Categoria: Paraíba

  • Sistema para empresas de ônibus que querem crescer na Paraíba: guia para viações

    Sistema para empresas de ônibus que querem crescer na Paraíba: guia para viações

    A Paraíba se estende como uma faixa longa do litoral ao Sertão. João Pessoa, a capital, fica no ponto mais oriental das Américas, a Ponta do Seixas, e a partir dela o estado avança por cerca de 600 quilômetros para o interior até a divisa com o Ceará. No caminho, Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras formam uma sequência de polos regionais que dependem do ônibus para manter o fluxo de pessoas.

    Para a viação paraibana, essa forma alongada cria uma malha naturalmente concentrada em um grande corredor, com ramificações para o Brejo, o Cariri, o Curimataú e o Litoral Norte e Sul.

    DER-PB: gestão e fiscalização do intermunicipal

    Na Paraíba, o transporte coletivo intermunicipal de passageiros é responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PB), vinculado à Secretaria de Infraestrutura. Pela Gerência de Transportes, o DER-PB planeja e supervisiona o serviço, concede permissões e autorizações, divulga horários e tarifas autorizados, recebe reclamações e fiscaliza ônibus e vans quanto à documentação, às condições de uso e aos itinerários.

    O regulamento estadual também prevê que o DER-PB estabeleça as condições de implantação e funcionamento dos terminais rodoviários e pontos de apoio. Para a viação, isso significa que qualquer alteração de horário, itinerário ou ponto de embarque passa pelo órgão.

    A BR-230 e as rodoviárias da Paraíba

    A BR-230, que no Brasil integra a Transamazônica, nasce em Cabedelo, atravessa João Pessoa e segue por Campina Grande, Soledade, Patos, Pombal e Sousa até Cajazeiras, ligando todo o estado de leste a oeste. Grande parte das linhas intermunicipais paraibanas usa esse eixo. A BR-101 corta o litoral, ligando João Pessoa a Natal e ao Recife, e a BR-104 conecta Campina Grande ao Agreste pernambucano e ao Brejo.

    O Terminal Rodoviário de João Pessoa, no Varadouro, perto do centro histórico, concentra as partidas para o interior e para outros estados. Em Campina Grande, a rodoviária é ponto de conexão para todo o Agreste e o Sertão.

    Campina Grande e o Maior São João do Mundo

    Campina Grande é um centro de ensino, tecnologia e comércio, com universidades federais e estaduais que atraem estudantes de toda a região. Mas é em junho que a cidade se transforma: o Maior São João do Mundo, no Parque do Povo, recebe visitantes de todo o país durante semanas.

    Para as viações, junho é a principal temporada do ano. A linha João Pessoa–Campina Grande, já movimentada em dias comuns, fica sobrecarregada nos fins de semana de festa, e linhas de outras cidades do estado e de Pernambuco e do Rio Grande do Norte também ganham demanda.

    O Sertão paraibano

    Patos é o principal centro do Sertão, com comércio forte e serviços de saúde. Sousa é conhecida pelo Vale dos Dinossauros, com pegadas fósseis preservadas, e Cajazeiras é um polo educacional no extremo oeste. Muitas famílias sertanejas têm parentes em João Pessoa e no Sudeste, o que mantém um fluxo constante de viagens, com picos no fim de ano.

    Litoral e turismo

    João Pessoa tem atraído cada vez mais turistas, e praias do Litoral Sul, como Tambaba e Coqueirinho, em Conde, e do Litoral Norte, como Baía da Traição, ganham procura nas férias. Muitas dessas viagens são curtas e feitas por passageiros que preferem comprar pela internet.

    Desafios das viações paraibanas

    A temporada junina

    Em poucas semanas, a demanda entre a capital e Campina Grande dispara. Sem venda antecipada e controle de poltronas único, os riscos de overbooking são altos.

    Linhas longas no eixo da BR-230

    Uma linha de João Pessoa a Cajazeiras passa por muitos municípios. Vender por trecho e acompanhar a ocupação de cada seção é essencial para entender a rentabilidade.

    Concorrência com vans e carros

    Em trechos curtos do Brejo e do Cariri, o transporte informal ainda é comum. A viação ganha passageiros com horários confiáveis e compra simples.

    Estudantes e pacientes no corredor da BR-230

    Além das festas, a rotina das linhas paraibanas é sustentada por estudantes das universidades de Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras, e por pacientes que buscam atendimento especializado na capital. São viagens de ida e volta frequentes, que exigem horários cedo pela manhã e retorno no fim da tarde.

    Agências no interior da Paraíba

    Em cidades como Guarabira, Monteiro, Princesa Isabel ou Catolé do Rocha, a venda depende de agências parceiras. Conectadas ao sistema da rodoviária de João Pessoa, elas vendem com a mesma disponibilidade, registram a comissão em cada venda e prestam contas diariamente, sem cadernos e sem acerto apenas no fim do mês.

    Checklist para crescer na Paraíba

    • Linhas e horários autorizados pelo DER-PB.
    • Plano do São João definido com antecedência — no Brejo e no Sertão paraibano.
    • Venda por trecho nas linhas da BR-230.
    • Agências integradas ao mapa de poltronas — no Brejo e no Sertão paraibano.
    • Venda online para o litoral e para Campina Grande.

    Indicadores úteis

    • Ocupação diária João Pessoa–Campina Grande em junho.
    • Receita das linhas do Sertão no fim de ano.
    • Participação da venda online — no Brejo e no Sertão paraibano.
    • Comissões e repasses por agência.

    Para comparar o corredor paraibano da BR-230 com malhas de outros estados, o guia nacional sobre sistema para empresas de ônibus que querem crescer oferece uma visão ampla dos caminhos de crescimento das viações brasileiras.

    Vexado: venda e emissão de passagens na Paraíba

    Para a viação paraibana que vende em João Pessoa, em Campina Grande e em agências do Sertão, o Vexado mantém um único mapa de poltronas e emite o BP-e no ato da venda. No São João, isso permite abrir horários extras e vender online sem duplicidade, enquanto o gestor acompanha caixa, ocupação e comissões. Encomendas também podem ser registradas, mas o foco é vender e emitir passagens.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB, por meio da sua Gerência de Transportes, que concede permissões e fiscaliza o serviço.

    O BP-e é obrigatório nas linhas para o Sertão paraibano?

    Sim. Toda passagem rodoviária intermunicipal deve ter BP-e autorizado via SVRS, com a empresa credenciada pela SEFAZ-PB, inclusive as vendidas em agências do interior.

    Quando a demanda é maior entre João Pessoa e Campina Grande?

    Em junho, durante o Maior São João do Mundo, especialmente nos fins de semana.

    Como vender para o Sertão paraibano a partir de João Pessoa?

    Linhas longas para Patos, Sousa e Cajazeiras se beneficiam do controle de ocupação por trecho, já que muitos passageiros descem em cidades intermediárias.

    O litoral sul paraibano tem demanda turística para ônibus?

    Tem, sobretudo no verão e nos feriados, com destinos como o Conde e a praia de Tambaba. Abrir a venda cedo ajuda a medir a procura.

  • Sistema para rodoviária, guichê e bilhetagem na Paraíba: guia para viações

    Sistema para rodoviária, guichê e bilhetagem na Paraíba: guia para viações

    Do litoral ao sertão pela BR-230: como organizar guichê e bilhetagem para viações na Paraíba.

    • João Pessoa e Campina Grande como polos complementares.
    • São João de Campina Grande no calendário da bilheteria.
    • DER-PB, ANTT e BP-e no balcão.

    Resumo rápido

    Na Paraíba, a BR-230 liga o litoral ao sertão e concentra grande parte das linhas. João Pessoa e Campina Grande são os dois grandes centros de embarque, e o São João campinense cria um dos picos mais intensos do Nordeste. Uma bilheteria organizada controla seções no sentido leste-oeste e prepara a grade de junho com antecedência.

    Capital e Campina Grande dividem a demanda

    A rodoviária de João Pessoa atende quem segue para o interior e para Recife e Natal. A capital concentra serviço público, universidades e turismo de praia.

    Campina Grande, a pouco mais de 100 quilômetros, tem universidades, polo tecnológico e comércio regional. Muitas pessoas fazem o trajeto entre as duas cidades várias vezes por semana, o que torna essa linha uma das mais frequentes do estado.

    A BR-230 e o caminho para o sertão

    A BR-230 atravessa a Paraíba de leste a oeste, passando por Campina Grande, Patos, Pombal, Sousa e Cajazeiras. A BR-101 liga João Pessoa a Recife e Natal.

    Uma linha da capital até Cajazeiras percorre mais de 400 quilômetros e atende várias cidades no caminho. Cada trecho tem tarifa própria, e o sistema precisa reconhecer todas as seções.

    Quem compra passagem na Paraíba

    O público inclui estudantes que vivem em João Pessoa ou Campina Grande e voltam ao sertão nos fins de semana, trabalhadores do comércio e servidores. Famílias do interior viajam à capital para consultas médicas e compras.

