscal.

    Taxa de embarque

    Na Rodoviária Interestadual, a taxa de embarque é cobrada junto com a passagem. Ela aparece no BP-e como componente separado do valor da tarifa. Configurar corretamente esse campo evita divergência entre o valor pago e o valor tributado.

    Para começar certo

    • Credenciamento na Secretaria de Economia do DF.
    • Linhas cadastradas por esfera: SEMOB-DF ou ANTT.
    • Alíquotas por origem de viagem.
    • Avaliação do BP-e TM nas semiurbanas.
    • Controle de gratuidades por viagem.

    A visão geral está no guia completo de BP-e para empresas de ônibus.

    Como o Vexado ajuda com o BP-e no Distrito Federal

    No Distrito Federal, o Vexado emite o BP-e no guichê, no totem e na venda online, trata gratuidades, taxa de embarque e eventos e mostra o caixa por linha e por canal.

    Perguntas frequentes

    Quem autoriza o BP-e no Distrito Federal?

    A Secretaria de Economia do DF credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

    As linhas para o Entorno são reguladas por quem?

    Pela ANTT, como serviço semiurbano interestadual.

    Onde é devido o ICMS de Brasília a Salvador?

    No DF, local de início da viagem.

    A taxa de embarque vai no BP-e?

    Sim, como componente separado da tarifa.

    O que é BP-e TM?

    Modalidade que consolida vendas de transporte metropolitano sem identificar cada passageiro.

    Conclusão

    No Distrito Federal, quase toda passagem cruza a divisa. Com credenciamento na Secretaria de Economia, tributação por origem e regras da ANTT bem aplicadas, a viação brasiliense mantém o BP-e regular nos dias comuns e nos feriados.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Gestão de frota para empresas de ônibus no Distrito Federal: guia para viações

    Gestão de frota para empresas de ônibus no Distrito Federal: guia para viações

    No Distrito Federal, a gestão de frota de empresas de ônibus rodoviários tem uma particularidade: quase toda ligação que sai de Brasília para fora do DF já é interestadual, porque o território é pequeno e cercado por Goiás e Minas Gerais. Ao mesmo tempo, há serviços dentro do DF e linhas semiurbanas para o Entorno. A frota de uma mesma empresa pode atender regimes diferentes, e isso exige organização.

    Este guia mostra como organizar a gestão de frota das viações que operam a partir do Distrito Federal, ligada à venda de passagens.

    Semob-DF, ANTT e os regimes de operação

    A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) cuida do transporte dentro do DF. As ligações com as cidades do Entorno, como Valparaíso, Águas Lindas, Luziânia e Formosa, são interestaduais semiurbanas e seguem a ANTT. Linhas de longa distância também são reguladas pela ANTT.

    Cada veículo precisa estar cadastrado no regime em que opera. Uma ficha por ônibus, com placa, prefixo, ano, layout, regime e vencimentos, evita usar um carro em serviço para o qual não está habilitado.

    BR-040, BR-060, BR-070 e BR-020

    A BR-040 sai de Brasília rumo a Luziânia e Minas Gerais; a BR-060, para Goiânia; a BR-070, para Águas Lindas e o oeste goiano; e a BR-020, para Formosa e o nordeste. Muitas dessas saídas têm trânsito pesado nos horários de pico, com velocidade baixa e muitas paradas.

    O clima do Planalto Central tem seca longa, com poeira e baixa umidade, e chuvas fortes entre outubro e abril. Filtros, arrefecimento e climatização precisam de atenção na seca; pneus, limpadores e iluminação, nas chuvas.

    Manutenção para linhas semiurbanas e longas

    As linhas do Entorno têm muitas viagens por dia e trânsito lento, o que desgasta freios, embreagem e suspensão. As de longa distância acumulam quilometragem em velocidade constante. Separar a frota por perfil e definir intervalos próprios evita quebras e custos desnecessários.

    O calendário de oficina precisa ser visível para quem monta a escala.

    Rodoviária Interestadual de Brasília

    A Rodoviária Interestadual, ao lado da estação Shopping do metrô, concentra as partidas de longa distância. Ter clareza sobre os carros disponíveis no pátio e na garagem ajuda a responder rápido a quebras sem atrasar o embarque.

    Feriados prolongados e o fluxo de servidores

    Em feriados prolongados e no fim de ano, Brasília esvazia: muitos moradores viajam para os estados de origem, principalmente Goiás, Minas e o Nordeste. A procura dispara em poucas datas, e os carros reserva são essenciais.

