Categoria: Sistema Vexado ERP Transporte

  • Linha aprovada pela ANTT em Rondônia: guia para viações

    Linha aprovada pela ANTT em Rondônia: guia para viações

    Porto Velho, Ji-Paraná, Vilhena e as ligações com Acre, Mato Grosso, Amazonas e Bolívia: como ter uma linha aprovada pela ANTT em Rondônia.

    • AGERO no intermunicipal; ANTT no interestadual e internacional.
    • BR-364 como eixo de Vilhena a Porto Velho e até Rio Branco.
    • Fronteira com a Bolívia e a BR-319 em direção a Manaus.

    Resumo rápido

    Rondônia é cortada pela BR-364, que liga o estado a Cuiabá, ao sul, e a Rio Branco, a oeste. Também faz fronteira com a Bolívia e tem a BR-319 rumo a Manaus. Linhas que saem do estado são federais e seguem a Resolução ANTT 6.033/2023, em vigor desde fevereiro de 2024.

    AGERO e ANTT em Rondônia

    A AGERO, agência reguladora de Rondônia, cuida das linhas intermunicipais, como Porto Velho–Ji-Paraná ou Porto Velho–Ariquemes. Na operação rondoniense, as linhas para outros estados e para a Bolívia dependem da ANTT.

    Habilitação rondoniense

    A habilitação vem antes de qualquer TAR. São exigidas regularidade jurídica e econômica, um responsável legal e outro pela manutenção, adesão ao consumidor.gov.br e capital social ligado à frota. Em Rondônia, a empresa também autoriza o compartilhamento dos dados do BP-e com o fisco.

    Porto Velho–Cuiabá

    A linha para Cuiabá percorre a BR-364 por Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena, num percurso de cerca de 1.450 quilômetros. É um TAR com várias seções intermediárias. O TAR é concedido sem exclusividade e com liberdade de preços.

    Porto Velho–Rio Branco

    A ligação com o Acre usa a ponte sobre o rio Madeira em Abunã, aberta em 2021. A linha é interestadual e precisa de TAR próprio, separado da linha para Cuiabá.

    BR-319 e Manaus

    A BR-319, entre Porto Velho e Manaus, tem um trecho central sem pavimento que fica muito difícil na época das chuvas. Antes de pedir uma linha regular para o Amazonas, a empresa deve avaliar se consegue cumprir as viagens o ano todo, já que o cumprimento entra no IQT.

    Fronteira com a Bolívia

    Guajará-Mirim fica diante de Guayaramerín, na Bolívia, separadas pelo rio Mamoré. A travessia é fluvial, fora do escopo rodoviário. Para linhas internacionais com a Bolívia, país que integra o ATIT, a empresa deve confirmar o enquadramento com a ANTT.

    Rodoviária de Porto Velho

    O TAR vincula o terminal inicial cadastrado em Rondônia. A rodoviária de Porto Velho concentra as partidas interestaduais. Uma origem adicional na capital pode exigir outro TAR.

    Mercados e janelas em Rondônia

    Cidades como Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena têm ligação com Mato Grosso, mas nem todo par tem oferta. A ANTT classifica mercados como principais, subsidiários ou não atendidos e os abre por janelas, com edital e sorteio.

    Monitriip na BR-364 em Rondônia

    Para a viação rondoniense, o Monitriip recebe dados de viagem, veículo, motorista e bilhetes. Em trechos de pouco sinal, os equipamentos guardam os dados para envio posterior, evitando falhas na transmissão.

    Trechos rondonienses dentro de linhas federais

    Numa linha Porto Velho–Cuiabá, quem embarca em Ariquemes e desce em Vilhena faz viagem intermunicipal. Essa venda depende de operação conjunta autorizada pela ANTT; sem ela, o trecho pertence à AGERO.

    BP-e e ICMS em Rondônia

    Para empresas de Rondônia, a SEFIN-RO credencia a empresa para o BP-e, autorizado via SVRS. Viagens com início em Rondônia recolhem ICMS ao estado. Nas linhas que saem de Porto Velho, a ANTT pede inscrição estadual em cada estado da linha.

    IQT e chuvas

    O índice combina cumprimento de viagens, transmissão de bilhetes, pontualidade e generalidade. Na estação chuvosa, atrasos crescem; registrar ocorrências ajuda a contestar resultados parciais em até 15 dias úteis.

    Penalidades

    A Resolução 6.074/2025 separa as infrações em grupos de gravidade. Operar sem TAR ou vender viagem não habilitada gera autuação e pode atrapalhar pedidos futuros.

    Vilhena, a porta de Mato Grosso

    Vilhena fica perto da divisa com Mato Grosso e recebe linhas que seguem para Cuiabá e para o Sul. Uma empresa de Vilhena que queira ligar a cidade a Comodoro ou Pontes e Lacerda precisa de TAR, mesmo sendo uma distância curta, porque a viagem cruza a divisa.

    Capital social e frota em Rondônia

    A ANTT liga o capital social exigido ao número de ônibus. Ao reforçar a frota para a BR-364, a empresa deve conferir se o capital continua compatível.

    Gratuidades

    Para empresas de Rondônia, pessoas idosas de baixa renda, jovens com ID Jovem e pessoas com deficiência têm benefícios federais nas linhas interestaduais. Cada vaga concedida precisa de bilhete registrado em Rondônia.

    Checklist rondoniense

    • Habilitação em dia em Rondônia.
    • TAR separado para Cuiabá e Rio Branco.
    • Avaliação realista antes de pedir linha pela BR-319.
    • Monitriip com envio posterior em Rondônia.
    • Trechos internos só com operação conjunta em Rondônia.

    Para ver como o caso de Rondônia se encaixa no quadro do país, leia o guia nacional sobre linha aprovada pela ANTT.

    Como o Vexado ajuda com linhas da ANTT em Rondônia

    Em Rondônia, o Vexado organiza linhas e horários, vende por trecho na rodoviária de Porto Velho, nas agências ao longo da BR-364 e na internet, emite o BP-e e separa as linhas federais das linhas da AGERO.

    Perguntas frequentes

    Quem regula Porto Velho–Ji-Paraná?

    A AGERO, por ser intermunicipal.

    Quem autoriza Porto Velho–Cuiabá?

    A ANTT, que emite o TAR dessa ligação de Rondônia.

    Posso pedir linha regular para Manaus pela BR-319?

    Pode, mas é preciso avaliar a trafegabilidade, porque o cumprimento de viagens entra no IQT.

    A travessia para Guayaramerín é rodoviária?

    Não. É fluvial, pelo rio Mamoré.

    Quem autoriza o BP-e em Rondônia?

    A SEFIN-RO credencia, e o bilhete é autorizado via SVRS.

    Conclusão

    Em Rondônia, a BR-364 concentra as oportunidades e a BR-319 pede cautela. Com habilitação e TAR por linha, a viação rondoniense opera com segurança nas rotas federais.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Como sair da planilha na gestão da viação em Rondônia: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação em Rondônia: guia para viações

    Rondônia se organiza ao longo da BR-364, que corta o estado de Vilhena, no sul, a Porto Velho, no norte. As viações intermunicipais atendem Pimenta Bueno, Cacoal, Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Jaru, Ariquemes e Candeias do Jamari, além de Rolim de Moura, Guajará-Mirim e cidades da BR-429 e da BR-425. Com uma malha extensa e muitas agências, a gestão em planilhas fica difícil de manter atualizada.

    Veja como uma viação rondoniense pode migrar para um sistema.

    Onde a planilha falha

    Os problemas mais comuns são caixa que não fecha, relatórios das agências que chegam atrasados, tabelas diferentes em cada ponto e falta de visão da ocupação por trecho. Em uma linha que cruza o estado inteiro, essa falta de informação custa caro.

    AGERO e o cadastro

    O transporte intermunicipal de Rondônia é regulado pela AGERO, a agência de regulação dos serviços públicos delegados do estado. O cadastro do sistema parte das linhas, seções, horários e tarifas autorizados, conferidos com a documentação oficial.

    Porto Velho e Ji-Paraná

    A rodoviária de Porto Velho e a de Ji-Paraná são os principais pontos de venda. Com estoque único, a poltrona vendida em uma delas é bloqueada nas demais e no site.

    A BR-364 como eixo

    Quase todas as linhas usam a BR-364, com embarques e desembarques em muitas cidades. A venda por trecho permite revender lugares liberados no caminho e aumenta a ocupação.

    Agronegócio e trabalho

    Vilhena, Cacoal e Rolim de Moura têm economia ligada à agropecuária, com movimento de trabalhadores ao longo do ano. Os dados de venda mostram picos e permitem ajustar a frota.

    Guajará-Mirim e a fronteira

    Guajará-Mirim fica em frente a Guayaramerín, na Bolívia, e atrai compradores e moradores. Registrar documentos corretamente na venda evita problemas no embarque.

    Agências pelo interior

    Muitas cidades têm vendas por agências. No sistema, elas usam a mesma tabela, e as comissões são calculadas por regra.

    Implantação em etapas

    • Cadastrar linhas e seções conforme a AGERO.
    • Registrar a frota e a configuração de assentos.
    • Começar por uma linha curta, como Porto Velho–Candeias do Jamari.
    • Levar as rodoviárias de Porto Velho e Ji-Paraná.
    • Integrar as agências do sul e da Zona da Mata rondoniense.
    • Abrir a venda pela internet e abandonar as planilhas.