    Patos, Sousa e Cajazeiras são polos regionais no sertão, com faculdades e comércio que atraem gente das cidades vizinhas.

    No litoral, Cabedelo e Conde recebem visitantes nas férias, e Guarabira, no Brejo, concentra a demanda de municípios próximos. Esse retrato ajuda a decidir onde vale manter agência e onde a venda online resolve.

    O São João e as férias

    O São João de Campina Grande, em junho, atrai visitantes de todo o país e lota as linhas para a cidade durante semanas. No retorno, o fluxo se inverte rapidamente.

    Julho e dezembro trazem turistas para o litoral. Nessas épocas, liberar a venda antecipada e cadastrar os horários extras antes de abrir o balcão evita fila na rodoviária.

    Durante o São João, também vale combinar com a equipe da rodoviária de Campina Grande um esquema de atendimento para o retorno, quando muitos passageiros chegam ao mesmo tempo depois das noites de festa.

    Regulação: DER-PB e ANTT

    Na Paraíba, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PB) planeja, regulamenta, outorga e fiscaliza o transporte intermunicipal de passageiros. Linhas para Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará são reguladas pela ANTT.

    A passagem é documentada pelo BP-e. A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Durante o São João, com mais cancelamentos e remarcações, cada evento precisa ser registrado corretamente no sistema.

    Seções e poltronas no sentido leste-oeste

    Uma linha João Pessoa–Cajazeiras pode embarcar e desembarcar passageiros em Campina Grande, Patos e Sousa. O mapa de poltronas por seção permite revender o lugar de quem desce no meio do caminho.

    Na linha João Pessoa–Campina Grande, com muitas saídas diárias, o desafio é manter o estoque atualizado entre guichê e internet, para que o mesmo lugar não seja vendido duas vezes.

    Caixa e embarque

    Em junho, a rodoviária de Campina Grande pode precisar de reforço de atendentes. Cada um deve ter login próprio e fechar o caixa no fim do turno, com dinheiro, cartão e PIX separados.

    No embarque, a lista de passageiros atualizada facilita a conferência na plataforma e nas paradas do sertão.

    Erros que aparecem no guichê paraibano

    • Vender passagens extras do São João sem cadastrar os horários.
    • Deixar reservas sem prazo nas semanas de festa.
    • Cobrar tarifa errada nas seções da BR-230.
    • Fechar o caixa de vários atendentes num só login.
    • Cancelar sem gerar o evento fiscal.

    Checklist antes de junho

    • Cadastrar todas as seções de João Pessoa ao sertão.
    • Planejar a grade do São João com antecedência.
    • Integrar a venda de João Pessoa e Campina Grande.
    • Criar login individual para cada atendente.
    • Testar emissão e cancelamento de BP-e.
    • Definir regras de reserva com prazo de pagamento.

    Guia nacional e outros estados

    Os demais estados do Nordeste e do país estão reunidos no guia de sistema para rodoviária, guichê e bilhetagem, com a visão geral do tema.

    Como o Vexado ajuda a vender e emitir passagens

    Na Paraíba, o Vexado serve como sistema de venda e emissão de passagens. Para viações paraibanas, une guichês de João Pessoa e Campina Grande, agências do sertão e venda online no mesmo mapa de poltronas, com BP-e e caixa por atendente.

    Perguntas frequentes

    Quem fiscaliza o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB. Para viagens entre estados, a regulação é da ANTT.

    Qual a linha mais movimentada do estado?

    A ligação entre João Pessoa e Campina Grande, com muitas saídas diárias.

    Quando a demanda dispara na Paraíba?

    Em junho, com o São João de Campina Grande, além de julho e do fim de ano.

    Por que controlar seções na BR-230?

    Porque a linha para o sertão atende várias cidades, e os lugares liberados no caminho podem ser vendidos de novo.

    Como evitar venda duplicada entre guichê e site?

    Com todos os canais consultando o mesmo estoque de poltronas em tempo real.

    Como o Vexado apoia viações da Paraíba?

    Integra João Pessoa, Campina Grande e o sertão no mesmo mapa de poltronas.

    Conclusão

    Na Paraíba, a BR-230 e o São João definem a rotina da bilheteria. Com seções bem cadastradas e a grade de junho planejada, a viação atende o pico sem perder o controle.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Sistema para cargas e encomendas em ônibus na Paraíba: guia para viações

    Sistema para cargas e encomendas em ônibus na Paraíba: guia para viações

    Na Paraíba, a BR-230 funciona como uma rua principal que atravessa o estado. Começa no litoral, em Cabedelo e João Pessoa, passa por Campina Grande e segue pelo Sertão até Patos, Sousa e Cajazeiras. Ao longo dela, os ônibus levam estudantes, trabalhadores, pacientes e, no bagageiro, uma infinidade de pequenos volumes: redes de dormir de São Bento, peças de couro, documentos, exames e roupas.

    Esses despachos ajudam a viação paraibana a melhorar a receita de cada horário, mas a base é a passagem vendida. Este guia mostra como organizar as encomendas sem tirar o bilhete do centro da operação.

    DER-PB e a gestão do intermunicipal

    Na Paraíba, o transporte coletivo intermunicipal de passageiros é responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PB), vinculado à Secretaria de Infraestrutura. Pela Gerência de Transportes, o DER-PB planeja o serviço, concede permissões e autorizações, divulga horários e tarifas e fiscaliza ônibus e vans.

    O regulamento estadual também dá ao DER-PB a atribuição de definir condições para terminais e pontos de apoio. Para quem despacha volumes, isso significa trabalhar dentro dos horários e itinerários aprovados. As ligações com Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará são interestaduais e seguem a ANTT.

    Da Rodoviária do Varadouro ao Sertão

    O Terminal Rodoviário de João Pessoa fica no Varadouro, perto do centro histórico, e concentra as partidas para o interior e para outros estados. Em Campina Grande, a rodoviária tem movimento próprio e funciona como ponto de redistribuição para o Agreste, o Cariri paraibano e o Sertão.

    Pela BR-101, a capital se liga a Recife ao sul e a Natal ao norte, em viagens curtas e frequentes. Pela BR-230, as distâncias crescem: Patos, Sousa e Cajazeiras ficam a várias horas da capital, e os volumes descem em cidades diferentes ao longo do caminho.

    Redes, couro e o comércio de Campina

    São Bento, no Sertão, é conhecida como um dos maiores centros de fabricação de redes de dormir do país, e muitos fabricantes vendem para lojistas de outras cidades. Pequenos fardos de redes viajam de ônibus todos os dias. No Cariri paraibano, o artesanato em couro abastece lojas e feiras.

    Campina Grande, com seu polo universitário e tecnológico, movimenta documentos, equipamentos pequenos e encomendas entre empresas. João Pessoa, por sua vez, envia roupas, medicamentos e mercadorias do comércio atacadista para o interior.

    O Maior São João do Mundo e o espaço no ônibus

    Em junho, Campina Grande promove o festejo junino conhecido como O Maior São João do Mundo, que atrai visitantes de todo o país durante semanas. Cidades do Sertão e do Brejo também têm festas próprias. As linhas entre João Pessoa e Campina lotam, e o bagageiro fica tomado por malas de quem vai passar dias na festa.

    Nessas semanas, aceitar volumes grandes nos horários mais cheios é arriscado. A viação deve consultar quantas passagens já foram vendidas antes de receber uma encomenda e, se necessário, oferecer o horário seguinte.

    Encomenda registrada no horário vendido

    Quando o despacho é anotado sem relação com a viagem, a caixa pode sair no carro errado ou ficar esquecida no balcão. Em linhas longas como as do Sertão, o erro só é descoberto horas depois, com o destinatário esperando na rodoviária de Sousa ou Cajazeiras.

    A organização começa por ligar cada volume à data, ao horário e ao carro, com cidade de descida. O motorista recebe a lista por parada, e a agência de destino sabe o que esperar.

    BP-e, CT-e e a SEFAZ-PB

    Cada passagem intermunicipal vendida na Paraíba gera um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ-PB) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A encomenda transportada com cobrança é documentada com CT-e, e o MDF-e acompanha a viagem quando a operação exige.

    Usar o mesmo cadastro de linhas e trechos para os dois documentos evita divergências. O contador orienta sobre o ICMS de passagens e cargas.

    Agências no Agreste e no Sertão

    Em muitas cidades, a agência parceira vende passagens e recebe encomendas. Para que isso funcione, todas devem seguir a mesma tabela de preços, registrar o volume no momento do recebimento e conferir a entrega com assinatura. A comissão da agência sobre cargas deve ser separada da comissão sobre passagens.

    Checklist para viações na Paraíba

    • Gerar a lista de volumes por cidade em cada viagem da BR-230.
    • Limitar encomendas grandes nas semanas do São João de Campina Grande.
    • Criar uma tabela de preço para fardos de redes e volumes leves e grandes.
    • Emitir BP-e e CT-e a partir do mesmo cadastro de linhas do DER-PB.
    • Avisar o destinatário quando o ônibus chegar ao Sertão.
    • Fechar diariamente o caixa de cargas em João Pessoa, Campina, Patos e Sousa.