    Os horários extras só entram na venda depois de confirmados o carro e o motorista, com o mapa de poltronas aplicado.

    Troca de carro e realocação

    Quando um ônibus precisa ser trocado, a substituição deve ser feita no sistema de vendas. O novo layout passa a valer, os passageiros sem poltrona correspondente são remanejados e, se o substituto for menor, a venda acima da lotação é bloqueada.

    Jornada dos motoristas

    A Lei 13.103/2015 define limites de direção e descanso do motorista profissional, e o tacógrafo registra os tempos. Linhas semiurbanas com trânsito pesado acumulam horas rapidamente; linhas longas exigem revezamento. A escala precisa considerar o tempo real de cada viagem.

    Indicadores da frota

    Disponibilidade, consumo, custo por quilômetro e por viagem, quebras e vida dos pneus mostram o desempenho da frota. Cruzados com a ocupação vendida por linha, indicam onde aumentar ou reduzir frequências e qual carro usar em cada serviço.

    BP-e e a Secretaria de Economia

    Passagens rodoviárias vendidas a partir do Distrito Federal geram BP-e em nome da viação. A Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Viagens canceladas por falta de carro exigem tratamento fiscal correto dos bilhetes.

    Para as práticas gerais e os guias de cada estado, acesse o guia nacional de gestão de frota para empresas de ônibus.

    Checklist de frota para viações do Distrito Federal

    • Cada carro cadastrado no regime em que opera, Semob-DF ou ANTT.
    • Intervalos de manutenção distintos para semiurbano e longa distância.
    • Filtros e climatização revisados na seca do Planalto.
    • Reservas garantidos para feriados prolongados.
    • Saídas planejadas considerando o pico nas BRs.
    • Troca de ônibus lançada a tempo de reorganizar as poltronas.

    No Distrito Federal, boa parte das linhas liga Brasília a cidades do Entorno em Goiás e Minas Gerais, com viagens curtas e frequentes nos dias úteis e picos fortes nas sextas e nos feriados. Esse padrão desgasta freios, embreagem e portas mais rápido do que nas linhas longas. Acompanhar no sistema a quilometragem por linha e programar revisões nos dias de menor movimento evita tirar carros de circulação justamente quando a demanda sobe.

    Vexado: gestão de frota e venda de passagens no Distrito Federal

    O Vexado é o sistema de venda e emissão de passagens que, no DF, amarra cada partida ao veículo escalado e ao seu mapa de lugares. Uma troca de ônibus vira realocação automática dos passageiros, e cada venda continua com seu BP-e.

    A Rodoviária Interestadual, as agências e o site da viação vendem sobre a mesma programação, com relatórios de ocupação por horário.

    Perguntas frequentes

    Quem regula as linhas entre o DF e o Entorno?

    A ANTT, porque são ligações interestaduais semiurbanas; a Semob-DF cuida do transporte dentro do DF.

    Por que separar a frota por regime?

    Para não usar um carro em serviço para o qual não está cadastrado e habilitado.

    A seca afeta os ônibus em Brasília?

    Sim. A poeira e a baixa umidade exigem trocas de filtros e atenção à climatização.

    Quando a procura mais cresce?

    Nos feriados prolongados e no fim de ano, quando muitos moradores viajam para seus estados de origem.

    Como funciona o BP-e no Distrito Federal?

    A Secretaria de Estado de Economia do DF credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Linha aprovada pela ANTT no Distrito Federal: guia para viações

    Linha aprovada pela ANTT no Distrito Federal: guia para viações

    Brasília, o Entorno goiano e as rotas para todo o país: como ter uma linha aprovada pela ANTT no Distrito Federal.

    • SEMOB-DF nas linhas internas do Distrito Federal.
    • ANTT nas linhas para outros estados, inclusive as do Entorno.
    • Habilitação, TAR por linha, SIGMA e Monitriip.

    Resumo rápido

    O Distrito Federal não tem municípios, e o transporte interno é organizado pela SEMOB-DF. Já qualquer linha que saia do DF cruza uma divisa e é interestadual, seja para Goiânia, seja para Luziânia, a poucos quilômetros. Por isso, quase toda a operação rodoviária regular de empresas de fora do sistema distrital passa pela ANTT e pela Resolução 6.033/2023.