    Escolha do período

    Evite a virada perto de feriados prolongados e férias. Um mês de movimento normal facilita o aprendizado.

    Dados para revisar

    Padronize nomes de distritos, linhas vicinais e paradas, confira tarifas por seção e remova horários extintos.

    Treinamento e suporte

    Treinamentos nas rodoviárias e sessões remotas para agências distantes preparam a equipe. Suporte direto nas primeiras semanas evita o retorno ao papel.

    Encomendas

    O despacho de encomendas ao longo da BR-364 é comum. No sistema, cada volume fica ligado à viagem e pode ser localizado.

    Gratuidades

    Idosos e pessoas com deficiência têm vagas garantidas por lei; no sistema, elas são registradas no bilhete e contadas em cada ônibus.

    Caixa e relatórios

    O caixa fecha por turno, e relatórios de ocupação, receita e agências ficam disponíveis sem montagem manual.

    Remarcação sem poltrona presa

    Quando o passageiro muda a data, a troca no sistema libera o lugar anterior e registra a diferença de tarifa.

    Ariquemes e o centro do estado

    Ariquemes e Jaru ficam no trecho central da BR-364 e têm movimento constante de passageiros para Porto Velho. Os dados por seção mostram onde concentrar a oferta.

    BR-429 e o vale do Guaporé

    Linhas pela BR-429 atendem São Francisco do Guaporé, Costa Marques e cidades do vale. São viagens com poucos horários, em que cada lugar vendido faz diferença.

    Contingência de conexão

    Em agências com internet instável, um procedimento definido antes da virada garante que as vendas sejam registradas e sincronizadas, sem voltar ao papel.

    Picos de segunda e sexta

    Trabalhadores, estudantes e pacientes que buscam atendimento em Porto Velho viajam principalmente no início e no fim da semana. Os relatórios mostram esses picos.

    Feiras e eventos

    Feiras agropecuárias, como as exposições de Vilhena, Ji-Paraná e Cacoal, aumentam a demanda. Comparar com anos anteriores ajuda a programar extras.

    Comparação com o ano anterior

    Com o histórico guardado no sistema, a empresa compara cada mês com o mesmo período do ano anterior e planeja a frota com mais segurança, sem depender de memória ou de arquivos espalhados em computadores diferentes.

    BP-e e a SEFIN-RO

    Cada passagem intermunicipal emitida em Rondônia é um BP-e. A Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia (SEFIN-RO) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão integrada evita retrabalho.

    Para ver todos os estados e o passo a passo, consulte o guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist rondoniense

    • Cadastro conforme a AGERO.
    • Estoque único entre Porto Velho, Ji-Paraná e as agências.
    • Venda por trecho na BR-364.
    • Documentos registrados para Guajará-Mirim.
    • Distritos e vicinais com nomes padronizados.
    • Virada longe de feriados prolongados.

    Vexado: deixando a planilha em Rondônia

    O Vexado oferece às viações rondonienses venda e emissão de passagens num único sistema. Rodoviárias, agências e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    A operação ao longo da BR-364 passa a ser acompanhada com relatórios de ocupação, caixa e comissões.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal em Rondônia?

    A AGERO.

    Qual a principal rodovia do estado?

    A BR-364, de Vilhena a Porto Velho.

    Como aproveitar linhas com muitas paradas?

    Vendendo cada seção separadamente, para que o lugar liberado em Ariquemes ou Jaru seja revendido.

    Qual cidade fica na fronteira com a Bolívia?

    Guajará-Mirim, em frente a Guayaramerín.

    Quem autoriza o BP-e em Rondônia?

    A SEFIN-RO credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Como organizar uma empresa de ônibus em Rondônia: guia para viações

    Como organizar uma empresa de ônibus em Rondônia: guia para viações

    De Vilhena a Porto Velho pela BR-364, com Ji-Paraná no meio do caminho: um roteiro para organizar uma empresa de ônibus em Rondônia.

    • AGERO nas linhas intermunicipais; ANTT nas ligações com outros estados e com a Bolívia.
    • Rotas longas, chuvas amazônicas e bases espalhadas pelo eixo da BR-364.
    • Rodoviária de Porto Velho como principal origem.

    Resumo rápido

    Rondônia se organiza ao longo da BR-364, que atravessa o estado de Vilhena a Porto Velho e segue para o Acre. Uma viação rondoniense precisa coordenar bases distantes, frota exposta a estradas exigentes e venda em cidades médias com perfis diferentes. Este guia mostra como estruturar setores, cadastros e rotinas para essa realidade.

    AGERO e ANTT na gestão rondoniense

    A AGERO, agência reguladora de Rondônia, acompanha as linhas intermunicipais, como Porto Velho–Ji-Paraná ou Porto Velho–Ariquemes. As ligações com Mato Grosso, Acre, Amazonas e a Bolívia dependem da ANTT. Na gestão interna, cada carteira precisa de cadastro de linhas e tabela de tarifas próprios.

    Organograma para uma operação em eixo

    Com cidades enfileiradas ao longo de uma única rodovia, faz sentido ter responsáveis locais em Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena. Cada um cuida de embarque, troca de carro e atendimento, mas decisões de tarifa, escala geral e compras ficam na sede. Essa divisão precisa estar escrita e ser conhecida pelas equipes.

    Programação a partir de Porto Velho

    A rodoviária da capital concentra as saídas para o interior e para outros estados. Cada horário cadastrado deve ter veículo previsto, motorista e todas as paradas intermediárias, como Ariquemes, Jaru, Ouro Preto do Oeste e Cacoal. Sem essas seções, a venda de trechos curtos fica fora do controle de lotação.

    Frota preparada para a BR-364

    Tráfego pesado de caminhões, chuvas fortes e trechos desgastados aumentam o risco de avarias. A ficha de cada ônibus deve trazer histórico de pneus, freios, suspensão e documentação. Carros reserva posicionados nas bases intermediárias reduzem o tempo de passageiros parados na estrada.

    Oficina e estoque de peças

    A manutenção preventiva por quilometragem deve ser visível para o tráfego. Ter estoque mínimo de peças em Ji-Paraná ou Vilhena, controlado no mesmo sistema, evita esperar dias por um item que vem da capital.

    Escala de condutores em Rondônia

    As distâncias pedem revezamento planejado e cumprimento da legislação do motorista profissional. O cadastro reúne habilitação, exames e cursos, e o despachante precisa ver, antes de escalar, se cada condutor está apto para a viagem.

    Linhas para Cuiabá e Rio Branco

    São rotas longas, com muitas horas de estrada. A organização inclui pontos de apoio definidos, comunicação com o motorista e plano para atrasos causados por obras ou chuva. O passageiro deve ser avisado com antecedência quando houver mudança.

    Guajará-Mirim e o lado boliviano

    Guajará-Mirim fica diante de Guayaramerín, separadas pelo rio Mamoré. A travessia é fluvial e foge da linha rodoviária. Para serviços internacionais, a empresa deve confirmar com a ANTT o enquadramento e as exigências de documentação antes de vender.

    Vendas nas cidades do eixo

    Guichês em Porto Velho, agências no interior e venda on-line atendem públicos diferentes. Um estoque único de assentos, regras de comissão escritas e política de remarcação igual para todos evitam conflitos entre pontos.

    Calendário de demanda rondoniense

    Férias escolares, fim de ano e feriados prolongados concentram viagens. No período chuvoso, a procura pode cair em alguns trechos e subir em outros, conforme as condições da estrada. Acompanhar a ocupação semana a semana orienta reforços e cortes.

    Caixa e repasse

    Cada ponto fecha o caixa por forma de pagamento, e o financeiro concilia com bancos e adquirentes. O repasse das agências segue prazo definido em contrato.

    BP-e em Rondônia

    A SEFAZ-RO credencia a empresa, e os bilhetes eletrônicos são autorizados via SVRS. Em agências com internet instável, a contingência precisa estar configurada e revisada.

    Indicadores para a gestão

    Ocupação por linha, quebras por veículo, custo por quilômetro e atrasos por trecho mostram onde agir. Em rotas longas, um horário vazio repetido pesa no resultado.

    Agenda de documentos em Rondônia

    Licenças, seguros, certidões e cadastros na AGERO e na ANTT precisam de responsável e alerta antecipado. Um documento vencido pode tirar uma linha inteira de operação.

    Quem quiser o panorama completo encontra no guia nacional para quem quer organizar a viação.

    Como o Vexado ajuda viações rondonienses

    Em Rondônia, o Vexado reúne linhas da AGERO e da ANTT, programação ao longo da BR-364, venda por trecho com estoque único, BP-e com contingência e caixa por ponto de venda para a sede e as bases do interior.

    Perguntas frequentes

    Qual órgão acompanha a linha entre Porto Velho e Ji-Paraná?

    A AGERO, agência reguladora de Rondônia.

    Vale ter carros reserva no interior?

    Sim. Em rotas longas, um carro reserva na base intermediária reduz muito o tempo de espera em caso de quebra.

    Linhas para a Bolívia seguem a mesma regra?

    Não. Serviços internacionais dependem da ANTT, e o enquadramento deve ser confirmado antes da venda.