    O panorama nacional do tema está no guia nacional sobre sistema para cargas e encomendas.

    Vexado: passagens e encomendas na Paraíba

    O Vexado é um sistema de venda e emissão de passagens para viações. A Rodoviária do Varadouro, as agências do interior e a venda pela internet compartilham o mapa de poltronas, com BP-e na hora da venda. A mesma plataforma registra encomendas com remetente, destinatário, origem, destino e valor, emite CT-e e MDF-e, permite consultar cada volume e integra as cargas ao fechamento de caixa.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB, Departamento de Estradas de Rodagem, vinculado à Secretaria de Infraestrutura, pela Gerência de Transportes.

    Qual a principal rota de encomendas por ônibus no estado?

    A BR-230, que liga João Pessoa a Campina Grande e ao Sertão, até Cajazeiras.

    Por que o São João afeta as encomendas?

    Porque as linhas para Campina Grande lotam em junho, e a bagagem dos passageiros ocupa o espaço que seria usado pelos volumes.

    Que documento acompanha a encomenda?

    O CT-e, quando há cobrança. A passagem gera um BP-e, autorizado via SVRS, com a empresa credenciada pela SEFAZ-PB.

    Linha de João Pessoa para Recife é estadual?

    Não. É interestadual e segue a ANTT.

  • Sistema para fretamento e turismo rodoviário na Paraíba: guia para viações

    Sistema para fretamento e turismo rodoviário na Paraíba: guia para viações

    Maior São João do Mundo, praias de João Pessoa, Brejo paraibano e Vale dos Dinossauros: como organizar fretamento e turismo rodoviário na Paraíba.

    • DER-PB no transporte intermunicipal; ANTT para Pernambuco, Rio Grande do Norte e demais estados.
    • Licença, nomes e documentos dos passageiros, CT-e OS.
    • Festas juninas, receptivo de praia, turismo rural, romarias e indústria.

    Resumo rápido

    A Paraíba tem dois polos de fretamento muito diferentes. Em João Pessoa, o receptivo de praia leva turistas a piscinas naturais, ao pôr do sol do Jacaré e às praias do litoral sul. Em Campina Grande, o São João de junho atrai caravanas de todo o Nordeste. Entre os dois, o Brejo oferece clima ameno e engenhos de cachaça, e o sertão guarda pegadas de dinossauros.

    DER-PB e ANTT

    O DER-PB cadastra e autoriza o fretamento intermunicipal paraibano. Empresas e veículos devem estar regularizados. Viagens a Recife, Natal ou qualquer destino fora do estado seguem a ANTT, com licença no SISAUT. Como Recife e Natal ficam perto, boa parte das excursões paraibanas é interestadual.

    Maior São João do Mundo

    Durante trinta dias de junho, o Parque do Povo, em Campina Grande, recebe multidões. Caravanas chegam de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e outros estados, e grupos de João Pessoa fazem bate-volta noturno. O retorno de madrugada pede escala cuidadosa e motoristas descansados. Estacionamento e embarque perto do parque têm regras municipais.

    Receptivo em João Pessoa

    Turistas visitam as piscinas naturais de Picãozinho e do Seixas, o centro histórico e a Praia do Jacaré, em Cabedelo. Os passeios às piscinas dependem da maré baixa, e o horário do ônibus muda conforme a tábua. Coqueirinho, Tambaba e Praia Bela, no litoral sul, recebem passeios de dia inteiro.

    Brejo e os Caminhos do Frio

    Areia, Bananeiras, Serraria e outras cidades do Brejo realizam os Caminhos do Frio entre julho e agosto. Grupos visitam engenhos, casarões e mirantes. Estradas sinuosas e neblina pedem atenção.

    Sertão e o Vale dos Dinossauros

    Sousa abriga o Vale dos Dinossauros, com pegadas fossilizadas. Excursões escolares e universitárias fazem viagens longas, com mais de 400 quilômetros desde a capital. A Pedra da Boca, em Araruna, atrai praticantes de escalada e rapel.

    Romarias a Frei Damião

    O Memorial Frei Damião, em Guarabira, recebe romeiros de toda a região. Paróquias organizam excursões de um dia, e muitas vêm de estados vizinhos, o que exige licença federal.

    Indústria e trabalhadores

    Campina Grande e João Pessoa têm indústrias calçadistas, têxteis e de alimentos que contratam transporte de funcionários. Usinas de cana no litoral também fazem fretamento rural na safra.

    Escolas, universidades e eventos

    Escolas de João Pessoa e Campina Grande fazem estudos do meio no centro histórico da capital, no Convento de São Francisco, na Estação Cabo Branco e no Museu do Algodão. Universidades federais e estaduais contratam ônibus para aulas de campo no sertão e no litoral, muitas vezes por licitação, com relatório de cada viagem. Congressos e jogos esportivos no estádio Almeidão e no Centro de Convenções geram traslados entre aeroporto, hotéis e locais de evento.

    Litoral norte e Baía da Traição

    Baía da Traição e Barra de Mamanguape recebem grupos interessados no peixe-boi e na cultura potiguara. Os acessos têm trechos estreitos, e vans são mais práticas. Combinar visitas com as aldeias exige agendamento prévio e respeito aos horários combinados.

    Lista de passageiros

    A relação nominal com documentos é obrigatória. No regime federal, até 20% pode ser modificado. Caravanas juninas costumam vender poltronas até a véspera, e a lista precisa ser fechada antes da licença.

    Em passeios às piscinas naturais, a agência de barco também recebe a relação de nomes.

    CT-e OS e financeiro

    O fretamento é faturado com CT-e OS, modelo 67. No receptivo, agências pagam por passeio; em caravanas, o organizador paga antes da viagem.

    Grupos universitários costumam pagar por empenho, com prazos definidos pelo órgão.

    Frota e estradas

    A BR-230 corta o estado de leste a oeste e concentra a maior parte das viagens. Manutenção preventiva e documentos em dia evitam paradas.

    Prioridades para fretadoras paraibanas

    • Planejar o São João com meses de antecedência.
    • Ajustar passeios à tábua de marés.
    • Tratar viagens a Recife e Natal como interestaduais.
    • Preparar motoristas para o Brejo.
    • Fechar listas das romarias.

    A visão nacional está no referência principal sobre fretamento e turismo em ônibus.

    Como o Vexado ajuda no fretamento na Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado organiza caravanas, passeios, listas, frota e financeiro do fretamento em uma plataforma web, apoiando o São João, o receptivo e as romarias.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o fretamento intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB. Viagens interestaduais seguem a ANTT.

    Caravanas de Recife ao São João são interestaduais?

    Sim, e exigem licença federal.

    O passeio a Picãozinho depende de quê?

    Da maré baixa.

    Qual documento fiscal usar?

    O CT-e OS, modelo 67.

    Quando acontecem os Caminhos do Frio?

    Em geral entre julho e agosto.

    Conclusão

    Na Paraíba, festa, praia e interior movem o fretamento. Com planejamento e regras bem aplicadas, a fretadora paraibana atende turistas e caravanas.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Sistema para agências e comissões de passagens na Paraíba: guia para viações

    Sistema para agências e comissões de passagens na Paraíba: guia para viações

    Na Paraíba, a passagem de ônibus atravessa o estado de leste a oeste, do litoral de João Pessoa ao Sertão de Cajazeiras e Sousa. No caminho, Campina Grande, Patos e Pombal funcionam como polos regionais. Em boa parte dessas cidades, quem vende o bilhete é um agente comissionado, e a viação precisa de regras simples e controle rigoroso para que essa rede funcione bem.

    Este guia trata de agências e comissões no contexto paraibano, do cadastro dos pontos ao repasse do dinheiro, passando pelo São João, que muda completamente o ritmo das vendas.

    DER-PB e a gestão das linhas

    O transporte intermunicipal de passageiros na Paraíba é gerido pelo Departamento de Estradas de Rodagem do estado (DER-PB). Linhas, horários e tarifas registradas são o que todo ponto de venda deve seguir.

    A agência comissionada é, para o passageiro, a própria viação. Ela vende na tarifa vigente, respeita a lotação e não cria horários. Quando surge uma reclamação, é a empresa que responde, e por isso cada venda precisa trazer a identificação do ponto e do atendente.

    Do Varadouro ao Sertão

    A Rodoviária de João Pessoa, no Varadouro, concentra as partidas da capital. A BR-230 é a espinha dorsal do estado: liga a capital a Campina Grande e segue para Patos, Pombal, Sousa e Cajazeiras. A BR-101 atende o litoral, rumo a Natal e Recife.

    Campina Grande tem rodoviária própria e um comércio forte, o que faz da cidade um centro de vendas para o Agreste e o Cariri paraibano. No Sertão, agências em Patos e Sousa vendem a volta para a capital.