    SEMOB-DF e ANTT no Distrito Federal

    A SEMOB-DF cuida do transporte coletivo dentro do Distrito Federal, entre regiões administrativas como Ceilândia, Taguatinga e Planaltina. As linhas que vão a Goiás, Minas ou outros estados ficam com a ANTT.

    O Entorno

    Valparaíso de Goiás, Novo Gama, Águas Lindas, Formosa e Unaí, em Minas, têm ligação diária com Brasília. Essas linhas cruzam a divisa e são federais, geralmente como serviço semiurbano. A empresa deve confirmar com a ANTT a classificação de cada linha antes do pedido.

    Habilitação

    A habilitação vem antes do TAR. A Agência exige regularidade jurídica e econômica, responsável legal, responsável pela manutenção, adesão ao consumidor.gov.br e capital social compatível com a frota. Consórcios não são habilitados.

    Rotas nacionais a partir de Brasília

    Brasília tem linhas para Goiânia, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Palmas e várias capitais do Nordeste. Cada linha é um TAR, com seções principais e intermediárias. O TAR é pessoal, sem exclusividade e com liberdade de preços.

    Rodoviária Interestadual

    O TAR vincula o terminal inicial no Distrito Federal. As linhas de longa distância partem do Terminal Rodoviário Interestadual de Brasília, que é diferente da Rodoviária do Plano Piloto, voltada ao transporte local. Uma origem diferente, com horários próprios, pode exigir outro TAR.

    Mercados e janelas no Distrito Federal

    As rotas a partir de Brasília costumam ser mercados principais, com concorrência. Ligações com cidades menores de Goiás, Minas ou Bahia podem ser subsidiárias ou não atendidas. A ANTT abre mercados por janelas, com edital e sorteio.

    Feriados e fim de ano no Distrito Federal

    Muitos moradores de Brasília viajam para suas cidades de origem no Nordeste e em Minas no fim do ano. Viagens extras precisam estar cadastradas e habilitadas no SIGMA antes de abrir a venda.

    Monitriip

    No Distrito Federal, o Monitriip recebe dados de viagem, veículo, motorista e bilhetes. Em linhas do Entorno, com muitas partidas diárias, a rotina de conferência evita falhas no indicador de transmissão.

    IQT

    No Distrito Federal, o IQT soma cumprimento de viagens, transmissão de bilhetes, pontualidade e generalidade. O trânsito nos horários de pico afeta a pontualidade nas linhas do Entorno. Resultados parciais podem ser contestados em até 15 dias úteis.

    Embarque dentro do DF

    Uma linha Brasília–Goiânia pode ter pontos de parada no próprio DF, mas o passageiro que viaja só entre dois pontos do Distrito Federal está num deslocamento interno. A venda desses trechos numa linha federal depende de autorização específica da ANTT.

    BP-e e ICMS no Distrito Federal

    A SEFAZ-DF credencia a empresa para o BP-e, autorizado via SVRS. Viagens que começam no DF recolhem ICMS distrital. A ANTT exige inscrição estadual ou distrital em cada unidade da federação da linha.

    Penalidades

    A Resolução 6.074/2025 organiza as infrações em grupos de gravidade. Operar sem TAR é falta grave. Suspensão vigente e inidoneidade ou cassação nos últimos cinco anos bloqueiam novos TAR.

    Capital social e frota

    O capital social exigido acompanha o número de ônibus. Empresas que atendem o Entorno com frota grande precisam manter o capital compatível.

    Clandestinos no Entorno

    O transporte clandestino é comum nas ligações com o Entorno. A ANTT fiscaliza e aplica penalidades a quem opera sem autorização. Ter TAR e bilhete eletrônico em dia é o que diferencia a empresa regular.

    Responsável pela manutenção

    Linhas do Entorno rodam muitas vezes por dia, e o desgaste da frota é alto. A ANTT pede um responsável pela manutenção indicado na habilitação, e quebras que cancelam viagens derrubam o cumprimento no IQT.

    Gratuidades

    Pessoas idosas de baixa renda, jovens com ID Jovem e pessoas com deficiência têm benefícios federais nas linhas interestaduais. Cada vaga precisa de bilhete registrado.

    Checklist brasiliense

    • Habilitação em dia.
    • TAR para cada linha, inclusive do Entorno.
    • Partida no terminal cadastrado.
    • Extras de fim de ano no SIGMA.
    • Monitriip conferido diariamente.