    Como funciona o BP-e para empresas de Rondônia?

    A SEFAZ-RO credencia a empresa, e a autorização ocorre via SVRS.

    Como lidar com a chuva na BR-364?

    Com plano para atrasos, aviso antecipado ao passageiro e manutenção reforçada no período chuvoso.

    Conclusão

    Em Rondônia, uma viação organizada aproveita o eixo da BR-364 com bases locais, frota bem cuidada e cadastros separados para AGERO e ANTT. Assim, distâncias longas deixam de ser sinônimo de improviso.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Sistema para empresas de ônibus em Rondônia: guia para viações

    Sistema para empresas de ônibus em Rondônia: guia para viações

    Rondônia se organiza ao longo da BR-364, de Vilhena a Porto Velho. As viações rondonienses atendem Pimenta Bueno, Cacoal, Ji-Paraná, Jaru, Ariquemes e Rolim de Moura, além de Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia.

    Este guia mostra o que um sistema para empresas de ônibus precisa oferecer às viações rondonienses e como fazer a implantação sem parar as vendas.

    O que é um sistema para empresas de ônibus em Rondônia

    Um sistema para empresas de ônibus concentra num só lugar a venda de passagens das viações rondonienses, o mapa de poltronas, a emissão fiscal, o caixa, as agências e os relatórios. Para as viações rondonienses, isso significa trocar arquivos soltos por um cadastro único, em que cada venda é registrada no momento em que acontece e fica visível para toda a equipe.

    Regulação em Rondônia

    Em Rondônia, o transporte intermunicipal é regulado pela AGERO. O sistema deve ser configurado com as linhas, seções e tarifas que a agência autoriza.

    Funções essenciais para a viação em Rondônia

    Antes de contratar, vale conferir se a solução cobre o básico da rotina em Rondônia:

    • Cadastro de linhas, seções e tarifas de acordo com a AGERO.
    • Mapa de poltronas compartilhado entre Porto Velho e o interior.
    • Bilhete eletrônico em Rondônia gerado sem digitação extra.
    • Fechamento de caixa por turno em Ariquemes e Ji-Paraná.
    • Controle de encomendas ligado à viagem até Vilhena.
    • Painel com indicadores para a diretoria em Porto Velho.

    A BR-364 de ponta a ponta

    A linha entre Vilhena e Porto Velho atravessa o estado e passa por várias cidades médias. A venda por trecho permite revender poltronas liberadas em cada parada.

    Passagens pela internet em Rondônia

    Em Rondônia, vender pela internet deixou de ser um extra. Para empresas rondonienses, ela amplia o alcance para quem mora longe de Porto Velho ou viaja a partir de outros estados. O essencial é que site, guichê e agências em Rondônia vejam o mesmo mapa de poltronas a cada segundo.

    Ji-Paraná e o centro do estado

    Ji-Paraná e Cacoal formam o centro econômico do interior. O estoque único entre rodoviárias e agências evita conflito de vendas.

    Agências parceiras em Rondônia

    Quando uma empresa em Rondônia trabalha com dezenas de pontos de venda, a conciliação manual consome dias. Quando o sistema registra a venda de cada agência, os repasses entre Porto Velho e o interior saem rápidos e transparentes.

    Guajará-Mirim

    Guajará-Mirim fica em frente a Guayaramerín, na Bolívia. O registro de documentos na venda ajuda no embarque de passageiros estrangeiros.

    Encomendas no bagageiro em Rondônia

    Pequenas cargas e encomendas viajam todos os dias nos bagageiros em Rondônia. Lançar cada volume no mesmo sistema da venda evita extravios entre Porto Velho e Ariquemes, facilita a cobrança e mostra o rendimento por linha.

    Escalas e revisões em Rondônia

    Escalas de motoristas e manutenção pesam no custo de qualquer viação em Rondônia. Com esses dados no sistema, a empresa em Rondônia relaciona cada viagem ao veículo e à equipe, o que facilita o planejamento e reduz paradas inesperadas.

    Fechamento de caixa em Rondônia

    Com as vendas no sistema, o caixa de Porto Velho e das agências fecha sem divergências. Pix, cartão e dinheiro aparecem separados, e o financeiro das empresas rondonienses acompanha a receita diária sem esperar relatórios manuais.

    Benefícios legais na emissão em Rondônia

    Nas linhas rondonienses, idosos, pessoas com deficiência e outros beneficiários têm direitos garantidos no transporte rodoviário de passageiros. Com o registro no sistema, as empresas rondonienses aplicam o benefício na venda e acompanham a quantidade por viagem.

    Dados para a diretoria em Rondônia

    Com receita, ocupação e cancelamentos num painel atualizado, a gestão das viações rondonienses muda de patamar. A viação em Rondônia passa a comparar períodos, a ver o efeito de cada mudança de horário e a planejar a temporada com antecedência.

    Comparando fornecedores em Rondônia

    Alguns critérios ajudam uma viação em Rondônia a decidir:

    • Estoque único entre os canais de venda em Rondônia.
    • Relatórios prontos para a gestão em Porto Velho, sem planilha.
    • Atendimento rápido quando algo falha em dia de movimento em Ariquemes.
    • Custo compatível com o porte das viações rondonienses.
    • Implantação em etapas, começando pela linha para Ji-Paraná.

    Treinamento e suporte em Rondônia

    Equipes de guichê em Rondônia aprendem rápido quando o treinamento usa a rotina real. Nas primeiras semanas, um canal direto para dúvidas evita que os funcionários das viações rondonienses voltem ao papel em dias de maior movimento.

    Venda com sinal instável em Rondônia

    Quedas de energia ou de sinal acontecem em Rondônia. Um sistema preparado para a realidade em Rondônia permite seguir vendendo com segurança e atualizar os dados assim que a conexão volta.

    Roteiro de implantação em Rondônia

    Uma implantação segura em Rondônia pode seguir estes passos:

    • Revisar linhas, seções e tarifas conforme a AGERO.
    • Cadastrar a frota usada em Rondônia e o mapa de poltronas de cada ônibus.
    • Começar pela linha Porto Velho–Ariquemes.
    • Levar o guichê principal de Porto Velho para o sistema.
    • Integrar as agências de Ji-Paraná e Vilhena.
    • Abrir a venda online para Rondônia e acompanhar os primeiros relatórios.

    Emissão do BP-e com a SEFIN-RO

    Cada passagem intermunicipal vendida em Rondônia é documentada por um BP-e. O credenciamento para o BP-e é feito na Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia (SEFIN-RO), e a autorização ocorre via SVRS. Assim, em Porto Velho, o fiscal anda junto com o comercial, sem retrabalho.

    Para comparar a realidade em Rondônia com os demais estados, consulte o guia nacional sobre sistema para empresas de ônibus.

    Vexado: sistema para viações rondonienses

    Com o Vexado, a viação em Rondônia vende no guichê de Porto Velho, nas agências e pela internet sobre o mesmo mapa de poltronas, emite o BP-e a partir da venda e acompanha caixa e ocupação em relatórios prontos.

    O time acompanha a mudança nas viações rondonienses com treinamento prático e suporte próximo durante a virada.

    Perguntas frequentes

    Qual órgão regula o transporte intermunicipal em Rondônia?

    A AGERO, agência reguladora de Rondônia.

    Qual rodovia organiza a malha de Rondônia?

    É a BR-364, que liga Vilhena a Porto Velho.

    Qual órgão autoriza o BP-e em Rondônia?

    Quem credencia a empresa é a Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia (SEFIN-RO); o BP-e é autorizado via SVRS.

    Quanto tempo leva a implantação em Rondônia?

    Depende do número de linhas e agências em Rondônia, mas um piloto pode começar em poucas semanas.

    Uma viação pequena em Rondônia precisa de sistema?

    Sim. Com poucas linhas, cada erro de venda ou de caixa pesa mais no resultado, e um sistema reduz esse risco em Rondônia.

  • Sistema para empresas de ônibus que querem crescer na Paraíba: guia para viações

    Sistema para empresas de ônibus que querem crescer na Paraíba: guia para viações

    A Paraíba se estende como uma faixa longa do litoral ao Sertão. João Pessoa, a capital, fica no ponto mais oriental das Américas, a Ponta do Seixas, e a partir dela o estado avança por cerca de 600 quilômetros para o interior até a divisa com o Ceará. No caminho, Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras formam uma sequência de polos regionais que dependem do ônibus para manter o fluxo de pessoas.

    Para a viação paraibana, essa forma alongada cria uma malha naturalmente concentrada em um grande corredor, com ramificações para o Brejo, o Cariri, o Curimataú e o Litoral Norte e Sul.

    DER-PB: gestão e fiscalização do intermunicipal

    Na Paraíba, o transporte coletivo intermunicipal de passageiros é responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PB), vinculado à Secretaria de Infraestrutura. Pela Gerência de Transportes, o DER-PB planeja e supervisiona o serviço, concede permissões e autorizações, divulga horários e tarifas autorizados, recebe reclamações e fiscaliza ônibus e vans quanto à documentação, às condições de uso e aos itinerários.

    O regulamento estadual também prevê que o DER-PB estabeleça as condições de implantação e funcionamento dos terminais rodoviários e pontos de apoio. Para a viação, isso significa que qualquer alteração de horário, itinerário ou ponto de embarque passa pelo órgão.