    O agente paraibano: quem é e como cadastrar

    Em cidades menores, o agente costuma ser um comerciante com ponto no centro, conhecido de todos. Antes de começar, ele assina contrato com a viação, informa a conta para repasse e indica os atendentes que vão operar o sistema, cada um com login próprio.

    A empresa define as linhas liberadas. Um ponto em Cajazeiras não precisa vender as linhas do litoral sul; basta acesso às saídas do Sertão e à ligação com João Pessoa.

    Percentual, valor fixo e metas

    A forma mais comum de remunerar a agência é um percentual sobre a tarifa. Para trechos longos pela BR-230, um percentual moderado basta. Nas viagens curtas entre a capital e o litoral, a viação pode preferir valor fixo por bilhete.

    Metas mensais com bônus incentivam agências em polos como Patos e Campina Grande. Tudo isso deve constar do contrato e ser calculado pelo sistema, com início de vigência registrado.

    O Maior São João do Mundo e as cotas de poltronas

    Em junho, Campina Grande recebe uma multidão para o São João, e as saídas de João Pessoa e do Sertão lotam. Agências de toda a Paraíba vendem intensamente nessas semanas.

    Para que o guichê e o site não fiquem sem lugares, a viação pode reservar cotas por agência, com horário de corte. Poltronas não vendidas até o corte voltam para venda geral.

    Quando o passageiro desiste

    Cancelamentos com reembolso tiram a comissão da agência; remarcações mantêm a comissão original, sem duplicidade. Essa regra precisa ser automática, inclusive quando o cancelamento é feito em outro canal, como a rodoviária de Campina Grande.

    Assim, o relatório mensal de cada agência mostra apenas comissões de viagens efetivamente realizadas ou mantidas.

    Caixa do dia e repasse à viação

    Ao fim do expediente, o agente fecha o caixa com bilhetes emitidos, cancelados, formas de pagamento e comissão. Do que recebeu em dinheiro, desconta sua parte e repassa o resto; vendas por Pix ou cartão creditadas na conta da empresa geram comissão a ser paga pela viação.

    No Sertão, o repasse pode ser semanal. Ainda assim, o financeiro deve olhar os fechamentos diariamente.

    BP-e e a SEFAZ-PB

    Cada passagem intermunicipal vendida na Paraíba gera um BP-e em nome da viação. A Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba (SEFAZ-PB) credencia a empresa para o BP-e, autorizado via SVRS.

    A agência não emite documento próprio para a passagem; usa o sistema da empresa. O contador orienta o tratamento da comissão.

    Checklist para viações na Paraíba

    • Assinar contrato e cadastrar atendentes de cada agência paraibana.
    • Liberar para cada ponto só as linhas da sua região.
    • Calcular comissão no sistema, com vigência e metas por polo.
    • Reservar cotas de lugares no São João de Campina Grande.
    • Retirar a comissão de bilhetes cancelados em qualquer canal.
    • Revisar os fechamentos do Sertão diariamente.

    Para a visão nacional sobre agências e comissões, veja o guia nacional sobre sistema para agências e comissões de passagens.

    Vexado: agências e comissões na Paraíba

    O Vexado é um sistema de venda e emissão de passagens para empresas de ônibus. A Rodoviária de João Pessoa, as agências de Campina Grande, Patos ou Sousa e o site vendem pelo mesmo mapa de poltronas, e cada venda gera o BP-e. A plataforma permite cadastrar agências e atendentes, configurar comissões e metas, reservar cotas por canal e acompanhar o caixa de cada ponto. Encomendas também cabem no mesmo ambiente, como complemento.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB, Departamento de Estradas de Rodagem do estado.

    Como organizar as agências no São João de Campina Grande?

    Reservando cotas de poltronas por agência, com horário de corte e devolução para venda geral.

    Agência do Sertão pode prestar contas semanalmente?

    O repasse pode ser semanal, mas o fechamento de caixa deve ser diário.

    O cancelamento na rodoviária afeta a comissão da agência?

    Sim. Se houver reembolso, a comissão da agência que vendeu é estornada.

    Quem credencia a viação para o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB; os bilhetes são autorizados via SVRS.

  • Como vender passagens de ônibus pela internet na Paraíba: guia para viações

    Como vender passagens de ônibus pela internet na Paraíba: guia para viações

    João Pessoa, Campina Grande, Patos e o Sertão: como vender passagens de ônibus pela internet na Paraíba.

    • Rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande e os polos da BR-230.
    • DER-PB, ANTT e BP-e via SVRS.
    • Maior São João do Mundo, estudantes e compras pelo celular.

    Resumo rápido

    A Paraíba é atravessada pela BR-230, que liga o litoral de João Pessoa a Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras, no Sertão. Ao longo desse eixo se concentra quase toda a demanda de ônibus intermunicipal. O estado tem muitas universidades, um calendário de festas forte e um público que compra cada vez mais pelo celular. A venda online organizada permite atender esse movimento sem filas.

    O eixo da BR-230

    Uma mesma viagem João Pessoa–Cajazeiras atende Campina Grande, Patos, Pombal e Sousa. Vender por trecho, com o mapa de poltronas atualizado em tempo real, permite revender os lugares liberados em cada parada e aumentar a ocupação.

    O site deve mostrar todas as paradas, com horários estimados, porque o trajeto completo é longo e muitos passageiros embarcam no meio do caminho.

    Estudantes e universidades

    UFPB, UFCG, UEPB e institutos federais em várias cidades criam fluxo semanal de estudantes. Eles compram pelo celular, preferem Pix e voltam para casa nas sextas-feiras. Dados salvos, recompra rápida e lembretes por WhatsApp aumentam a fidelidade desse público.

    Maior São João do Mundo

    O São João de Campina Grande, em junho, atrai visitantes de todo o Nordeste e do país. As linhas entre João Pessoa e Campina Grande lotam, principalmente nos fins de semana do evento. Abrir a venda online semanas antes, com horários extras e volta de madrugada, evita filas na Rodoviária de Campina Grande.

    O São João também movimenta outras cidades, como Patos e Monteiro. Publicar o calendário de horários extras ajuda o passageiro a se organizar.

    Grande João Pessoa

    Bayeux, Santa Rita e Cabedelo formam com a capital a região metropolitana, onde vive boa parte dos compradores. Muitos moram longe da rodoviária e preferem saber antes se há embarque em pontos intermediários. Indicar no site esses pontos, com horário estimado, reduz deslocamentos e perdas de viagem.

    Servidores públicos e profissionais de saúde que atendem no interior viajam com frequência entre a capital e cidades como Guarabira, Mamanguape e Itabaiana. Para eles, pacotes de recompra rápida, histórico de viagens e nota fiscal enviada por e-mail simplificam o reembolso de despesas pelo empregador.

    Litoral e turismo

    João Pessoa recebe turistas o ano todo, e muitos seguem para o litoral sul, como Conde e Pitimbu, ou para Baía da Traição, no litoral norte. Turistas compram pelo celular e querem saber pontos de desembarque e duração da viagem.

    Sertão e calor

    No Sertão, Patos, Sousa e Cajazeiras são polos regionais de comércio, saúde e educação. Muitos passageiros viajam para consultas médicas em João Pessoa ou Campina Grande e precisam de horários de volta no mesmo dia. Mostrar esses horários com clareza facilita o planejamento.

    Cajazeiras e Sousa também ligam-se ao Ceará e ao Rio Grande do Norte. Essas linhas interestaduais seguem a ANTT.

    Em Sousa, o Vale dos Dinossauros também atrai visitantes e estudantes em excursões escolares.

    Brejo paraibano

    Areia, Bananeiras e Serraria, no Brejo, atraem turistas com clima ameno e festivais de inverno. As rotas são curtas, e o passageiro quer comprar em segundos, com bilhete no celular.

    DER-PB e o BP-e

    O transporte intermunicipal paraibano é regulado pelo DER-PB. O site deve publicar as regras de reembolso, remarcação e gratuidade segundo as normas estaduais, e separar as regras das linhas interestaduais.

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. O sistema deve emitir o bilhete eletrônico logo após o pagamento e cancelá-lo pelo evento fiscal.

    Concorrência com o transporte informal

    Em várias rotas do interior, vans e carros de aplicativo disputam passageiros. A venda online com preço claro, poltrona garantida e bilhete fiscal mostra a segurança do ônibus regular e atrai quem prefere planejar.

    Plano para viações paraibanas

    • Vender por trecho em toda a BR-230.
    • Abrir a venda do São João com antecedência.
    • Oferecer recompra rápida para estudantes.
    • Publicar horários de volta no mesmo dia para quem viaja a consultas.
    • Emitir BP-e automaticamente.

    Mais detalhes estão no guia central de venda de passagens de ônibus pela internet.