    Para ver como o caso do Distrito Federal se encaixa no quadro do país, leia o guia nacional sobre linha aprovada pela ANTT.

    Como o Vexado ajuda com linhas da ANTT no Distrito Federal

    No Distrito Federal, o Vexado organiza linhas e horários, vende por trecho na rodoviária interestadual, nas agências e na internet, emite o BP-e e acompanha as linhas do Entorno.

    Perguntas frequentes

    Quem regula as linhas internas do DF?

    A SEMOB-DF.

    Brasília–Luziânia é linha da ANTT?

    Sim. Cruza a divisa com Goiás e é interestadual.

    De onde partem as linhas de longa distância?

    Do Terminal Rodoviário Interestadual de Brasília.

    Extras de fim de ano precisam de cadastro?

    Sim. No Distrito Federal, cada extra entra no SIGMA antes de abrir a venda.

    Quem autoriza o BP-e no DF no Distrito Federal?

    A SEFAZ-DF credencia, e o bilhete é autorizado via SVRS.

    Conclusão

    No Distrito Federal, quase toda linha regular que sai da capital é federal. Habilitação, TAR por linha e atenção ao Entorno colocam a viação em ordem com a ANTT.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Venda de passagens em linhas com conexão e escala no Distrito Federal: guia para viações

    Venda de passagens em linhas com conexão e escala no Distrito Federal: guia para viações

    O Distrito Federal não é dividido em municípios, e sim em regiões administrativas, como Taguatinga, Ceilândia, Gama, Sobradinho e Planaltina. Por isso, a lógica de escalas e conexões no DF é diferente da dos estados. O transporte dentro do DF é tratado como serviço local, enquanto as linhas que ligam Brasília a cidades goianas e mineiras do Entorno são interestaduais. Para as viações, o desafio é integrar tudo isso na venda, sem confundir as regras de cada serviço.

    A seguir, veja como uma empresa que opera no DF pode organizar essas viagens no sistema de vendas.

    Semob, ANTT e os tipos de serviço

    A Secretaria de Transporte e Mobilidade do DF (Semob) é a referência para o transporte público dentro do Distrito Federal. Já as ligações entre o DF e cidades do Entorno são interestaduais semiurbanas e seguem a ANTT, assim como as linhas de longa distância.

    No sistema, cada tipo de serviço precisa de cadastro próprio, com seções, tarifas e regras de remarcação adequadas.

    Rodoviária Interestadual de Brasília

    A Rodoviária Interestadual de Brasília concentra as partidas de longa distância. Muitos passageiros chegam de outros estados e seguem viagem para Goiás, Minas ou o Nordeste a partir dali.

    O intervalo mínimo de conexão deve considerar desembarque, bagagem e o deslocamento entre plataformas.

    Rodoviária do Plano Piloto

    A Rodoviária do Plano Piloto, no centro de Brasília, é o grande ponto de integração do transporte local, com ônibus e metrô. Ela não deve ser confundida com o terminal interestadual. Passageiros que chegam de longe e precisam ir a uma região administrativa costumam usar esse ponto, e a viação pode orientá-los sobre o caminho.

    Entorno e linhas semiurbanas

    Cidades como Águas Lindas de Goiás, Valparaíso de Goiás, Luziânia, Formosa e Planaltina de Goiás têm grande fluxo diário para o DF. Muitas dessas linhas param em vários pontos, e o controle por trecho ajuda a vender o assento mais de uma vez.

    Conexões para o interior goiano e mineiro

    Passageiros que vêm de longe e seguem para cidades do interior de Goiás ou do noroeste de Minas podem fazer conexão em Brasília. Mostrar no balcão as combinações possíveis, com horários de chegada e saída, ajuda a vender a jornada completa.

    Chapada dos Veadeiros a partir de Brasília

    Muitos turistas partem de Brasília para Alto Paraíso de Goiás e a Chapada dos Veadeiros. Essas viagens são interestaduais. A viação deve deixar claro onde termina o seu serviço e onde o visitante precisa de outro transporte.

    Formosa e o nordeste goiano

    Formosa é ponto de passagem para quem segue ao nordeste goiano e ao oeste baiano. Passageiros que saem de Brasília podem fazer conexão ali, e a venda da jornada completa evita que precisem comprar cada trecho em um balcão diferente.

    Horários de pico e trabalhadores

    Grande parte do fluxo do Entorno é de trabalhadores, com picos de manhã e no fim da tarde. Acompanhar a ocupação vendida por trecho ajuda a dimensionar a frota nesses horários e a reduzir carros vazios no contrafluxo.