    A BR-230 e as rodoviárias da Paraíba

    A BR-230, que no Brasil integra a Transamazônica, nasce em Cabedelo, atravessa João Pessoa e segue por Campina Grande, Soledade, Patos, Pombal e Sousa até Cajazeiras, ligando todo o estado de leste a oeste. Grande parte das linhas intermunicipais paraibanas usa esse eixo. A BR-101 corta o litoral, ligando João Pessoa a Natal e ao Recife, e a BR-104 conecta Campina Grande ao Agreste pernambucano e ao Brejo.

    O Terminal Rodoviário de João Pessoa, no Varadouro, perto do centro histórico, concentra as partidas para o interior e para outros estados. Em Campina Grande, a rodoviária é ponto de conexão para todo o Agreste e o Sertão.

    Campina Grande e o Maior São João do Mundo

    Campina Grande é um centro de ensino, tecnologia e comércio, com universidades federais e estaduais que atraem estudantes de toda a região. Mas é em junho que a cidade se transforma: o Maior São João do Mundo, no Parque do Povo, recebe visitantes de todo o país durante semanas.

    Para as viações, junho é a principal temporada do ano. A linha João Pessoa–Campina Grande, já movimentada em dias comuns, fica sobrecarregada nos fins de semana de festa, e linhas de outras cidades do estado e de Pernambuco e do Rio Grande do Norte também ganham demanda.

    O Sertão paraibano

    Patos é o principal centro do Sertão, com comércio forte e serviços de saúde. Sousa é conhecida pelo Vale dos Dinossauros, com pegadas fósseis preservadas, e Cajazeiras é um polo educacional no extremo oeste. Muitas famílias sertanejas têm parentes em João Pessoa e no Sudeste, o que mantém um fluxo constante de viagens, com picos no fim de ano.

    Litoral e turismo

    João Pessoa tem atraído cada vez mais turistas, e praias do Litoral Sul, como Tambaba e Coqueirinho, em Conde, e do Litoral Norte, como Baía da Traição, ganham procura nas férias. Muitas dessas viagens são curtas e feitas por passageiros que preferem comprar pela internet.

    Desafios das viações paraibanas

    A temporada junina

    Em poucas semanas, a demanda entre a capital e Campina Grande dispara. Sem venda antecipada e controle de poltronas único, os riscos de overbooking são altos.

    Linhas longas no eixo da BR-230

    Uma linha de João Pessoa a Cajazeiras passa por muitos municípios. Vender por trecho e acompanhar a ocupação de cada seção é essencial para entender a rentabilidade.

    Concorrência com vans e carros

    Em trechos curtos do Brejo e do Cariri, o transporte informal ainda é comum. A viação ganha passageiros com horários confiáveis e compra simples.

    Estudantes e pacientes no corredor da BR-230

    Além das festas, a rotina das linhas paraibanas é sustentada por estudantes das universidades de Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras, e por pacientes que buscam atendimento especializado na capital. São viagens de ida e volta frequentes, que exigem horários cedo pela manhã e retorno no fim da tarde.

    Agências no interior da Paraíba

    Em cidades como Guarabira, Monteiro, Princesa Isabel ou Catolé do Rocha, a venda depende de agências parceiras. Conectadas ao sistema da rodoviária de João Pessoa, elas vendem com a mesma disponibilidade, registram a comissão em cada venda e prestam contas diariamente, sem cadernos e sem acerto apenas no fim do mês.

    Checklist para crescer na Paraíba

    • Linhas e horários autorizados pelo DER-PB.
    • Plano do São João definido com antecedência — no Brejo e no Sertão paraibano.
    • Venda por trecho nas linhas da BR-230.
    • Agências integradas ao mapa de poltronas — no Brejo e no Sertão paraibano.
    • Venda online para o litoral e para Campina Grande.

    Indicadores úteis

    • Ocupação diária João Pessoa–Campina Grande em junho.
    • Receita das linhas do Sertão no fim de ano.
    • Participação da venda online — no Brejo e no Sertão paraibano.
    • Comissões e repasses por agência.

    Para comparar o corredor paraibano da BR-230 com malhas de outros estados, o guia nacional sobre sistema para empresas de ônibus que querem crescer oferece uma visão ampla dos caminhos de crescimento das viações brasileiras.

    Vexado: venda e emissão de passagens na Paraíba

    Para a viação paraibana que vende em João Pessoa, em Campina Grande e em agências do Sertão, o Vexado mantém um único mapa de poltronas e emite o BP-e no ato da venda. No São João, isso permite abrir horários extras e vender online sem duplicidade, enquanto o gestor acompanha caixa, ocupação e comissões. Encomendas também podem ser registradas, mas o foco é vender e emitir passagens.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB, por meio da sua Gerência de Transportes, que concede permissões e fiscaliza o serviço.

    O BP-e é obrigatório nas linhas para o Sertão paraibano?

    Sim. Toda passagem rodoviária intermunicipal deve ter BP-e autorizado via SVRS, com a empresa credenciada pela SEFAZ-PB, inclusive as vendidas em agências do interior.

    Quando a demanda é maior entre João Pessoa e Campina Grande?

    Em junho, durante o Maior São João do Mundo, especialmente nos fins de semana.

    Como vender para o Sertão paraibano a partir de João Pessoa?

    Linhas longas para Patos, Sousa e Cajazeiras se beneficiam do controle de ocupação por trecho, já que muitos passageiros descem em cidades intermediárias.

    O litoral sul paraibano tem demanda turística para ônibus?

    Tem, sobretudo no verão e nos feriados, com destinos como o Conde e a praia de Tambaba. Abrir a venda cedo ajuda a medir a procura.

  • Sistema para rodoviária, guichê e bilhetagem na Paraíba: guia para viações

    Sistema para rodoviária, guichê e bilhetagem na Paraíba: guia para viações

    Do litoral ao sertão pela BR-230: como organizar guichê e bilhetagem para viações na Paraíba.

    • João Pessoa e Campina Grande como polos complementares.
    • São João de Campina Grande no calendário da bilheteria.
    • DER-PB, ANTT e BP-e no balcão.

    Resumo rápido

    Na Paraíba, a BR-230 liga o litoral ao sertão e concentra grande parte das linhas. João Pessoa e Campina Grande são os dois grandes centros de embarque, e o São João campinense cria um dos picos mais intensos do Nordeste. Uma bilheteria organizada controla seções no sentido leste-oeste e prepara a grade de junho com antecedência.

    Capital e Campina Grande dividem a demanda

    A rodoviária de João Pessoa atende quem segue para o interior e para Recife e Natal. A capital concentra serviço público, universidades e turismo de praia.

    Campina Grande, a pouco mais de 100 quilômetros, tem universidades, polo tecnológico e comércio regional. Muitas pessoas fazem o trajeto entre as duas cidades várias vezes por semana, o que torna essa linha uma das mais frequentes do estado.

    A BR-230 e o caminho para o sertão

    A BR-230 atravessa a Paraíba de leste a oeste, passando por Campina Grande, Patos, Pombal, Sousa e Cajazeiras. A BR-101 liga João Pessoa a Recife e Natal.

    Uma linha da capital até Cajazeiras percorre mais de 400 quilômetros e atende várias cidades no caminho. Cada trecho tem tarifa própria, e o sistema precisa reconhecer todas as seções.

    Quem compra passagem na Paraíba

    O público inclui estudantes que vivem em João Pessoa ou Campina Grande e voltam ao sertão nos fins de semana, trabalhadores do comércio e servidores. Famílias do interior viajam à capital para consultas médicas e compras.

    Patos, Sousa e Cajazeiras são polos regionais no sertão, com faculdades e comércio que atraem gente das cidades vizinhas.

    No litoral, Cabedelo e Conde recebem visitantes nas férias, e Guarabira, no Brejo, concentra a demanda de municípios próximos. Esse retrato ajuda a decidir onde vale manter agência e onde a venda online resolve.

    O São João e as férias

    O São João de Campina Grande, em junho, atrai visitantes de todo o país e lota as linhas para a cidade durante semanas. No retorno, o fluxo se inverte rapidamente.

    Julho e dezembro trazem turistas para o litoral. Nessas épocas, liberar a venda antecipada e cadastrar os horários extras antes de abrir o balcão evita fila na rodoviária.

    Durante o São João, também vale combinar com a equipe da rodoviária de Campina Grande um esquema de atendimento para o retorno, quando muitos passageiros chegam ao mesmo tempo depois das noites de festa.

    Regulação: DER-PB e ANTT

    Na Paraíba, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PB) planeja, regulamenta, outorga e fiscaliza o transporte intermunicipal de passageiros. Linhas para Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará são reguladas pela ANTT.

    A passagem é documentada pelo BP-e. A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Durante o São João, com mais cancelamentos e remarcações, cada evento precisa ser registrado corretamente no sistema.

    Seções e poltronas no sentido leste-oeste

    Uma linha João Pessoa–Cajazeiras pode embarcar e desembarcar passageiros em Campina Grande, Patos e Sousa. O mapa de poltronas por seção permite revender o lugar de quem desce no meio do caminho.