    Como o Vexado ajuda a vender e emitir passagens na Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado é o sistema de venda e emissão de passagens que integra site e guichês de João Pessoa e Campina Grande, vende por trecho na BR-230 e emite o BP-e de cada bilhete.

    Perguntas frequentes

    Quem regula o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB. Linhas interestaduais seguem a ANTT.

    Quando a demanda online aumenta mais?

    No São João de Campina Grande, nas férias e nos fins de semana universitários.

    Por que vender por trecho?

    Porque a viagem pela BR-230 atende várias cidades.

    Como competir com o transporte informal?

    Com preço claro, poltrona garantida e bilhete fiscal.

    Quem autoriza o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

    Conclusão

    Na Paraíba, a BR-230 e o São João moldam a demanda. Com venda online por trecho e BP-e automático, a viação paraibana atende melhor estudantes, turistas e moradores.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Controle de itinerários rodoviários na Paraíba: guia para viações

    Controle de itinerários rodoviários na Paraíba: guia para viações

    João Pessoa, Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras: como manter os itinerários paraibanos fiéis ao que foi autorizado.

    • DER-PB na gestão das linhas intermunicipais da Paraíba.
    • ANTT nas viagens para Natal, Recife e o Ceará.
    • BP-e credenciado na SEFAZ-PB, com autorização via SVRS.

    Resumo rápido

    A Paraíba tem um eixo rodoviário claro: a BR-230 liga o litoral ao sertão, passando por Campina Grande, Patos e Sousa. Ao longo dele, viações paraibanas operam linhas com muitas seções e paradas. Controlar itinerários aqui significa cadastrar cada localidade, vender por trecho e registrar qualquer mudança.

    O DER-PB e as linhas paraibanas

    Na Paraíba, a gestão do transporte entre municípios cabe ao Departamento de Estradas de Rodagem estadual. Cada linha tem percurso, seções e pontos de parada definidos, e o cadastro interno da empresa precisa reproduzir exatamente esse desenho. Viagens que cruzam a divisa ficam com a ANTT.

    A BR-230 como espinha dorsal paraibana

    Quase todas as linhas longas usam a BR-230. Por isso, obras, acidentes ou interdições nessa rodovia afetam muitas viagens ao mesmo tempo. Um bom controle permite identificar rapidamente quais horários serão impactados e avisar os passageiros.

    Campina Grande e o planalto da Borborema

    Campina Grande fica a cerca de 125 quilômetros de João Pessoa. É o principal destino do interior, com grande fluxo de estudantes, trabalhadores e compradores. A linha tem seções intermediárias em cidades como Ingá e Riachão do Bacamarte, e cada uma deve estar no cadastro.

    O Maior São João do Mundo e os carros extras

    Em junho, Campina Grande recebe uma multidão de visitantes. A procura por viagens explode, e os reforços precisam seguir o mesmo percurso aprovado, com as mesmas seções e preços. Planejar escalas e frota com antecedência é essencial.

    Patos e o sertão paraibano

    Patos fica a cerca de 300 quilômetros da capital. A viagem passa por diversas cidades, e cada uma precisa constar do itinerário com a distância acumulada desde a origem e o local exato de embarque.

    Sousa, Cajazeiras e o extremo oeste

    No extremo oeste, as linhas chegam a Sousa e Cajazeiras, perto da divisa com o Ceará. São trajetos longos, com paradas de apoio que precisam estar registradas, com local e finalidade.

    Litoral norte e sul de João Pessoa

    Linhas curtas para Cabedelo, Conde e Pitimbu atendem moradores e turistas. Nessas viagens, os pontos de embarque são numerosos, e a informação precisa ao passageiro evita confusão.

    Seções e preços paraibanos

    Muitos passageiros viajam entre cidades vizinhas do brejo e do sertão. As seções intermediárias garantem essa receita, e cada uma precisa corresponder ao quadro aprovado. Após reajustes, a revisão deve ser feita linha por linha.

    Desvios na BR-230 e nas estaduais

    Quando um trecho fica interditado, o tráfego registra data, trecho e trajeto alternativo e avisa os passageiros afetados. Se o desvio se prolonga, a comunicação ao DER-PB é recomendável.

    Mudanças aprovadas pelo DER-PB

    Inclusão de cidades, troca de pontos de embarque ou alteração de terminal dependem de pedido ao órgão. A nova versão entra no cadastro com data de início, e a anterior permanece arquivada.

    Uma só base de poltronas entre guichês e site

    Quem embarca em Campina Grande e desce em Patos libera a poltrona para o trecho seguinte. Com estoque único, o assento volta à venda sem risco de duplicidade.

    O que o motorista relata ao fim do percurso

    O relato do motorista inclui atrasos relevantes, ocorrências e passageiros que embarcaram fora da rodoviária. O tráfego compara com o percurso previsto e investiga divergências frequentes.

    BP-e emitido na Paraíba

    A SEFAZ-PB credencia a viação, e a autorização dos bilhetes ocorre via SVRS. Origem e destino de cada bilhete precisam refletir o trecho vendido.

    Números úteis para as linhas da Borborema e do sertão

    Ocupação por seção, pontualidade em pontos como Campina Grande e Patos e número de desvios mensais ajudam a decidir onde revisar o percurso.

    O panorama que reúne os 25 estados e o Distrito Federal está no guia nacional de itinerários e seu controle nas viações.

    O Vexado nas linhas da Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado cadastra linhas e seções ao longo da BR-230, organiza reforços de São João, vende por trecho com estoque único, emite o BP-e via SVRS e guarda o histórico das versões de cada itinerário.

    Perguntas frequentes

    Quem gerencia as linhas intermunicipais paraibanas?

    O DER-PB, que define percursos, seções e pontos de parada de cada linha paraibana.

    Por que a BR-230 exige atenção especial?

    Porque quase todas as linhas longas do estado dependem dela, e uma interdição afeta muitas viagens.

    Os carros extras do São João de Campina podem parar em outras cidades?

    Não, eles seguem o percurso aprovado da linha regular.

    Linha de Cajazeiras para o Ceará é estadual?

    Não, cruza a divisa e depende da ANTT.

    Quem habilita a viação paraibana no BP-e?

    A Secretaria da Fazenda da Paraíba, com autorização via SVRS.

    Conclusão

    Na Paraíba, controlar itinerários ao longo da BR-230 e das estradas estaduais é garantir venda correta, cumprimento do percurso e resposta rápida a imprevistos. Com cadastro fiel e conferência das viagens, a operação ganha segurança.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Gestão de frota para empresas de ônibus na Paraíba: guia para viações

    Gestão de frota para empresas de ônibus na Paraíba: guia para viações

    Na Paraíba, a principal espinha dorsal rodoviária é a BR-230, que sai de Cabedelo e João Pessoa, passa por Campina Grande e atravessa o estado até Patos, Sousa e Cajazeiras, no Sertão. Uma viação paraibana pode ter linhas curtas no litoral e na região metropolitana e viagens longas para o extremo oeste, com calor intenso e estradas que mudam muito de condição ao longo do percurso.

    Este guia trata de gestão de frota para empresas de ônibus na Paraíba, com ligação direta à venda de passagens.

    DER-PB e a regularidade dos carros

    O Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) gere o transporte intermunicipal de passageiros. Os ônibus usados nas linhas precisam estar com vistoria, licenciamento e equipamentos obrigatórios em dia.

    Uma ficha por veículo, com prefixo, placa, ano, layout e vencimentos, facilita o controle e impede que carros com pendência entrem na escala.

    BR-230 de ponta a ponta

    De João Pessoa a Cajazeiras são mais de 400 km. No trecho entre a capital e Campina Grande, o tráfego é intenso; no Sertão, o calor e a distância entre cidades pedem carros confiáveis. A BR-101 atende o litoral e a ligação com Natal e Recife, e a BR-104 corta o Agreste.

    No Sertão, arrefecimento e ar-condicionado são críticos. A subida da Borborema, perto de Campina Grande, exige motor e transmissão em boas condições. No litoral, a maresia acelera a corrosão.

    Preventiva por trecho e por estação

    Ônibus que fazem o Sertão acumulam muita quilometragem em calor extremo; os do litoral sofrem com umidade e sal. Planos de manutenção diferentes para cada perfil, ajustados entre a estação seca e a chuvosa, reduzem quebras.

    Oficina e tráfego compartilham o calendário de revisões, e o carro parado já tem substituto definido.

    O Maior São João do Mundo

    Em junho, Campina Grande recebe multidões para o São João. A demanda por passagens dispara em poucas semanas, e as viações reforçam linhas a partir de João Pessoa, do Sertão e de estados vizinhos.

    Para esse período, é essencial reservar carros, programar revisões antes de junho e só abrir horários extras com veículo e motorista confirmados.

    Terminal do Varadouro e garagens

    O Terminal Rodoviário de João Pessoa, no Varadouro, concentra as saídas da capital. Empresas com linhas longas mantêm apoio em Campina Grande, Patos ou Sousa. Saber onde cada carro pernoita ajuda a cobrir quebras com o veículo mais próximo.