    Atraso e remarcação

    Quando o primeiro trecho atrasa, o atendimento precisa saber quem tem conexão e para qual horário. Com a lista em mãos, a remarcação pode ser feita antes da chegada, e o passageiro não descobre o problema na plataforma.

    Bagagem e encomendas

    Na troca de ônibus, malas e encomendas passam de um porão para outro. Etiquetas com destino final evitam extravios nas conexões da Rodoviária Interestadual.

    Reserva no segundo ônibus

    Quando a viagem é vendida inteira, a poltrona da segunda linha deve ficar reservada no ato da compra. Em feriados, quando os carros lotam, isso evita que o passageiro fique sem embarque.

    BP-e e a Secretaria de Economia do DF

    Cada trecho vendido gera um BP-e em nome da viação que opera aquela parte da viagem. No DF, a Secretaria de Estado de Economia credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Em uma conexão entre duas empresas, cada uma emite o bilhete do seu trecho.

    Para a visão nacional e os guias de cada estado, consulte o guia nacional de venda de passagens em linhas com conexão e escala.

    Checklist do DF

    • Serviço local, semiurbano e de longa distância cadastrados separadamente.
    • Assento por trecho nas linhas do Entorno.
    • Intervalo de conexão na Rodoviária Interestadual.
    • Orientação clara sobre a Rodoviária do Plano Piloto.
    • Frota dimensionada para os picos de trabalhadores.
    • Poltrona da segunda linha garantida na compra.
    • Malas etiquetadas com destino final.

    Vexado: conexões e escalas no DF

    O Vexado permite que viações do DF e do Entorno vendam e emitam passagens em um único sistema. Cada linha tem suas seções e valores, o assento fica reservado só no trecho pago e o BP-e é gerado em cada venda.

    O terminal interestadual, os pontos de venda do Entorno e o site compartilham a mesma programação, e a equipe sabe quem precisa de remarcação quando há atraso.

    Perguntas frequentes

    O DF tem linhas intermunicipais?

    Não no sentido usual, porque o DF não tem municípios. O transporte interno é local, e as ligações com o Entorno são interestaduais.

    Quem regula as linhas entre o DF e o Entorno?

    A ANTT, porque são linhas interestaduais semiurbanas.

    Qual a diferença entre as duas rodoviárias de Brasília?

    A Interestadual atende viagens de longa distância; a do Plano Piloto é o ponto de integração do transporte local.

    Por que o controle por trecho importa no Entorno?

    Porque as linhas param em vários pontos, e o mesmo assento pode ser vendido mais de uma vez.

    Quem autoriza o BP-e no DF?

    A Secretaria de Estado de Economia do DF credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como sair da planilha na gestão da viação no Distrito Federal: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação no Distrito Federal: guia para viações

    O Distrito Federal tem uma situação particular. Não há municípios, e a Semob-DF cuida do transporte dentro do território distrital. As viagens que saem de Brasília para cidades do Entorno, em Goiás e Minas Gerais, cruzam a divisa e são interestaduais, sob a ANTT. Mesmo assim, muitas viações com base no DF operam várias linhas curtas e de alta frequência, além de rotas mais longas, e ainda controlam tudo em planilhas que precisam ser cruzadas a cada fechamento.

    Este guia mostra como uma empresa sediada no DF pode deixar esse controle manual.

    Operação de alta frequência

    Linhas para cidades como Valparaíso de Goiás, Luziânia, Águas Lindas de Goiás, Formosa e Planaltina de Goiás têm muitos horários por dia e passageiros que viajam com regularidade. Em planilha, é praticamente impossível acompanhar a ocupação de cada partida; o que se faz é estimar.

    Quem regula o quê

    A Semob-DF é a referência para os serviços dentro do Distrito Federal, enquanto as ligações com o Entorno e com outros estados seguem as regras da ANTT. No cadastro do sistema, cada linha deve ser registrada com o regime correto, porque isso afeta tarifas, autorizações e documentação.

    Rodoviária Interestadual de Brasília

    A Rodoviária Interestadual, junto ao Parque da Cidade, é o principal ponto de venda para viagens longas. Viações que também vendem em pontos de Taguatinga, Ceilândia, Gama ou Sobradinho precisam de estoque único, para que cada poltrona tenha um só comprador.