    Na linha João Pessoa–Campina Grande, com muitas saídas diárias, o desafio é manter o estoque atualizado entre guichê e internet, para que o mesmo lugar não seja vendido duas vezes.

    Caixa e embarque

    Em junho, a rodoviária de Campina Grande pode precisar de reforço de atendentes. Cada um deve ter login próprio e fechar o caixa no fim do turno, com dinheiro, cartão e PIX separados.

    No embarque, a lista de passageiros atualizada facilita a conferência na plataforma e nas paradas do sertão.

    Erros que aparecem no guichê paraibano

    • Vender passagens extras do São João sem cadastrar os horários.
    • Deixar reservas sem prazo nas semanas de festa.
    • Cobrar tarifa errada nas seções da BR-230.
    • Fechar o caixa de vários atendentes num só login.
    • Cancelar sem gerar o evento fiscal.

    Checklist antes de junho

    • Cadastrar todas as seções de João Pessoa ao sertão.
    • Planejar a grade do São João com antecedência.
    • Integrar a venda de João Pessoa e Campina Grande.
    • Criar login individual para cada atendente.
    • Testar emissão e cancelamento de BP-e.
    • Definir regras de reserva com prazo de pagamento.

    Guia nacional e outros estados

    Os demais estados do Nordeste e do país estão reunidos no guia de sistema para rodoviária, guichê e bilhetagem, com a visão geral do tema.

    Como o Vexado ajuda a vender e emitir passagens

    Na Paraíba, o Vexado serve como sistema de venda e emissão de passagens. Para viações paraibanas, une guichês de João Pessoa e Campina Grande, agências do sertão e venda online no mesmo mapa de poltronas, com BP-e e caixa por atendente.

    Perguntas frequentes

    Quem fiscaliza o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB. Para viagens entre estados, a regulação é da ANTT.

    Qual a linha mais movimentada do estado?

    A ligação entre João Pessoa e Campina Grande, com muitas saídas diárias.

    Quando a demanda dispara na Paraíba?

    Em junho, com o São João de Campina Grande, além de julho e do fim de ano.

    Por que controlar seções na BR-230?

    Porque a linha para o sertão atende várias cidades, e os lugares liberados no caminho podem ser vendidos de novo.

    Como evitar venda duplicada entre guichê e site?

    Com todos os canais consultando o mesmo estoque de poltronas em tempo real.

    Como o Vexado apoia viações da Paraíba?

    Integra João Pessoa, Campina Grande e o sertão no mesmo mapa de poltronas.

    Conclusão

    Na Paraíba, a BR-230 e o São João definem a rotina da bilheteria. Com seções bem cadastradas e a grade de junho planejada, a viação atende o pico sem perder o controle.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Sistema para cargas e encomendas em ônibus na Paraíba: guia para viações

    Sistema para cargas e encomendas em ônibus na Paraíba: guia para viações

    Na Paraíba, a BR-230 funciona como uma rua principal que atravessa o estado. Começa no litoral, em Cabedelo e João Pessoa, passa por Campina Grande e segue pelo Sertão até Patos, Sousa e Cajazeiras. Ao longo dela, os ônibus levam estudantes, trabalhadores, pacientes e, no bagageiro, uma infinidade de pequenos volumes: redes de dormir de São Bento, peças de couro, documentos, exames e roupas.

    Esses despachos ajudam a viação paraibana a melhorar a receita de cada horário, mas a base é a passagem vendida. Este guia mostra como organizar as encomendas sem tirar o bilhete do centro da operação.

    DER-PB e a gestão do intermunicipal

    Na Paraíba, o transporte coletivo intermunicipal de passageiros é responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PB), vinculado à Secretaria de Infraestrutura. Pela Gerência de Transportes, o DER-PB planeja o serviço, concede permissões e autorizações, divulga horários e tarifas e fiscaliza ônibus e vans.

    O regulamento estadual também dá ao DER-PB a atribuição de definir condições para terminais e pontos de apoio. Para quem despacha volumes, isso significa trabalhar dentro dos horários e itinerários aprovados. As ligações com Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará são interestaduais e seguem a ANTT.

    Da Rodoviária do Varadouro ao Sertão

    O Terminal Rodoviário de João Pessoa fica no Varadouro, perto do centro histórico, e concentra as partidas para o interior e para outros estados. Em Campina Grande, a rodoviária tem movimento próprio e funciona como ponto de redistribuição para o Agreste, o Cariri paraibano e o Sertão.

    Pela BR-101, a capital se liga a Recife ao sul e a Natal ao norte, em viagens curtas e frequentes. Pela BR-230, as distâncias crescem: Patos, Sousa e Cajazeiras ficam a várias horas da capital, e os volumes descem em cidades diferentes ao longo do caminho.

    Redes, couro e o comércio de Campina

    São Bento, no Sertão, é conhecida como um dos maiores centros de fabricação de redes de dormir do país, e muitos fabricantes vendem para lojistas de outras cidades. Pequenos fardos de redes viajam de ônibus todos os dias. No Cariri paraibano, o artesanato em couro abastece lojas e feiras.

    Campina Grande, com seu polo universitário e tecnológico, movimenta documentos, equipamentos pequenos e encomendas entre empresas. João Pessoa, por sua vez, envia roupas, medicamentos e mercadorias do comércio atacadista para o interior.

    O Maior São João do Mundo e o espaço no ônibus

    Em junho, Campina Grande promove o festejo junino conhecido como O Maior São João do Mundo, que atrai visitantes de todo o país durante semanas. Cidades do Sertão e do Brejo também têm festas próprias. As linhas entre João Pessoa e Campina lotam, e o bagageiro fica tomado por malas de quem vai passar dias na festa.

    Nessas semanas, aceitar volumes grandes nos horários mais cheios é arriscado. A viação deve consultar quantas passagens já foram vendidas antes de receber uma encomenda e, se necessário, oferecer o horário seguinte.

    Encomenda registrada no horário vendido

    Quando o despacho é anotado sem relação com a viagem, a caixa pode sair no carro errado ou ficar esquecida no balcão. Em linhas longas como as do Sertão, o erro só é descoberto horas depois, com o destinatário esperando na rodoviária de Sousa ou Cajazeiras.

    A organização começa por ligar cada volume à data, ao horário e ao carro, com cidade de descida. O motorista recebe a lista por parada, e a agência de destino sabe o que esperar.

    BP-e, CT-e e a SEFAZ-PB

    Cada passagem intermunicipal vendida na Paraíba gera um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ-PB) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A encomenda transportada com cobrança é documentada com CT-e, e o MDF-e acompanha a viagem quando a operação exige.

    Usar o mesmo cadastro de linhas e trechos para os dois documentos evita divergências. O contador orienta sobre o ICMS de passagens e cargas.

    Agências no Agreste e no Sertão

    Em muitas cidades, a agência parceira vende passagens e recebe encomendas. Para que isso funcione, todas devem seguir a mesma tabela de preços, registrar o volume no momento do recebimento e conferir a entrega com assinatura. A comissão da agência sobre cargas deve ser separada da comissão sobre passagens.

    Checklist para viações na Paraíba

    • Gerar a lista de volumes por cidade em cada viagem da BR-230.
    • Limitar encomendas grandes nas semanas do São João de Campina Grande.
    • Criar uma tabela de preço para fardos de redes e volumes leves e grandes.
    • Emitir BP-e e CT-e a partir do mesmo cadastro de linhas do DER-PB.
    • Avisar o destinatário quando o ônibus chegar ao Sertão.
    • Fechar diariamente o caixa de cargas em João Pessoa, Campina, Patos e Sousa.

    O panorama nacional do tema está no guia nacional sobre sistema para cargas e encomendas.

    Vexado: passagens e encomendas na Paraíba

    O Vexado é um sistema de venda e emissão de passagens para viações. A Rodoviária do Varadouro, as agências do interior e a venda pela internet compartilham o mapa de poltronas, com BP-e na hora da venda. A mesma plataforma registra encomendas com remetente, destinatário, origem, destino e valor, emite CT-e e MDF-e, permite consultar cada volume e integra as cargas ao fechamento de caixa.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB, Departamento de Estradas de Rodagem, vinculado à Secretaria de Infraestrutura, pela Gerência de Transportes.

    Qual a principal rota de encomendas por ônibus no estado?

    A BR-230, que liga João Pessoa a Campina Grande e ao Sertão, até Cajazeiras.

    Por que o São João afeta as encomendas?

    Porque as linhas para Campina Grande lotam em junho, e a bagagem dos passageiros ocupa o espaço que seria usado pelos volumes.

    Que documento acompanha a encomenda?

    O CT-e, quando há cobrança. A passagem gera um BP-e, autorizado via SVRS, com a empresa credenciada pela SEFAZ-PB.

    Linha de João Pessoa para Recife é estadual?

    Não. É interestadual e segue a ANTT.

  • Sistema para fretamento e turismo rodoviário na Paraíba: guia para viações

    Sistema para fretamento e turismo rodoviário na Paraíba: guia para viações

    Maior São João do Mundo, praias de João Pessoa, Brejo paraibano e Vale dos Dinossauros: como organizar fretamento e turismo rodoviário na Paraíba.

    • DER-PB no transporte intermunicipal; ANTT para Pernambuco, Rio Grande do Norte e demais estados.
    • Licença, nomes e documentos dos passageiros, CT-e OS.
    • Festas juninas, receptivo de praia, turismo rural, romarias e indústria.