    Troca de veículo e mapa de poltronas

    Quando um ônibus precisa ser substituído, a mudança deve ser feita no sistema de vendas. O layout do novo carro passa a valer, os passageiros sem poltrona correspondente são remanejados e a ocupação por trecho é recalculada nas linhas com muitas paradas ao longo da BR-230.

    Motoristas no Sertão

    A Lei 13.103/2015 define limites de direção e descanso do motorista profissional, e o tacógrafo registra os tempos. Viagens longas no calor cansam mais, e a escala precisa prever revezamento ou paradas planejadas.

    Peças e fornecedores no interior

    Quebras longe da capital ficam caras quando a peça não está à mão. Mapear oficinas e fornecedores confiáveis em Campina Grande e Patos, manter um pequeno estoque de itens críticos nas bases e registrar o tempo de reparo por ocorrência ajuda a reduzir o tempo de carro parado e o número de viagens canceladas.

    Linhas para o litoral e o Brejo

    Além do eixo da BR-230, há linhas para o litoral sul, como Conde e Pitimbu, e para o Brejo, com Areia e Bananeiras, que recebem visitantes no frio de junho e julho. Essas rotas têm curvas, subidas e picos de procura em fins de semana, o que pede carros adequados e reservas na escala.

    Indicadores da frota paraibana

    Disponibilidade, consumo, custo por quilômetro, quebras e vida dos pneus são essenciais. Comparados com a ocupação vendida por linha, mostram onde vale um carro maior ou uma frequência diferente.

    BP-e e a SEFAZ-PB

    Cada passagem intermunicipal vendida na Paraíba gera um BP-e em nome da viação. A Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba (SEFAZ-PB) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Viagens canceladas por falta de carro exigem tratamento fiscal correto.

    Para o panorama geral e os demais estados, veja o guia nacional de gestão de frota para empresas de ônibus.

    Checklist de frota para viações na Paraíba

    • Veículos regulares perante o DER-PB.
    • Climatização e arrefecimento revisados para o Sertão.
    • Revisões concluídas antes do São João.
    • Apoio em Campina Grande, Patos ou Sousa.
    • Estoque mínimo de peças críticas nas bases.
    • Substituto lançado no sistema, com lugares por trecho recalculados.

    Vexado: gestão de frota e venda de passagens na Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado faz a venda e a emissão de passagens a partir do carro escalado em cada saída, com o mapa de poltronas daquele ônibus. Quando há troca, os passageiros são reposicionados antes do embarque, e o BP-e segue vinculado a cada bilhete.

    O terminal do Varadouro, as agências do interior e o site vendem a mesma programação, com ocupação por trecho ao longo da BR-230.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB, Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba.

    Qual a principal rodovia das viações paraibanas?

    A BR-230, que liga João Pessoa a Campina Grande e ao Sertão.

    Como se preparar para o São João de Campina Grande?

    Reservando carros, concluindo revisões antes de junho e confirmando motoristas antes de abrir extras.

    Por que manter estoque de peças no interior?

    Para reduzir o tempo de carro parado quando uma quebra ocorre longe da capital.

    Como funciona o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • BP-e para empresas de ônibus na Paraíba: guia para viações

    BP-e para empresas de ônibus na Paraíba: guia para viações

    João Pessoa, Campina Grande, Patos, Sousa e o Sertão: como emitir e controlar o BP-e na Paraíba.

    • SEFAZ-PB no credenciamento; autorização do bilhete via SVRS.
    • DER-PB nas linhas intermunicipais, ANTT nas interestaduais.
    • Maior São João do Mundo, litoral e linhas para Recife e Natal.

    Resumo rápido

    A Rodoviária de João Pessoa, no Varadouro, e a Rodoviária de Campina Grande são os dois grandes pontos de venda de passagens na Paraíba. As linhas cruzam o estado de leste a oeste pela BR-230, passando por Patos, Pombal, Sousa e Cajazeiras. As ligações com Recife e Natal são curtas e muito procuradas, mas interestaduais. O BP-e precisa lidar com esse fluxo misto e com o pico de junho.

    BP-e explicado

    O BP-e, modelo 63, é o documento fiscal eletrônico da venda de passagem. Ele é gerado pelo sistema da viação, assinado com certificado digital e autorizado antes da viagem. O passageiro recebe o DABPE, com QR Code, impresso ou no celular.

    SEFAZ-PB e SVRS

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A viação paraibana faz o credenciamento com inscrição estadual ativa, instala o certificado digital e transmite os bilhetes à SVRS. O protocolo de autorização volta em segundos e fica guardado com o XML.

    DER-PB e ANTT

    O DER-PB regula o transporte intermunicipal de passageiros na Paraíba. As linhas para Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará seguem a ANTT. João Pessoa–Recife, por exemplo, tem cerca de 120 quilômetros, mas é uma linha interestadual, com tarifas e gratuidades federais.

    São João de Campina Grande

    O Maior São João do Mundo, em junho, leva multidões a Campina Grande durante semanas. As linhas de João Pessoa, do Sertão e de outros estados recebem horários extras. A venda antecipada, inclusive online, concentra milhares de bilhetes. O sistema precisa cadastrar as viagens extras com antecedência e suportar o pico de emissão.

    O Sertão e a BR-230

    De João Pessoa a Cajazeiras são cerca de 470 quilômetros. As linhas param em Campina Grande, Patos, Pombal e Sousa, com passageiros embarcando e desembarcando em cada cidade. Cada trecho vendido gera um BP-e com origem e destino corretos, e o sistema controla a ocupação poltrona a poltrona ao longo do percurso.

    Litoral sul e norte

    Conde, Jacumã e Pitimbu, no litoral sul, e Baía da Traição, no norte, recebem visitantes nos fins de semana e no verão. As linhas curtas têm muitos passageiros que compram no embarque. Emissão rápida e pagamento digital mantêm o ritmo.

    Cancelamento e não embarque

    O cancelamento do BP-e só é aceito dentro do prazo e antes do embarque. Se o passageiro não aparece, a empresa registra o não embarque. Na alta do São João, essas situações se multiplicam, e o sistema deve aplicar o evento correto para que o caixa feche.

    Gratuidades e meia passagem

    Nas linhas intermunicipais paraibanas, valem as gratuidades da legislação estadual. Já nas linhas para outros estados, aplicam-se as vagas federais do idoso e do ID Jovem. O BP-e de gratuidade é emitido com o tipo de benefício, e o número de vagas por viagem deve ser respeitado.

    Agências no interior

    Em cidades como Guarabira, Monteiro, Itaporanga e Princesa Isabel, agências vendem passagens em nome das viações. Cada uma precisa de usuário e série próprios. Assim, a empresa sabe exatamente o que cada ponto emitiu e calcula a comissão sem retrabalho.

    Bagagem e encomendas

    Passageiros do Sertão costumam levar volumes extras. O excesso de bagagem pode ser cobrado e registrado no BP-e. Já a encomenda enviada sem passageiro é documentada por CT-e, e não deve sair como bilhete.

    Patos e o Sertão central

    Patos, a Morada do Sol, é ponto de conexão para Piancó, Teixeira e Santa Luzia. Muitos passageiros chegam em uma linha e seguem em outra. Quando o primeiro ônibus atrasa, o segundo trecho pode ser remarcado com novo BP-e vinculado, sem mexer no bilhete já usado. Esse cuidado mantém a receita de cada viagem no lugar certo.

    Passos práticos

    • Credenciamento na SEFAZ-PB e certificado válido.
    • Linhas separadas entre DER-PB e ANTT.
    • Viagens extras do São João cadastradas cedo.
    • Ocupação por trecho na BR-230.
    • Usuário e série por agência.

    A visão de todos os estados está no guia nacional de BP-e.

    Como o Vexado ajuda com o BP-e na Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado emite o BP-e no guichê, nas agências e na venda online, controla a ocupação por trecho, trata eventos e fecha o caixa de cada ponto de venda.

    Perguntas frequentes

    Quem autoriza o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

    Quem regula as linhas intermunicipais?

    O DER-PB. As interestaduais seguem a ANTT.

    João Pessoa–Recife é intermunicipal?

    Não, é interestadual e segue a ANTT.

    Encomenda sem passageiro usa BP-e?

    Não, usa CT-e.

    Agência pode emitir BP-e?

    Sim, em nome da viação, com usuário e série próprios.

    Conclusão

    Na Paraíba, o São João e as longas linhas do Sertão testam o BP-e. Com credenciamento em dia, cadastro claro de linhas e eventos bem tratados, a viação paraibana atende do litoral ao Alto Sertão.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Venda de passagens em linhas com conexão e escala na Paraíba: guia para viações

    Venda de passagens em linhas com conexão e escala na Paraíba: guia para viações

    Na Paraíba, a principal ligação rodoviária atravessa o estado de leste a oeste, de João Pessoa a Campina Grande e daí ao Sertão de Patos, Sousa e Cajazeiras. Muitas linhas param em várias cidades pelo caminho, e quem mora em municípios menores costuma completar a viagem com outro ônibus a partir de um polo regional.