    Passageiros frequentes e venda rápida

    Quem viaja todos os dias quer comprar em segundos. No sistema, o cadastro do passageiro frequente acelera o atendimento no balcão e na internet, e a viação passa a conhecer a demanda real de cada horário.

    Migração passo a passo

    • Separar no cadastro as linhas do DF e as linhas interestaduais da ANTT.
    • Cadastrar cada ônibus com o layout de assentos correspondente.
    • Começar por uma linha do Entorno como piloto.
    • Levar a Rodoviária Interestadual e os demais pontos.
    • Habilitar a venda online.
    • Encerrar as planilhas depois de fechamentos sem diferenças.

    Limpeza antes da importação

    Planilhas de empresas com muitas linhas curtas costumam ter horários repetidos, paradas com nomes diferentes e tarifas antigas. Revisar esses dados antes da virada é a forma mais barata de evitar problemas depois.

    Treinamento das equipes

    Atendentes que vendem centenas de passagens por dia precisam de um sistema rápido e de treinamento objetivo. Simular as situações mais comuns, como venda, remarcação e cancelamento, prepara a equipe para os horários de pico.

    Picos de feriado e fim de ano

    Em feriados prolongados e nas festas de fim de ano, cresce a procura por viagens para o interior de Goiás, Minas e Bahia. O sistema mostra a ocupação de cada horário à medida que as vendas acontecem, e a viação decide com antecedência onde colocar carros extras.

    Encomendas entre Brasília e o Entorno

    Muitas viações transportam encomendas nas linhas para o Entorno. Registrar o despacho no sistema, ligado à viagem, permite localizar o volume e conferir o frete junto com o caixa.

    Caixa por turno

    Com muitas vendas por hora, o caixa precisa fechar sem retrabalho. No sistema, cada venda já tem operador, ponto de venda e forma de pagamento, e o fechamento do turno é conferido em poucos minutos.

    Relatórios para a operação

    Ocupação por horário, receita por linha, vendas por canal e por ponto de venda ficam disponíveis a qualquer momento, sem consolidar abas. É com esses dados que a viação ajusta frequências e frota.

    Gratuidades no transporte do Entorno

    Benefícios previstos em lei, como os de idosos e pessoas com deficiência, precisam ser registrados por partida. Em linhas com muitos horários, fazer isso em planilha é inviável; no sistema, o tipo de bilhete é escolhido na venda e o controle por viagem é automático.

    Linhas longas a partir de Brasília

    Além do Entorno, muitas empresas com base no DF fazem viagens longas para o interior de Goiás, Minas e Bahia. Essas linhas têm várias paradas intermediárias, e o sistema calcula a disponibilidade por trecho, de modo que a poltrona liberada numa cidade do caminho possa ser vendida de novo para o trecho seguinte.

    BP-e e a Secretaria de Economia do DF

    O bilhete de passagem eletrônico é exigido nas vendas da empresa. A Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Gerar o documento junto com a venda elimina digitação dupla.

    As outras unidades da federação e o roteiro completo estão no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist do Distrito Federal

    • Linhas do DF e da ANTT separadas no cadastro.
    • Estoque único na Rodoviária Interestadual e nos demais pontos.
    • Cadastro de passageiros frequentes.
    • Extras planejados para feriados e fim de ano.
    • Despachos para o Entorno ligados ao horário de partida.
    • Caixa conferido ao fim de cada turno.

    Vexado: deixando a planilha no Distrito Federal

    Com o Vexado, a viação sediada no DF vende e emite passagens em um só sistema, com estoque compartilhado entre a Rodoviária Interestadual, os pontos nas regiões administrativas e o site. Cada venda gera o BP-e.

    Linhas de alta frequência passam a ter ocupação acompanhada por horário, e caixa, encomendas e comissões ficam em relatórios.

    Perguntas frequentes

    As linhas do DF para o Entorno são intermunicipais?

    Não. Elas cruzam a divisa com Goiás ou Minas e são interestaduais, sob a ANTT.

    Qual o papel da Semob-DF?

    É a referência para os serviços de transporte dentro do Distrito Federal.

    Como lidar com linhas de muitos horários?

    Com estoque único e ocupação acompanhada por partida.

    Passageiros frequentes podem ser cadastrados?

    Sim, o que agiliza a venda no balcão e na internet.

    Quem autoriza o BP-e no DF?

    A Secretaria de Estado de Economia do DF credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.