    Resumo rápido

    A Paraíba tem dois polos de fretamento muito diferentes. Em João Pessoa, o receptivo de praia leva turistas a piscinas naturais, ao pôr do sol do Jacaré e às praias do litoral sul. Em Campina Grande, o São João de junho atrai caravanas de todo o Nordeste. Entre os dois, o Brejo oferece clima ameno e engenhos de cachaça, e o sertão guarda pegadas de dinossauros.

    DER-PB e ANTT

    O DER-PB cadastra e autoriza o fretamento intermunicipal paraibano. Empresas e veículos devem estar regularizados. Viagens a Recife, Natal ou qualquer destino fora do estado seguem a ANTT, com licença no SISAUT. Como Recife e Natal ficam perto, boa parte das excursões paraibanas é interestadual.

    Maior São João do Mundo

    Durante trinta dias de junho, o Parque do Povo, em Campina Grande, recebe multidões. Caravanas chegam de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e outros estados, e grupos de João Pessoa fazem bate-volta noturno. O retorno de madrugada pede escala cuidadosa e motoristas descansados. Estacionamento e embarque perto do parque têm regras municipais.

    Receptivo em João Pessoa

    Turistas visitam as piscinas naturais de Picãozinho e do Seixas, o centro histórico e a Praia do Jacaré, em Cabedelo. Os passeios às piscinas dependem da maré baixa, e o horário do ônibus muda conforme a tábua. Coqueirinho, Tambaba e Praia Bela, no litoral sul, recebem passeios de dia inteiro.

    Brejo e os Caminhos do Frio

    Areia, Bananeiras, Serraria e outras cidades do Brejo realizam os Caminhos do Frio entre julho e agosto. Grupos visitam engenhos, casarões e mirantes. Estradas sinuosas e neblina pedem atenção.

    Sertão e o Vale dos Dinossauros

    Sousa abriga o Vale dos Dinossauros, com pegadas fossilizadas. Excursões escolares e universitárias fazem viagens longas, com mais de 400 quilômetros desde a capital. A Pedra da Boca, em Araruna, atrai praticantes de escalada e rapel.

    Romarias a Frei Damião

    O Memorial Frei Damião, em Guarabira, recebe romeiros de toda a região. Paróquias organizam excursões de um dia, e muitas vêm de estados vizinhos, o que exige licença federal.

    Indústria e trabalhadores

    Campina Grande e João Pessoa têm indústrias calçadistas, têxteis e de alimentos que contratam transporte de funcionários. Usinas de cana no litoral também fazem fretamento rural na safra.

    Escolas, universidades e eventos

    Escolas de João Pessoa e Campina Grande fazem estudos do meio no centro histórico da capital, no Convento de São Francisco, na Estação Cabo Branco e no Museu do Algodão. Universidades federais e estaduais contratam ônibus para aulas de campo no sertão e no litoral, muitas vezes por licitação, com relatório de cada viagem. Congressos e jogos esportivos no estádio Almeidão e no Centro de Convenções geram traslados entre aeroporto, hotéis e locais de evento.

    Litoral norte e Baía da Traição

    Baía da Traição e Barra de Mamanguape recebem grupos interessados no peixe-boi e na cultura potiguara. Os acessos têm trechos estreitos, e vans são mais práticas. Combinar visitas com as aldeias exige agendamento prévio e respeito aos horários combinados.

    Lista de passageiros

    A relação nominal com documentos é obrigatória. No regime federal, até 20% pode ser modificado. Caravanas juninas costumam vender poltronas até a véspera, e a lista precisa ser fechada antes da licença.

    Em passeios às piscinas naturais, a agência de barco também recebe a relação de nomes.

    CT-e OS e financeiro

    O fretamento é faturado com CT-e OS, modelo 67. No receptivo, agências pagam por passeio; em caravanas, o organizador paga antes da viagem.

    Grupos universitários costumam pagar por empenho, com prazos definidos pelo órgão.

    Frota e estradas

    A BR-230 corta o estado de leste a oeste e concentra a maior parte das viagens. Manutenção preventiva e documentos em dia evitam paradas.

    Prioridades para fretadoras paraibanas

    • Planejar o São João com meses de antecedência.
    • Ajustar passeios à tábua de marés.
    • Tratar viagens a Recife e Natal como interestaduais.
    • Preparar motoristas para o Brejo.
    • Fechar listas das romarias.

    A visão nacional está no referência principal sobre fretamento e turismo em ônibus.

    Como o Vexado ajuda no fretamento na Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado organiza caravanas, passeios, listas, frota e financeiro do fretamento em uma plataforma web, apoiando o São João, o receptivo e as romarias.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o fretamento intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB. Viagens interestaduais seguem a ANTT.

    Caravanas de Recife ao São João são interestaduais?

    Sim, e exigem licença federal.

    O passeio a Picãozinho depende de quê?

    Da maré baixa.

    Qual documento fiscal usar?

    O CT-e OS, modelo 67.

    Quando acontecem os Caminhos do Frio?

    Em geral entre julho e agosto.

    Conclusão

    Na Paraíba, festa, praia e interior movem o fretamento. Com planejamento e regras bem aplicadas, a fretadora paraibana atende turistas e caravanas.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Sistema para agências e comissões de passagens na Paraíba: guia para viações

    Sistema para agências e comissões de passagens na Paraíba: guia para viações

    Na Paraíba, a passagem de ônibus atravessa o estado de leste a oeste, do litoral de João Pessoa ao Sertão de Cajazeiras e Sousa. No caminho, Campina Grande, Patos e Pombal funcionam como polos regionais. Em boa parte dessas cidades, quem vende o bilhete é um agente comissionado, e a viação precisa de regras simples e controle rigoroso para que essa rede funcione bem.

    Este guia trata de agências e comissões no contexto paraibano, do cadastro dos pontos ao repasse do dinheiro, passando pelo São João, que muda completamente o ritmo das vendas.

    DER-PB e a gestão das linhas

    O transporte intermunicipal de passageiros na Paraíba é gerido pelo Departamento de Estradas de Rodagem do estado (DER-PB). Linhas, horários e tarifas registradas são o que todo ponto de venda deve seguir.

    A agência comissionada é, para o passageiro, a própria viação. Ela vende na tarifa vigente, respeita a lotação e não cria horários. Quando surge uma reclamação, é a empresa que responde, e por isso cada venda precisa trazer a identificação do ponto e do atendente.

    Do Varadouro ao Sertão

    A Rodoviária de João Pessoa, no Varadouro, concentra as partidas da capital. A BR-230 é a espinha dorsal do estado: liga a capital a Campina Grande e segue para Patos, Pombal, Sousa e Cajazeiras. A BR-101 atende o litoral, rumo a Natal e Recife.

    Campina Grande tem rodoviária própria e um comércio forte, o que faz da cidade um centro de vendas para o Agreste e o Cariri paraibano. No Sertão, agências em Patos e Sousa vendem a volta para a capital.

    O agente paraibano: quem é e como cadastrar

    Em cidades menores, o agente costuma ser um comerciante com ponto no centro, conhecido de todos. Antes de começar, ele assina contrato com a viação, informa a conta para repasse e indica os atendentes que vão operar o sistema, cada um com login próprio.

    A empresa define as linhas liberadas. Um ponto em Cajazeiras não precisa vender as linhas do litoral sul; basta acesso às saídas do Sertão e à ligação com João Pessoa.

    Percentual, valor fixo e metas

    A forma mais comum de remunerar a agência é um percentual sobre a tarifa. Para trechos longos pela BR-230, um percentual moderado basta. Nas viagens curtas entre a capital e o litoral, a viação pode preferir valor fixo por bilhete.

    Metas mensais com bônus incentivam agências em polos como Patos e Campina Grande. Tudo isso deve constar do contrato e ser calculado pelo sistema, com início de vigência registrado.

    O Maior São João do Mundo e as cotas de poltronas

    Em junho, Campina Grande recebe uma multidão para o São João, e as saídas de João Pessoa e do Sertão lotam. Agências de toda a Paraíba vendem intensamente nessas semanas.

    Para que o guichê e o site não fiquem sem lugares, a viação pode reservar cotas por agência, com horário de corte. Poltronas não vendidas até o corte voltam para venda geral.

    Quando o passageiro desiste

    Cancelamentos com reembolso tiram a comissão da agência; remarcações mantêm a comissão original, sem duplicidade. Essa regra precisa ser automática, inclusive quando o cancelamento é feito em outro canal, como a rodoviária de Campina Grande.

    Assim, o relatório mensal de cada agência mostra apenas comissões de viagens efetivamente realizadas ou mantidas.

    Caixa do dia e repasse à viação

    Ao fim do expediente, o agente fecha o caixa com bilhetes emitidos, cancelados, formas de pagamento e comissão. Do que recebeu em dinheiro, desconta sua parte e repassa o resto; vendas por Pix ou cartão creditadas na conta da empresa geram comissão a ser paga pela viação.

    No Sertão, o repasse pode ser semanal. Ainda assim, o financeiro deve olhar os fechamentos diariamente.

    BP-e e a SEFAZ-PB

    Cada passagem intermunicipal vendida na Paraíba gera um BP-e em nome da viação. A Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba (SEFAZ-PB) credencia a empresa para o BP-e, autorizado via SVRS.