    Este guia mostra como a viação paraibana pode vender escalas e conexões sem perder lugares nem deixar passageiros sem orientação.

    DER-PB e as seções de cada linha

    O Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) gere o transporte intermunicipal de passageiros. O itinerário de cada linha determina onde o ônibus pode parar e quais trechos intermediários podem ser vendidos.

    No sistema, cada parada autorizada é cadastrada como seção, com tarifa própria. Pontos que não constam do itinerário ficam fora da venda. Atualizar esse cadastro a cada mudança aprovada evita bilhetes que o ônibus não pode cumprir.

    BR-230 e as poltronas que mudam de dono

    A BR-230 é o eixo das viagens entre o litoral e o Sertão. Uma linha que sai da capital pode parar em Campina Grande, Soledade, Patos e Pombal antes de chegar a Sousa. A cada cidade, passageiros descem e outros sobem.

    Com o controle por trecho, a poltrona de quem desceu em Campina Grande fica disponível para quem embarca ali. Sem ele, a empresa deixa lugares vazios ou corre o risco de vender o mesmo assento duas vezes.

    Terminal de João Pessoa

    O Terminal Rodoviário de João Pessoa concentra as partidas da capital. Passageiros que chegam de outros estados e seguem para o interior costumam trocar de ônibus ali.

    O intervalo mínimo de conexão deve considerar desembarque, bagagem e deslocamento entre plataformas. Em feriados e no período junino, o movimento aumenta e a folga precisa crescer.

    Campina Grande como ponto de troca

    Campina Grande é o principal polo do interior e recebe linhas do Cariri, do Curimataú e do Brejo. Muitas jornadas passam por ela: o passageiro chega de uma cidade pequena e segue para a capital ou para o Sertão.

    Quando a mesma empresa faz as duas pernas, a viagem pode ser vendida de uma só vez, com lugar garantido no segundo ônibus. Se outra empresa opera um dos trechos, as regras de remarcação precisam estar combinadas.

    O Maior São João do Mundo

    Em junho, o São João de Campina Grande, conhecido como o Maior São João do Mundo, atrai visitantes de todo o país. As linhas entre a capital e Campina lotam, e muitos turistas seguem dali para outras cidades.

    Horários extras com escalas próprias precisam ter as paradas cadastradas antes da venda. O retorno ao fim de cada fim de semana de festa também concentra procura e deve ser planejado.

    Sertão e viagens longas

    No Sertão, Patos, Sousa e Cajazeiras são polos que atendem dezenas de municípios. As viagens a partir da capital são longas, e atrasos se acumulam com obras, chuva ou trânsito de caminhões.

    Registrar os horários reais de chegada em cada parada permite ajustar a folga das conexões no interior. A empresa passa a conhecer quais combinações são seguras e quais precisam de mais tempo.

    Atraso e perda de conexão

    Quando o primeiro ônibus atrasa, o atendimento precisa saber quem tem conexão e em qual horário. Com essa lista, é possível remarcar antes da chegada e avisar o passageiro, evitando que ele descubra o problema no guichê.

    Bagagem e encomendas na troca

    Em uma conexão, malas e encomendas precisam passar de um ônibus para outro. Etiquetas com destino final e horário do segundo carro reduzem extravios no polo regional.

    Litoral sul e turismo

    O litoral sul, com praias como as do Conde, recebe turistas durante o ano todo. Linhas curtas com muitas paradas se beneficiam do controle por trecho, e a empresa pode atender quem desce em cada praia sem perder lugares no restante do percurso.

    BP-e e a SEFAZ-PB

    Cada trecho intermunicipal vendido na Paraíba gera um BP-e em nome da viação que opera aquela parte da viagem. A Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba (SEFAZ-PB) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. Em uma conexão com duas empresas, cada uma emite o bilhete do seu trecho.

    Para o panorama nacional, com conceitos e os outros estados, veja o guia nacional de venda de passagens em linhas com conexão e escala.

    Checklist paraibano para escalas e conexões

    • Seções e tarifas conforme o itinerário aprovado pelo DER-PB.
    • Ocupação por segmento nas linhas da BR-230.
    • Intervalo de conexão definido para o terminal da capital.
    • Jornadas combinadas organizadas em Campina Grande.
    • Extras de junho com paradas cadastradas antes da venda.
    • Horários reais usados para calibrar conexões no Sertão.
    • Bagagens e volumes etiquetados.

    Vexado: conexões e escalas na Paraíba

    O Vexado é um sistema de venda e emissão de passagens para empresas de ônibus. Cada linha tem suas seções e tarifas, a ocupação é controlada trecho a trecho e o BP-e é emitido em cada venda.

    O terminal de João Pessoa, as agências do interior e o site vendem sobre a mesma programação, e o atendimento vê quem tem conexão quando um ônibus atrasa.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB, Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba.

    Qual a principal rodovia das viagens para o Sertão?

    A BR-230, que liga o litoral ao interior passando por Campina Grande e Patos.

    Como vender bem no São João de Campina Grande?

    Com horários extras cadastrados antes da venda e planejamento também do retorno.

    O que fazer se o passageiro perder a conexão?

    Remarcar o segundo trecho, de preferência antes da chegada, conforme as regras da empresa.

    Quem autoriza o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.

  • Linha aprovada pela ANTT na Paraíba: guia para viações

    Linha aprovada pela ANTT na Paraíba: guia para viações

    João Pessoa, Campina Grande, Patos, Cajazeiras e as divisas com Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará: como ter uma linha aprovada pela ANTT na Paraíba.

    • DER-PB no intermunicipal; ANTT no interestadual.
    • João Pessoa–Recife entre as ligações mais frequentes do Nordeste.
    • O Maior São João do Mundo, em Campina Grande, e as viagens extras.

    Resumo rápido

    A Paraíba fica entre Recife e Natal e é atravessada por linhas de passagem pela BR-101 e pela BR-230. Suas próprias ligações federais vão do litoral ao sertão, com Cajazeiras e Sousa perto do Ceará. Todas seguem a Resolução ANTT 6.033/2023.

    DER-PB e ANTT na Paraíba

    O DER-PB cuida das linhas intermunicipais, como João Pessoa–Campina Grande ou João Pessoa–Patos. As linhas para outros estados ficam com a ANTT na Paraíba.

    Habilitação paraibana

    A habilitação federal pede regularidade jurídica e econômica, responsável legal, responsável pela manutenção, adesão ao consumidor.gov.br e capital social compatível com a frota. Nas linhas que saem de João Pessoa, a empresa também autoriza o compartilhamento de dados do BP-e com o fisco.

    João Pessoa–Recife

    Com cerca de 120 quilômetros pela BR-101, a linha para o Recife tem muitas partidas por dia. É um TAR com seções intermediárias, concedido sem exclusividade e com liberdade de preços.

    João Pessoa–Natal

    A ligação com Natal, com cerca de 180 quilômetros, é outro TAR. Mamanguape e a divisa em Mataraca ficam no caminho.

    Sertão e Cariri

    Cajazeiras e Sousa têm fluxo para o Cariri cearense, e Patos para o Seridó potiguar. Esses pares podem estar em mercados subsidiários ou não atendidos. A ANTT abre os mercados por janelas, com edital e sorteio se houver disputa.

    O São João de Campina Grande

    Em junho, o Maior São João do Mundo atrai visitantes de todo o Nordeste. Linhas federais que chegam a Campina Grande precisam ter as viagens extras cadastradas e habilitadas no SIGMA antes da venda.

    Rodoviária de João Pessoa

    O TAR vincula o terminal inicial cadastrado na Paraíba. A rodoviária de João Pessoa concentra as linhas interestaduais. Uma origem adicional na capital, com horários próprios, pode exigir novo TAR.

    Campina Grande como origem

    Campina Grande tem rodoviária própria e linhas para Recife, Natal e o Sudeste. Uma linha que parte de Campina Grande é um TAR diferente de uma que parte de João Pessoa.

    Monitriip

    Nas linhas que saem de João Pessoa, o Monitriip recebe dados de viagem, veículo, motorista e bilhetes. Na BR-230, rumo ao sertão, há pontos de sinal fraco, e o envio posterior evita falhas no indicador.

    Trechos paraibanos dentro de linhas federais

    Numa linha João Pessoa–Fortaleza, quem desce em Campina Grande ou Patos faz viagem intermunicipal. A venda só é possível com operação conjunta autorizada pela ANTT; sem ela, o trecho é do DER-PB.

    BP-e e ICMS na Paraíba

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, autorizado via SVRS. Viagens que começam na Paraíba recolhem ICMS paraibano. Na Paraíba, a ANTT pede inscrição estadual em cada estado da linha.

    IQT

    O IQT mede cumprimento de viagens, transmissão, pontualidade e generalidade. Na Paraíba, classificação C ou D impede novos TAR, e resultados parciais podem ser contestados em até 15 dias úteis.