    A agência não emite documento próprio para a passagem; usa o sistema da empresa. O contador orienta o tratamento da comissão.

    Checklist para viações na Paraíba

    • Assinar contrato e cadastrar atendentes de cada agência paraibana.
    • Liberar para cada ponto só as linhas da sua região.
    • Calcular comissão no sistema, com vigência e metas por polo.
    • Reservar cotas de lugares no São João de Campina Grande.
    • Retirar a comissão de bilhetes cancelados em qualquer canal.
    • Revisar os fechamentos do Sertão diariamente.

    Para a visão nacional sobre agências e comissões, veja o guia nacional sobre sistema para agências e comissões de passagens.

    Vexado: agências e comissões na Paraíba

    O Vexado é um sistema de venda e emissão de passagens para empresas de ônibus. A Rodoviária de João Pessoa, as agências de Campina Grande, Patos ou Sousa e o site vendem pelo mesmo mapa de poltronas, e cada venda gera o BP-e. A plataforma permite cadastrar agências e atendentes, configurar comissões e metas, reservar cotas por canal e acompanhar o caixa de cada ponto. Encomendas também cabem no mesmo ambiente, como complemento.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB, Departamento de Estradas de Rodagem do estado.

    Como organizar as agências no São João de Campina Grande?

    Reservando cotas de poltronas por agência, com horário de corte e devolução para venda geral.

    Agência do Sertão pode prestar contas semanalmente?

    O repasse pode ser semanal, mas o fechamento de caixa deve ser diário.

    O cancelamento na rodoviária afeta a comissão da agência?

    Sim. Se houver reembolso, a comissão da agência que vendeu é estornada.

    Quem credencia a viação para o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB; os bilhetes são autorizados via SVRS.

  • Como vender passagens de ônibus pela internet na Paraíba: guia para viações

    Como vender passagens de ônibus pela internet na Paraíba: guia para viações

    João Pessoa, Campina Grande, Patos e o Sertão: como vender passagens de ônibus pela internet na Paraíba.

    • Rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande e os polos da BR-230.
    • DER-PB, ANTT e BP-e via SVRS.
    • Maior São João do Mundo, estudantes e compras pelo celular.

    Resumo rápido

    A Paraíba é atravessada pela BR-230, que liga o litoral de João Pessoa a Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras, no Sertão. Ao longo desse eixo se concentra quase toda a demanda de ônibus intermunicipal. O estado tem muitas universidades, um calendário de festas forte e um público que compra cada vez mais pelo celular. A venda online organizada permite atender esse movimento sem filas.

    O eixo da BR-230

    Uma mesma viagem João Pessoa–Cajazeiras atende Campina Grande, Patos, Pombal e Sousa. Vender por trecho, com o mapa de poltronas atualizado em tempo real, permite revender os lugares liberados em cada parada e aumentar a ocupação.

    O site deve mostrar todas as paradas, com horários estimados, porque o trajeto completo é longo e muitos passageiros embarcam no meio do caminho.

    Estudantes e universidades

    UFPB, UFCG, UEPB e institutos federais em várias cidades criam fluxo semanal de estudantes. Eles compram pelo celular, preferem Pix e voltam para casa nas sextas-feiras. Dados salvos, recompra rápida e lembretes por WhatsApp aumentam a fidelidade desse público.

    Maior São João do Mundo

    O São João de Campina Grande, em junho, atrai visitantes de todo o Nordeste e do país. As linhas entre João Pessoa e Campina Grande lotam, principalmente nos fins de semana do evento. Abrir a venda online semanas antes, com horários extras e volta de madrugada, evita filas na Rodoviária de Campina Grande.

    O São João também movimenta outras cidades, como Patos e Monteiro. Publicar o calendário de horários extras ajuda o passageiro a se organizar.

    Grande João Pessoa

    Bayeux, Santa Rita e Cabedelo formam com a capital a região metropolitana, onde vive boa parte dos compradores. Muitos moram longe da rodoviária e preferem saber antes se há embarque em pontos intermediários. Indicar no site esses pontos, com horário estimado, reduz deslocamentos e perdas de viagem.

    Servidores públicos e profissionais de saúde que atendem no interior viajam com frequência entre a capital e cidades como Guarabira, Mamanguape e Itabaiana. Para eles, pacotes de recompra rápida, histórico de viagens e nota fiscal enviada por e-mail simplificam o reembolso de despesas pelo empregador.

    Litoral e turismo

    João Pessoa recebe turistas o ano todo, e muitos seguem para o litoral sul, como Conde e Pitimbu, ou para Baía da Traição, no litoral norte. Turistas compram pelo celular e querem saber pontos de desembarque e duração da viagem.

    Sertão e calor

    No Sertão, Patos, Sousa e Cajazeiras são polos regionais de comércio, saúde e educação. Muitos passageiros viajam para consultas médicas em João Pessoa ou Campina Grande e precisam de horários de volta no mesmo dia. Mostrar esses horários com clareza facilita o planejamento.

    Cajazeiras e Sousa também ligam-se ao Ceará e ao Rio Grande do Norte. Essas linhas interestaduais seguem a ANTT.

    Em Sousa, o Vale dos Dinossauros também atrai visitantes e estudantes em excursões escolares.

    Brejo paraibano

    Areia, Bananeiras e Serraria, no Brejo, atraem turistas com clima ameno e festivais de inverno. As rotas são curtas, e o passageiro quer comprar em segundos, com bilhete no celular.

    DER-PB e o BP-e

    O transporte intermunicipal paraibano é regulado pelo DER-PB. O site deve publicar as regras de reembolso, remarcação e gratuidade segundo as normas estaduais, e separar as regras das linhas interestaduais.

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. O sistema deve emitir o bilhete eletrônico logo após o pagamento e cancelá-lo pelo evento fiscal.

    Concorrência com o transporte informal

    Em várias rotas do interior, vans e carros de aplicativo disputam passageiros. A venda online com preço claro, poltrona garantida e bilhete fiscal mostra a segurança do ônibus regular e atrai quem prefere planejar.

    Plano para viações paraibanas

    • Vender por trecho em toda a BR-230.
    • Abrir a venda do São João com antecedência.
    • Oferecer recompra rápida para estudantes.
    • Publicar horários de volta no mesmo dia para quem viaja a consultas.
    • Emitir BP-e automaticamente.

    Mais detalhes estão no guia central de venda de passagens de ônibus pela internet.

    Como o Vexado ajuda a vender e emitir passagens na Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado é o sistema de venda e emissão de passagens que integra site e guichês de João Pessoa e Campina Grande, vende por trecho na BR-230 e emite o BP-e de cada bilhete.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB. Linhas interestaduais seguem a ANTT.

    Quando a demanda online aumenta mais?

    No São João de Campina Grande, nas férias e nos fins de semana universitários.

    Por que vender por trecho?

    Porque a viagem pela BR-230 atende várias cidades.

    Como competir com o transporte informal?

    Com preço claro, poltrona garantida e bilhete fiscal.

    Quem autoriza o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

    Conclusão

    Na Paraíba, a BR-230 e o São João moldam a demanda. Com venda online por trecho e BP-e automático, a viação paraibana atende melhor estudantes, turistas e moradores.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Controle de itinerários rodoviários na Paraíba: guia para viações

    Controle de itinerários rodoviários na Paraíba: guia para viações

    João Pessoa, Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras: como manter os itinerários paraibanos fiéis ao que foi autorizado.

    • DER-PB na gestão das linhas intermunicipais da Paraíba.
    • ANTT nas viagens para Natal, Recife e o Ceará.
    • BP-e credenciado na SEFAZ-PB, com autorização via SVRS.

    Resumo rápido

    A Paraíba tem um eixo rodoviário claro: a BR-230 liga o litoral ao sertão, passando por Campina Grande, Patos e Sousa. Ao longo dele, viações paraibanas operam linhas com muitas seções e paradas. Controlar itinerários aqui significa cadastrar cada localidade, vender por trecho e registrar qualquer mudança.

    O DER-PB e as linhas paraibanas

    Na Paraíba, a gestão do transporte entre municípios cabe ao Departamento de Estradas de Rodagem estadual. Cada linha tem percurso, seções e pontos de parada definidos, e o cadastro interno da empresa precisa reproduzir exatamente esse desenho. Viagens que cruzam a divisa ficam com a ANTT.

    A BR-230 como espinha dorsal paraibana

    Quase todas as linhas longas usam a BR-230. Por isso, obras, acidentes ou interdições nessa rodovia afetam muitas viagens ao mesmo tempo. Um bom controle permite identificar rapidamente quais horários serão impactados e avisar os passageiros.

    Campina Grande e o planalto da Borborema

    Campina Grande fica a cerca de 125 quilômetros de João Pessoa. É o principal destino do interior, com grande fluxo de estudantes, trabalhadores e compradores. A linha tem seções intermediárias em cidades como Ingá e Riachão do Bacamarte, e cada uma deve estar no cadastro.

    O Maior São João do Mundo e os carros extras

    Em junho, Campina Grande recebe uma multidão de visitantes. A procura por viagens explode, e os reforços precisam seguir o mesmo percurso aprovado, com as mesmas seções e preços. Planejar escalas e frota com antecedência é essencial.

    Patos e o sertão paraibano

    Patos fica a cerca de 300 quilômetros da capital. A viagem passa por diversas cidades, e cada uma precisa constar do itinerário com a distância acumulada desde a origem e o local exato de embarque.

    Sousa, Cajazeiras e o extremo oeste

    No extremo oeste, as linhas chegam a Sousa e Cajazeiras, perto da divisa com o Ceará. São trajetos longos, com paradas de apoio que precisam estar registradas, com local e finalidade.

    Litoral norte e sul de João Pessoa

    Linhas curtas para Cabedelo, Conde e Pitimbu atendem moradores e turistas. Nessas viagens, os pontos de embarque são numerosos, e a informação precisa ao passageiro evita confusão.

    Seções e preços paraibanos

    Muitos passageiros viajam entre cidades vizinhas do brejo e do sertão. As seções intermediárias garantem essa receita, e cada uma precisa corresponder ao quadro aprovado. Após reajustes, a revisão deve ser feita linha por linha.

    Desvios na BR-230 e nas estaduais

    Quando um trecho fica interditado, o tráfego registra data, trecho e trajeto alternativo e avisa os passageiros afetados. Se o desvio se prolonga, a comunicação ao DER-PB é recomendável.

    Mudanças aprovadas pelo DER-PB

    Inclusão de cidades, troca de pontos de embarque ou alteração de terminal dependem de pedido ao órgão. A nova versão entra no cadastro com data de início, e a anterior permanece arquivada.

    Uma só base de poltronas entre guichês e site

    Quem embarca em Campina Grande e desce em Patos libera a poltrona para o trecho seguinte. Com estoque único, o assento volta à venda sem risco de duplicidade.

    O que o motorista relata ao fim do percurso

    O relato do motorista inclui atrasos relevantes, ocorrências e passageiros que embarcaram fora da rodoviária. O tráfego compara com o percurso previsto e investiga divergências frequentes.

    BP-e emitido na Paraíba

    A SEFAZ-PB credencia a viação, e a autorização dos bilhetes ocorre via SVRS. Origem e destino de cada bilhete precisam refletir o trecho vendido.

    Números úteis para as linhas da Borborema e do sertão

    Ocupação por seção, pontualidade em pontos como Campina Grande e Patos e número de desvios mensais ajudam a decidir onde revisar o percurso.

    O panorama que reúne os 25 estados e o Distrito Federal está no guia nacional de itinerários e seu controle nas viações.

    O Vexado nas linhas da Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado cadastra linhas e seções ao longo da BR-230, organiza reforços de São João, vende por trecho com estoque único, emite o BP-e via SVRS e guarda o histórico das versões de cada itinerário.

    Perguntas frequentes

    Quem gerencia as linhas intermunicipais paraibanas?

    O DER-PB, que define percursos, seções e pontos de parada de cada linha paraibana.

    Por que a BR-230 exige atenção especial?

    Porque quase todas as linhas longas do estado dependem dela, e uma interdição afeta muitas viagens.

    Os carros extras do São João de Campina podem parar em outras cidades?

    Não, eles seguem o percurso aprovado da linha regular.

    Linha de Cajazeiras para o Ceará é estadual?

    Não, cruza a divisa e depende da ANTT.

    Quem habilita a viação paraibana no BP-e?

    A Secretaria da Fazenda da Paraíba, com autorização via SVRS.

    Conclusão

    Na Paraíba, controlar itinerários ao longo da BR-230 e das estradas estaduais é garantir venda correta, cumprimento do percurso e resposta rápida a imprevistos. Com cadastro fiel e conferência das viagens, a operação ganha segurança.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Gestão de frota para empresas de ônibus na Paraíba: guia para viações

    Gestão de frota para empresas de ônibus na Paraíba: guia para viações

    Na Paraíba, a principal espinha dorsal rodoviária é a BR-230, que sai de Cabedelo e João Pessoa, passa por Campina Grande e atravessa o estado até Patos, Sousa e Cajazeiras, no Sertão. Uma viação paraibana pode ter linhas curtas no litoral e na região metropolitana e viagens longas para o extremo oeste, com calor intenso e estradas que mudam muito de condição ao longo do percurso.

    Este guia trata de gestão de frota para empresas de ônibus na Paraíba, com ligação direta à venda de passagens.

    DER-PB e a regularidade dos carros

    O Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) gere o transporte intermunicipal de passageiros. Os ônibus usados nas linhas precisam estar com vistoria, licenciamento e equipamentos obrigatórios em dia.

    Uma ficha por veículo, com prefixo, placa, ano, layout e vencimentos, facilita o controle e impede que carros com pendência entrem na escala.

    BR-230 de ponta a ponta

    De João Pessoa a Cajazeiras são mais de 400 km. No trecho entre a capital e Campina Grande, o tráfego é intenso; no Sertão, o calor e a distância entre cidades pedem carros confiáveis. A BR-101 atende o litoral e a ligação com Natal e Recife, e a BR-104 corta o Agreste.

    No Sertão, arrefecimento e ar-condicionado são críticos. A subida da Borborema, perto de Campina Grande, exige motor e transmissão em boas condições. No litoral, a maresia acelera a corrosão.

    Preventiva por trecho e por estação

    Ônibus que fazem o Sertão acumulam muita quilometragem em calor extremo; os do litoral sofrem com umidade e sal. Planos de manutenção diferentes para cada perfil, ajustados entre a estação seca e a chuvosa, reduzem quebras.

    Oficina e tráfego compartilham o calendário de revisões, e o carro parado já tem substituto definido.

    O Maior São João do Mundo

    Em junho, Campina Grande recebe multidões para o São João. A demanda por passagens dispara em poucas semanas, e as viações reforçam linhas a partir de João Pessoa, do Sertão e de estados vizinhos.

    Para esse período, é essencial reservar carros, programar revisões antes de junho e só abrir horários extras com veículo e motorista confirmados.

    Terminal do Varadouro e garagens

    O Terminal Rodoviário de João Pessoa, no Varadouro, concentra as saídas da capital. Empresas com linhas longas mantêm apoio em Campina Grande, Patos ou Sousa. Saber onde cada carro pernoita ajuda a cobrir quebras com o veículo mais próximo.

    Troca de veículo e mapa de poltronas

    Quando um ônibus precisa ser substituído, a mudança deve ser feita no sistema de vendas. O layout do novo carro passa a valer, os passageiros sem poltrona correspondente são remanejados e a ocupação por trecho é recalculada nas linhas com muitas paradas ao longo da BR-230.

    Motoristas no Sertão

    A Lei 13.103/2015 define limites de direção e descanso do motorista profissional, e o tacógrafo registra os tempos. Viagens longas no calor cansam mais, e a escala precisa prever revezamento ou paradas planejadas.

    Peças e fornecedores no interior

    Quebras longe da capital ficam caras quando a peça não está à mão. Mapear oficinas e fornecedores confiáveis em Campina Grande e Patos, manter um pequeno estoque de itens críticos nas bases e registrar o tempo de reparo por ocorrência ajuda a reduzir o tempo de carro parado e o número de viagens canceladas.

    Linhas para o litoral e o Brejo

    Além do eixo da BR-230, há linhas para o litoral sul, como Conde e Pitimbu, e para o Brejo, com Areia e Bananeiras, que recebem visitantes no frio de junho e julho. Essas rotas têm curvas, subidas e picos de procura em fins de semana, o que pede carros adequados e reservas na escala.

    Indicadores da frota paraibana

    Disponibilidade, consumo, custo por quilômetro, quebras e vida dos pneus são essenciais. Comparados com a ocupação vendida por linha, mostram onde vale um carro maior ou uma frequência diferente.

    BP-e e a SEFAZ-PB

    Cada passagem intermunicipal vendida na Paraíba gera um BP-e em nome da viação. A Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba (SEFAZ-PB) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Viagens canceladas por falta de carro exigem tratamento fiscal correto.

    Para o panorama geral e os demais estados, veja o guia nacional de gestão de frota para empresas de ônibus.

    Checklist de frota para viações na Paraíba

    • Veículos regulares perante o DER-PB.
    • Climatização e arrefecimento revisados para o Sertão.
    • Revisões concluídas antes do São João.
    • Apoio em Campina Grande, Patos ou Sousa.
    • Estoque mínimo de peças críticas nas bases.
    • Substituto lançado no sistema, com lugares por trecho recalculados.

    Vexado: gestão de frota e venda de passagens na Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado faz a venda e a emissão de passagens a partir do carro escalado em cada saída, com o mapa de poltronas daquele ônibus. Quando há troca, os passageiros são reposicionados antes do embarque, e o BP-e segue vinculado a cada bilhete.

    O terminal do Varadouro, as agências do interior e o site vendem a mesma programação, com ocupação por trecho ao longo da BR-230.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB, Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba.

    Qual a principal rodovia das viações paraibanas?

    A BR-230, que liga João Pessoa a Campina Grande e ao Sertão.

    Como se preparar para o São João de Campina Grande?

    Reservando carros, concluindo revisões antes de junho e confirmando motoristas antes de abrir extras.

    Por que manter estoque de peças no interior?

    Para reduzir o tempo de carro parado quando uma quebra ocorre longe da capital.

    Como funciona o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.