    Penalidades

    Para empresas da Paraíba, a Resolução 6.074/2025 organiza as infrações em grupos de gravidade. Na Paraíba, suspensão vigente e inidoneidade ou cassação nos últimos cinco anos bloqueiam novos pedidos.

    Capital social e frota na Paraíba

    O capital social exigido acompanha a frota na Paraíba. Reforçar ônibus para o São João pede conferência do capital.

    Responsável pela manutenção na Paraíba

    As subidas da Borborema e o calor do sertão desgastam motores e freios. O responsável pela manutenção indicado na habilitação deve manter revisões em dia.

    Linhas de passagem

    Muitas linhas que cruzam a Paraíba pertencem a empresas de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e do Ceará. A viação paraibana que quer competir nessas rotas precisa de TAR próprio, já que o TAR é pessoal e não pode ser transferido. A tarifa livre permite disputar passageiros com preço e horário.

    Consumidor.gov.br

    Cada empresa precisa aderir ao consumidor.gov.br. Em junho, com ônibus lotados, responder rápido às reclamações protege a reputação.

    Gratuidades

    Em linhas para Recife, Natal ou o Ceará, a regra federal garante benefícios a idosos de baixa renda, jovens do ID Jovem e pessoas com deficiência. Cada vaga precisa de bilhete registrado na Paraíba.

    Checklist paraibano

    • Habilitação com certidões válidas na Paraíba.
    • TAR para cada origem e destino.
    • Extras de junho no SIGMA.
    • Monitriip no sertão.
    • Trechos internos só com operação conjunta na Paraíba.

    Para ver como o caso da Paraíba se encaixa no quadro do país, leia o guia nacional sobre linha aprovada pela ANTT.

    Como o Vexado ajuda com linhas da ANTT na Paraíba

    Na Paraíba, o Vexado organiza linhas e horários, vende por trecho nas rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande e na internet, emite o BP-e e separa as linhas federais das linhas do DER-PB.

    Perguntas frequentes

    Quem regula João Pessoa–Campina Grande?

    O DER-PB, por ser intermunicipal.

    Quem autoriza João Pessoa–Recife?

    A ANTT, com um TAR próprio para essa ligação da Paraíba.

    Linha que parte de Campina Grande usa o mesmo TAR de João Pessoa?

    Não. Cada linha, com seu terminal inicial, tem TAR próprio.

    Extras do São João precisam de cadastro?

    Sim. Na Paraíba, cada extra entra no SIGMA antes de abrir a venda.

    Quem autoriza o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB credencia, e o bilhete é autorizado via SVRS.

    Conclusão

    Na Paraíba, linhas curtas e frequentes convivem com rotas longas para o sertão e o Sudeste. Habilitação e TAR por linha organizam todas elas.

    Aviso: Conteúdo educativo. Regras fiscais e regulatórias devem ser confirmadas com o contador e com o órgão competente.

  • Como sair da planilha na gestão da viação na Paraíba: guia para viações

    Como sair da planilha na gestão da viação na Paraíba: guia para viações

    Na Paraíba, as viações intermunicipais ligam João Pessoa a Campina Grande, Patos, Sousa, Cajazeiras, Guarabira, Monteiro, Pombal e muitas outras cidades do brejo, do cariri e do sertão. A BR-230 atravessa o estado de leste a oeste e organiza boa parte dessas linhas. Empresas que cresceram ao longo dessa rodovia costumam ter muitas agências e horários, e ainda assim fazem a gestão em planilhas.

    A seguir, um caminho para uma viação paraibana trocar o controle manual por um sistema.

    Quando a planilha começa a custar caro

    O custo aparece em várias frentes: tempo gasto conferindo relatórios de agências, diferenças de caixa sem explicação, poltronas vendidas em duplicidade e decisões tomadas com base em impressões, e não em números. Em uma operação extensa como a da BR-230, esses problemas se acumulam rápido.

    DER-PB e a base de cadastro

    O transporte intermunicipal na Paraíba é gerido pelo DER-PB. As linhas, seções, horários e tarifas autorizados pelo departamento devem ser a base do cadastro, conferidos um a um antes da implantação.

    João Pessoa e Campina Grande

    As rodoviárias de João Pessoa e de Campina Grande são os principais pontos de venda. Com estoque único, a poltrona vendida em uma delas é bloqueada na outra, nas agências e no site no mesmo instante.

    O Maior São João do Mundo

    O São João de Campina Grande atrai visitantes de todo o país e mexe com a demanda de várias linhas durante semanas. Planilhas não acompanham esse ritmo. No sistema, a ocupação de cada horário é vista em tempo real, e os extras podem ser decididos com dias de antecedência.

    Sertão e a BR-230

    Patos, Sousa e Cajazeiras ficam no sertão, servidos por linhas longas que passam por muitas cidades. A venda por trecho aproveita melhor cada poltrona, e o controle por seção garante a tarifa correta.

    Brejo e cariri

    No brejo, cidades como Bananeiras e Areia recebem turistas em festivais e no inverno, e no cariri a demanda é marcada por feiras e festas locais. Conhecer essas variações pelos dados ajuda a ajustar a grade.

    Agências espalhadas pelo estado

    Muitas vendas no interior passam por agências. No sistema, elas vendem com a mesma tabela das rodoviárias, e as comissões são calculadas automaticamente, sem consolidação no fim do mês.

    Roteiro de implantação

    • Cadastrar linhas e seções conforme o DER-PB.
    • Incluir a frota com o layout interno de cada ônibus.
    • Fazer um piloto em uma linha do brejo.
    • Levar as rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande.
    • Integrar as agências do sertão.
    • Ativar a venda online e encerrar o uso das planilhas.

    Evitar a virada no período junino

    Começar a operação no sistema perto do São João aumenta o risco. O ideal é implantar meses antes, com tempo para a equipe se adaptar.

    Revisão do cadastro

    Tarifas antigas, horários que já não existem e paradas com nomes diferentes são comuns em planilhas antigas. Corrigir esses pontos antes da importação evita erros nos bilhetes.

    Formação das equipes

    Treinamentos práticos, por turno, nas rodoviárias, e treinamentos remotos para as agências do sertão preparam a equipe. Um contato direto para dúvidas nas primeiras semanas completa o processo.

    Encomendas na BR-230

    Viações paraibanas costumam levar encomendas entre o litoral e o sertão. Com o despacho registrado no sistema e vinculado à viagem, o volume é localizado a qualquer momento.

    Gratuidades e descontos

    Benefícios legais devem ser lançados no momento da emissão, garantindo controle por viagem e relatórios precisos.

    Caixa e indicadores

    O caixa por operador fecha com base nas vendas registradas, e relatórios de ocupação, receita e desempenho das agências ficam disponíveis sem esforço manual.

    Remarcações em festa

    Na temporada junina, muita gente muda de data. O sistema libera a poltrona anterior no ato da troca, registra a diferença de tarifa e guarda o histórico do bilhete.

    Litoral norte e sul

    As praias do litoral, como as de Conde e de Baía da Traição, recebem visitantes nos fins de semana. Acompanhar as vendas por dia mostra se vale a pena reforçar horários de sexta e domingo nessas linhas.

    Estudantes e trabalhadores

    Muitos paraibanos viajam semanalmente entre o interior e as cidades universitárias de João Pessoa, Campina Grande e Patos. Registrar essa demanda ajuda a dimensionar os horários de domingo e segunda-feira.

    BP-e e a SEFAZ-PB

    Cada passagem intermunicipal emitida na Paraíba gera um BP-e. A Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba (SEFAZ-PB) credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS. A emissão a partir da venda elimina retrabalho.

    O método nacional e os guias dos outros estados estão no guia nacional para sair da planilha na gestão da viação.

    Checklist paraibano

    • Cadastro conforme o DER-PB.
    • Estoque único entre João Pessoa, Campina Grande e as agências.
    • Carros adicionais reservados para as semanas de forró em Campina.
    • Venda por trecho na BR-230.
    • Implantação meses antes do período junino.
    • Paradas e tarifas antigas corrigidas.

    Vexado: deixando a planilha na Paraíba

    Com o Vexado, a viação paraibana vende e emite passagens em um sistema. As rodoviárias, as agências do interior e o site compartilham o estoque, e cada venda gera o BP-e.

    A temporada junina e as linhas longas do sertão passam a ser acompanhadas com relatórios de ocupação, caixa e comissões.

    Perguntas frequentes

    Quem gere o transporte intermunicipal na Paraíba?

    O DER-PB.

    Quais são os principais pontos de venda?

    As rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande.

    Quando a demanda mais cresce?

    No São João de Campina Grande.

    Qual rodovia organiza as linhas do sertão?

    A BR-230, que cruza o estado de leste a oeste.

    Quem autoriza o BP-e na Paraíba?

    A SEFAZ-PB credencia a empresa para o BP-e, que é autorizado via SVRS.